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Covid-19: Mais de 71 mil já se curaram no ES; veja situação nesta terça (04)

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O Espírito Santo registrou, até as 17h00 desta terça-feira (04), 2.627 mortes por Covid-19. O número total de casos confirmados chegou a 86.209, sendo que destes, 71.606 pacientes já estão curados. Os dados são divulgados na plataforma Painel Covid-19, do Governo do Estado.

Em relação aos números divulgados na segunda (03), o aumento é de 994 novos casos, 27 mortes a mais e 1.688 curados.

Municípios com mais casos

Os 15 municípios com mais casos confirmados são: Vila Velha (12.752), Vitória (11.525), Serra (10.921), Cariacica (9.111), Linhares (4.573), Colatina (3.900), Cachoeiro de Itapemirim (3.696), Aracruz (2.434), Guarapari (2.046), São Mateus (1.474), Viana (1.428),  São Gabriel da Palha (1.003), Marataízes (997),  Castelo (832) e Itapemirim (760). (Clique aqui e veja lista completa)

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Mortes nos municípios

Dos óbitos, 1.481 são homens e 1.146 mulheres. Eles estão distribuídos da seguinte maneira nos municípios capixabas: Serra (432), Vila Velha (411), Vitória (358), Cariacica (348), Cachoeiro de Itapemirim (109), Colatina (85), Guarapari (81), Linhares (76), Aracruz (57), Viana (56), Marataízes (44), São Mateus (41), Itapemirim (35), Castelo (22), Nova Venécia (22), Iúna (19), Anchieta (17), Marechal Floriano (17), Presidente Kennedy (17), Fundão (15), Alegre (14), Baixo Guandu (14), Pinheiros (14), Barra de São Francisco (13), São Gabriel da Palha (13), Afonso Cláudio (12), Boa Esperança (12), Guaçuí (12), Piúma (11), Conceição da Barra (10), Ibatiba (10), Rio Novo do Sul (10), Ibiraçu (9), Muqui (9), Pedro Canário (9), Sooretama (9), Vargem Alta (9), Vila Valério (9), Domingos Martins (8), Santa Maria de Jetibá (8), São Domingos do Norte (8), Venda Nova do Imigrante (8), Ecoporanga (7), Santa Teresa (7), Água Doce do Norte (6), Alto Rio Novo (6), Jaguaré (6), Jerônimo Monteiro (6), João Neiva (6), Pancas (6), Rio Bananal (6), Santa Leopoldina (6), São Roque do Canaã (6), Bom Jesus do Norte (5), Montanha (5), Alfredo Chaves (4), Ibitirama (4), Irupi (4), Mantenópolis (4), Muniz Freire (4), Águia Branca (3), Atílio Vivácqua (3), Conceição do Castelo (3), Marilândia (3), Mimoso do Sul (3), Apiacá (2), São José do Calçado (2), Dores do Rio Preto (1), Itaguaçu (1), Itarana (1), Laranja da Terra (1), Mucurici (1), Ponto Belo (1), Nanuque (2)*, Governador Valadares (1)*, Itamaraju (1)*, Mantena (1)*, Marechal Cândido Rondon (1)*, Mucuri (1)*, Nova Viçosa (1)*, Pompeia (1)*, Resplendor (1)*, São Miguel dos Campos (1)*

* Nanuque, Resplendor e Governador Valadares ficam no estado de Minas Gerais, Pompeia no estado de São Paulo, São Miguel dos Campos no estado de Alagoas, Itamaraju, Mucuri e Nova Viçosa no estado da Bahia e Marechal Cândido Rondon no estado do Paraná. Isso acontece, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (Sesa), porque os casos foram notificados no Espírito Santo.

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Clique aqui e acompanhe os números da doença no Espírito Santo com dados atualizados pela Secretaria de Saúde (Sesa) no Painel Covid-19.

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Competências do mercado financeiro vão alavancar agronegócio no Estado

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A experiência do mercado financeiro de grandes empresas será utilizada para alavancar o agronegócio no Estado. Tendo essa máxima como base, o Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef-ES) lançou nesta sexta-feira (24) seu mais novo programa: o Ibef Agro. Reunindo mais de 100 participantes, entre autoridades, investidores e agricultores, o encontro aconteceu no auditório do Sicoob Leste Capixaba, em Linhares.

O presidente do Ibef-ES, Paulo Wanick, abriu a cerimônia explicando um pouco do trabalho da instituição. “O instituto trabalha com três grandes eixos: produção de conteúdo qualificado, desenvolvimento profissional e relacionamento com o mercado e reconhecimento. Neste sentido, os programas estruturados: Ibef Academy, CFO Connection, University, Social e agora o Agro são formatados para tangibilizar essas entregas. Além disso, temos os Comitês Qualificados de Conteúdo (CQCs), espécie de linha de produção operacional do IBEF na construção desses conteúdos qualificados. Esses programas qsão a nossa base para o desenvolvimento técnico-profissional sustentável, cada um em suas áreas de atuação”.

O diretor do Ibef Agro ES, Flávio Gianordoli, explicou que a instituição vai levar toda a expertise do mercado financeiro para o agronegócio. “O Estado e o País são dependentes do agro e o Ibef com todo o seu know how vai contribuir para desenvolver ainda mais o agronegócio, através de programas exclusivos, fazendo conexões, atuando de perto para que o setor cresça ainda mais”.

O diretor do Ibef Agro Campinas e diretor da Deloitte, Adilson Martins, apresentou a experiência do programa em São Paulo. “Cresci no agro e ter uma oportunidade dessa é um orgulho. O Ibef Agro Campinas foi criado para contribuir com o desenvolvimento empresarial do agro, promovendo qualificação profissional. Em Campinas temos o programa de coach, buscamos aproximação com meio acadêmico, fazemos parcerias estratégicas com hubs de inovação e vamos realizar eventos”.

Painel

O painel “Tecnologias digitais, agtechs e a nova onda de inovação e investimentos no campo brasileiro” contou com a participação de Mariana Caetano, head de Agronegócio da KPTL e Octaciano Neto, head de Agronegócio da EloGroup, com mediação de Vitor Alves, da NA Agropecuária.

Mariana apresentou alguns pontos importantes para o segmento. “Nós ainda estamos caminhando para melhorar nossa forma de comunicar o que somos e fazemos. Precisamos demonstrar que o agro brasileiro é imbatível. Além disso, hoje, quem manda é o consumidor, o que ele pede a gente tem de entender e se adaptar”.

Já Octaciano frisou que no agro quem deu certo foram aqueles que usaram a mecanização, a química e a biologia. “O futuro do agro agora, depende da combinação do velho paradigma, que une biologia, química e mecanização, com digitalização, agenda ESG e mercado de capitais”.

A coordenadora do Ibef Agro, Julia Bastos, destacou que o programa vai levar o conhecimento das indústrias para as lideranças do agro capixaba. “Vamos promover um circuito de imersão em finanças no agro. Serão seis módulos a serem completados em 24hs, tendo aulas de 2hs no máximo e com 20 pessoas em cada turma. O workshop será de curta duração e será 100% online. Vamos tratar sobre mercado de capitais, digitalização e agtechs e ESG voltados para o agro”.

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