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Saúde

Covid-19: tire dúvidas sobre a quarta dose da vacina

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Em Cachoeiro, o público acima dos 30 anos começou a receber a segunda dose de reforço nesta terça-feira (21) - Foto: Patricia Pim

No último domingo (19), a Secretaria de Estado de Saúde (Sesa) do Espírito Santo reduziu a faixa etária do público apto a receber a quarta dose (ou segunda dose de reforço) da vacina contra a Covid-19 em todo o estado.

Atenta à ampliação do público apto a receber a nova aplicação da vacina, a Secretaria Municipal de Saúde (Semus) de Cachoeiro divulgou algumas orientações, para sanar eventuais dúvidas da população sobre a atualização do esquema vacinal.

Em Cachoeiro, a quarta dose está disponível para o público geral acima dos 30 anos. Além disso, a população acima dos 18 anos, pertencente aos grupos prioritários, também podem receber a segunda dose de reforço.

São grupos prioritários: trabalhadores da saúde; povos indígenas; trabalhadores da educação; caminhoneiros; trabalhadores de Transporte Coletivo Rodoviário de Passageiro Urbano e de Longo curso; trabalhadores portuários; Forças de Segurança e Salvamento; Forças Armadas (ativos); funcionários do Sistema de Provação de Liberdade; população privada de liberdade; pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais; gestantes e puérperas a partir de 18 anos.

O período entre a primeira e a segunda dose de reforço é de 150 dias (quatro meses). Já para os idosos, o prazo é um pouco menor: 120 dias (três meses). Quem teve diagnóstico recente para a doença deve esperar por 30 dias para receber a dose – esse prazo garante uma resposta imunológica mais forte.

“A oferta das doses do imunizante contra a Covid-19, em Cachoeiro, segue as orientações da Secretaria de Estado de Saúde que, por meio de suas portarias e notas técnicas, versa sobre a vacinação em todo o estado. É importante que a população se atente aos prazos entre as doses, para que não tenha sua imunidade comprometida”, destaca o secretário municipal de Saúde de Cachoeiro, Alex Wingler

“Aqueles que ainda não se enquadram no público apto a receber a quarta dose, devem aguardar a liberação de seus grupos etários. Tão logo isso aconteça, iniciaremos a oferta do imunizante a essas pessoas”, finaliza o secretário.

Confira as dúvidas mais frequentes em relação à quarta dose:

Por que devo tomar a segunda dose de reforço?

De acordo com as autoridades médicas, as doses de reforço são uma estratégia de estímulo ao sistema imunológico, para que o mesmo mantenha a capacidade de resposta à infecção do coronavírus. Com a imunidade atualizada, são reduzidos o risco de internação e os casos graves da doença.

Quem teve Covid-19 recentemente ou está com sintomas de gripe pode tomar a vacina?

De acordo com a Semus, a vacina contra a Covid-19 deve ser ministrada após 30 dias do aparecimento de quaisquer sintomas gripais. Nos casos assintomáticos, esse prazo deve ser contado a partir da data do exame para detecção da doença, caso o resultado tenha sido positivo.

Onde posso me vacinar em Cachoeiro?

O município conta com salas de vacinação em 24 Unidades Básicas de Saúde (UBS) e na Policlínica Municipal “Bolívar de Abreu”. O atendimento é realizado de segunda a sexta-feira, das 8h às 15h. Nas UBS do bairro Paraíso, Amaral, IBC e Aeroporto, o horário se estende até as 18h.

Além disso, a Semus realiza, periodicamente, mutirões de vacinação aos fins de semana, em horários e locais diferenciados. Essas ações são divulgadas, previamente, no site oficial e nas redes sociais da Prefeitura de Cachoeiro

Unidades com sala de vacinação

UBS Aquidaban

UBS Aeroporto

UBS IBC

UBS Novo Parque

UBS Abelardo Machado

UBS Gilson Carone

UBS Village da Luz

UBS Amaral

UBS Alto União

UBS São Luiz Gonzaga

UBS BNH de Baixo

UBS BNH de Cima

UBS Zumbi

UBS Paraíso

UBS Coramara

UBS Nossa Senhora Aparecida

UBS Elpídio Volpini

UBS Otton Marins

Interior

UBS Soturno

UBS Burarama

UBS Pacotuba

UBS Córrego dos Monos

UBS Itaoca

UBS Conduru

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Lentes de contato para os dentes: saiba mais sobre essa técnica

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Resistentes e com a capacidade de deixar os sorrisos mais bonitos, as lentes laminadas são duráveis, mas exigem cuidados

Os procedimentos estéticos dentários caíram no gosto dos brasileiros, e a odontologia está conseguindo entregar o sonho do sorriso bonito. Ultrafinas e com excelentes resultados, a longo prazo, as lentes de contato laminadas são ideais para a conquista do sorriso perfeito. Trata-se de películas, coladas na parte frontal dos dentes, por meio de aparelhos específicos. Por isso o apelido “lentes de contato”. Elas não só branqueiam os dentes, como também consertam pequenas deformidades.

Apesar de a técnica ser segura, é preciso escolher com cuidado o profissional que vai fazer a aplicação, alerta o cirurgião-dentista e professor do curso de Odontologia da Faculdade Pitágoras, Rafael Parteli. “O paciente deve pesquisar se o dentista está habilitado a realizar o procedimento, porém, é de bom senso buscar por um profissional que já tenha experiência comprovada e especialização com foco na área de estética, e é interessante o paciente pedir para ver casos já realizados”.

Rafael explica que as lentes laminadas modificam o formato, contorno, textura, cor e realinha os dentes. Elas levam esse nome por serem extremamente finas, assim como as lentes de contato oculares. “Os principais resultados são a devolução da anatomia e da oclusão e o restabelecimento da estética. Consequentemente o paciente tem uma melhora da autoestima, bem-estar, autoconfiança”.

É importante saber que as lentes de contato e as facetas laminadas são confeccionadas sob medida para cada paciente. “As lentes são indicadas para correção de formato e são mais finas do que as facetas de porcelana, que podem ser utilizadas em dentes mais desgastados e com outros tratamentos, por serem mais espessas”, explica o dentista.

Lentes de contato devem ser aplicadas em casos de dentes com aspecto infantil, dentição formada com dentes pequenos, desalinhamentos dentários e pequenas alterações de cores. O cirurgião alerta em relação a características do procedimento. “A cerâmica em que a faceta é confeccionada deve apresentar resistência para suportar as forças mastigatórias e não fraturarem. Deve possuir uma excelente adesão ao tecido dentário para evitar infiltrações, que podem ocasionar cáries, além da possibilidade de se soltar e causar constrangimento ao paciente”, explica.

Rafael explica que o tratamento é feito com pequenos desgastes na dentição, para criar um local adequado em que a faceta fique assentada sobre o dente. “Posteriormente o dente é moldado e o molde enviado a um laboratório de prótese que irá confeccionar as facetas, e só então as lentes são coladas nos dentes como uma espécie de adesivo líquido. A manutenção é a mesma que o dente natural, com consultas regulares ao dentista de 6 em 6 meses, para avaliação de possíveis cáries e remoção de placa e tártaros”, finaliza Rafael.

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