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Criança morre quando celular cai na banheira

Uma adolescente de apenas 14 anos morreu após deixar o celular cair dentro da banheira em que estava. Yulia Vysotskaya colocou o smartphone para carregar na tomada, só que o aparelho acabou escorregando de sua mão e caiu na banheira em que ela estava. Devido à descarga elétrica após o celular entrar em contato com […]

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Uma adolescente de apenas 14 anos morreu após deixar o celular cair dentro da banheira em que estava. Yulia Vysotskaya colocou o smartphone para carregar na tomada, só que o aparelho acabou escorregando de sua mão e caiu na banheira em que ela estava.

Devido à descarga elétrica após o celular entrar em contato com a água, a jovem acabou ficando paralisada e se afogou.

Os pais da garota chegaram a chamar uma ambulância, mas já era tarde demais, os paramédicos tentaram de tudo, mas não conseguiram salvar a adolescente e o corpo dela foi levado para o Instituto Médico Legal em Cheboksary.

Este já é o 3º caso em menos de um ano e está servindo de alerta para os pais do mundo todo. Há campanhas pedindo para que ninguém leve o celular para recarregar no banheiro, mas isto continua acontecendo e muitas pessoas acabam colocando a própria vida em risco.

No final do ano passado uma jovem de 15 anos, campeã de artes marciais, também morreu deste jeito, ela estava na banheira e colocou o celular para carregar perto dela. O aparelho escorregou e caiu na banheira, matando-a no mesmo instante.

Uma outra adolescente, de 12 anos, também estava com o celular recarregando enquanto tomava banho. Ela levou o aparelho para ficar ouvindo música no banheiro e acabou morrendo eletrocutada. A mãe estava preparando o jantar e ficou preocupada porque a filha estava demorando muito no banho e quando foi lá para chamá-la, ficou em choque com o que viu.

O ideal é nunca levar o celular para o banho, mas caso alguém queira ouvir música enquanto se lava, é de fundamental importância que deixe o aparelho bem distante. A dica é colocar o celular dentro da gaveta e deixá-la um pouco aberta, assim é possível ouvir a música e o aparelho fica em um local seguro.


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Junho Roxo: planos de saúde não podem aplicar reajustes em mensalidades de idosos

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Estatuto veda aumento nos preços em contratos individuais ou familiares

A busca por planos de saúde foi destaque no início de 2022, segundo dados do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (Iess). Em fevereiro deste ano, foram contabilizados 49 milhões de beneficiários em contratos médico-hospitalares, um crescimento de 3,1% no período de 12 meses. Parte desse público é composto por pessoas com mais de 60 anos, parcela que aumenta gradativamente graças à migração de idade de antigos pacientes. O que poucos sabem, porém, é que não é permitido haver discriminação nos valores de acordo com a faixa etária.

O coordenador do curso de Direito da Faculdade Pitágoras, professor Raniel F. de Ávila, explica que o Estatuto do Idoso (Lei 10.741/03) impede a aplicação de reajustes na mensalidade de acordo com a progressão etária para o grupo da terceira idade.
“Essa elevação é ilegal e as empresas que instituem valores excessivos para pessoas acima de 60 anos, sem autorização da Agência Nacional de Saúde (ANS), podem ser processadas”, comenta o advogado.

O docente explica que o paciente idoso representa mais custos a clínicas e hospitais, o que provoca o encarecimento de produtos oferecidos por empresas que vendem planos de saúde. “Com o aumento da expectativa de vida, consequentemente existe uma maior frequência de consultas e pedidos de exames, e a Lei visa coibir os reajustes abusivos em razão da idade do beneficiário”, afirma.

O Estatuto considera como idoso todos os que têm mais de 60 anos e proíbe práticas discriminatórias na cobrança de valores por esse grupo, além de dispor de diretrizes para assegurar o acesso a serviços do âmbito hospitalar. Os contratos devem prever   cobertura de procedimentos, exames laboratoriais e consultas médicas.

Exceções

Por autorização do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), há situações em que o reajuste de preços para planos de saúde coletivos pode ser realizado de acordo com a faixa etária, desde que respeitados três critérios: a alteração deve estar prevista em contrato, seguir as determinações de órgãos governamentais reguladores e não deve conter cálculos aleatórios ou percentuais considerados injustos.

Os planos coletivos (coletivo empresarial ou coletivo por adesão) são os contratados por associações, sindicatos, conselhos ou empresas para proporcionar assistência médica e odontológica a grupos vinculados a organizações. “O reajuste de
mensalidade de plano de saúde individual ou familiar baseado na mudança de faixa etária se mantém proibido. Devendo ser observada as normas expedidas pelos órgãos governamentais reguladores”, finaliza o coordenador.

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