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Criaturas parecidas com alienígenas são descobertas na Antártica

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A equipe encontrou uma série de criaturas estranhas – Reprodução/Youtube

Criaturas marinhas bizarras – nunca vistas antes – foram descobertas abaixo do gelo na Antártica por pesquisadores perplexos. Os organismos são semelhantes a alienígenas e foram achados durante as filmagens do documentário científico The Secrets of Antarctica (Os Segredos da Antártica, em inglês).

A expedição científica está em andamento e é formada por uma equipe internacional, que usa tecnologia de ponta para fazer “varreduras” do fundo do mar.

Entre as descobertas estavam lírios marinhos chamados crinóides, que só haviam sido vistos antes em registros fósseis. Outros achados bizarros são as esponjas, que não têm sistema nervoso ou digestivo, e se alimentam filtrando a água pelos poros.

“A razão disso é que a plataforma continental da Antártica está isolada do resto do planeta há muitos, muitos anos”, afirma Dave Bowden, um dos líderes da expedição.

O cientista também explica como encontrou uma aranha marinha que tem pernas muito grandes e um corpo minúsculo. “A aranha marinha é de um dos grupos mais intrigantes da Antártica, porque são muito mais diversificados do que o resto do mundo, eles crescem de forma desproporcional. Há uma tendência em alguns grupos de se inclinar para o gigantismo, basicamente tudo são pernas, essencialmente não há corpo, é diferente de tudo que conhecemos.”

“Outro exemplo magnífico é um verme poliqueta, você os encontrará sob uma rocha, mas o que encontramos é muito, muito maior [do que o normal]. Há um debate sobre se a Antártica é a razão pela qual essas coisas são maiores, ou se existem apenas linhagens desse animal que evoluíram aqui e não existem em nenhum outro lugar”, acrescentou.

 

Fonte: IG Mundo

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Covid-19 faz pedidos de seguro-desemprego crescerem 120% no Reino Unido

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Boris Johnson
Reprodução

Boris Johnson foi um dos líderes mundiais que inicialmente minimizava a gravidade da Covid-19

O número de pedidos de  seguro-desemprego atingiu a marca de 2,7 milhões em agosto no Reino Unido, informou nesta terça-feira (15) o Instituto Nacional de Estatísticas (ONS). O número corresponde a um aumento de 120% em relação a março, mês em que começou a pandemia da Covid-19 , doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2).

Como reflexo da crise causada pelo doença, a taxa de desemprego está começando a subir no Reino Unido. Apesar de ainda ser baixa ao ter ficado em 4,1% no mês de julho, economistas preveem uma aceleração desse percentual, o que vai obrigar o governo a agir para preservar empregos.

Ainda de acordo com o ONS, nos três meses até o final de julho, o desemprego teve uma taxa de 3,9% no período de abril a junho, em decorrência do confinamento imposto no final de março contra o novo coronavírus.

Em números absolutos, o número de desempregados cresceu em 104.000 pessoas. A quantidade chegou a 1,4 milhão no final de julho, após ondas de demissões causadas pela paralisação das atividades devido à pandemia.

“Alguns efeitos da pandemia começaram a se dissipar em julho com a reabertura de alguns setores da economia”, disse o diretor de estatísticas econômicas do ONS, Darren Morgan. “O desemprego e as demissões aumentaram fortemente em agosto, mostrando que o coronavírus continua tendo forte impacto no mundo trabalho”, completou.

Os setores mais afetados, como aviação e varejo, estão demitindo em massa, embora empresas de vendas on-line, como a Amazon, ou redes de supermercados, vejam seus negócios impulsionados e anunciem milhares de contratações.

A entrega de alimentos em domicílio também foi um dos setores que se beneficiaram do confinamento: a rede de fast-food Domino’s Pizza anunciou hoje cinco mil novas contratações, além das seis mil feitas desde o início da pandemia.

Apesar do bom cenário para essas empresas de comércio digital e delivery, os economistas temem um aumento no desemprego no final de outubro, quando o programa do governo britânico de ajuda às companhias para limitar as demissões chegará ao fim.

Desde o início do confinamento, o governo britânico paga até 80% dos salários, com o teto de 2.500 libras mensais por pessoa. Essa ajuda foi sendo reduzida progressivamente a partir de setembro e será totalmente retirada no final de outubro.

Fonte: IG Mundo

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