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Crimes contra a mulher aumentam em agosto no estado do Rio

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Crimes contra a mulher, como estupro, lesão corporal dolosa e ameaça de espancamento aumentaram em agosto em relação ao mês anterior


O número de homicídios dolosos (quando há a intenção de matar) caiu 20% no estado do Rio de Janeiro em agosto deste ano, na comparação com o mesmo período de 2019. Este foi o número mais baixo para o indicador no mês de agosto em toda a série histórica, iniciada em 1991 pelo Instituto de Segurança Pública (ISP).


Segundo dados divulgados nesta terça-feira (15) pelo ISP, foram registrados no mês passado 256 crimes de morte contra os 320 ocorridos no mesmo mês em 2019. Já os crimes contra a mulher , como estupro, lesão corporal dolosa e ameaça de espancamento aumentaram em agosto em relação ao mês anterior.

Os crimes tipificados pela Lei Maria da Penha caíram 30% em agosto. Apesar da queda no registro das transgressões analisadas, aumentou a proporção de crimes mais graves ocorridos em casa . No período estudado neste ano, 67,1% dos crimes de violência sexual (58,3% em 2019) e 66% dos de violência física (60,2% em 2019) foram cometidos dentro de casa.

Pandemia

Desde o início da pandemia de Covid-19 , com a convivência maior dos casais dentro de casa, o número de ligações para o Serviço 190 da Polícia Militar referentes a crimes contra a mulher aumentou 12,2% , na mesma comparação de datas.

No entanto, desde o fim de maio, o registro de vítimas mulheres vem aumentando. Em agosto passado, os números voltaram a se aproximar do patamar de 2019. Na última semana de agosto, contudo, os registros relacionados a violência sexual, psicológica e moral caíram, notadamente na comparação com 2019.

Os feminicídios aumentaram 6,9% , em relação ao total de registros de julho. Já os crimes de lesão corporal dolosa e ameaça contra mulheres diminuíram 9,5% e 11%, respectivamente, na  comparação de agosto de 2019 para agosto deste no. Os estupros aumentaram 6,5% no mês passado ante os números do mesmo mês no ano anterior. Em paralelo com o mês de julho de 2020, houve aumento do número de vítimas para os três delitos: 3,4% a mais para lesão corporal dolosa, 13,4% para ameaça e 24,8% para as vítimas de estupro.

Os crimes violentos letais intencionais (homicídio doloso, roubo seguido de morte e lesão corporal seguida de morte) fizeram 2.492 vítimas de janeiro a agosto. No mês passado, foram 269. Os números são os menores para o acumulado e para o mês desde o início da série histórica, em 1999. Na comparação com o ano passado, o indicador caiu 12% em relação ao acumulado do ano e de 18% na comparação com agosto de 2019.

Outros indicadores

As mortes por intervenção de agentes do Estado também se reduziram: de janeiro a agosto, foram 878, das quais 50 em agosto. Na comparação com o ano passado, houve queda de 30% no acumulado do ano e de 71% em relação a agosto.

De janeiro a agosto , houve 3.516 casos roubos de carga no estado, sendo 416 em agosto. Na comparação com o ano passado, o indicador caiu 33% em relação ao acumulado do ano e 29% ante agosto. Os roubos de veículos também diminuíram na comparação com o mesmo período do ano passado: 17.407, sendo 1.793 em agosto. Em relação a 2019, houve queda de 38% no acumulado do ano e de 44% ante agosto.

Os roubos de rua (roubos a transeuntes, de aparelhos celulares e em coletivos) somaram 49.201 registros de janeiro a agosto, sendo 5.414 em agosto. Na comparação com o ano passado, houve queda de 42% no acumulado do ano e de 45% em relação a agosto.

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Baleias cercam embarcação na Bahia: é gigante, pai; veja o vídeo

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Baleia assustou pescadores na Bahia

Os mergulhadores e pescadores Geovane Santos da Silva e Carlos Geovane tinham acabado de mergulhar e estavam se preparando para pescar, no último domingo (13), quando um grupo de baleias orcas cercou o barco dos dois e assustou os pescadores. Os vídeos são do jornal ‘Correio’.

A situação inusitada aconteceu há cerca de 12 km da costa da Praia da Espera, que fica na cidade de Camaçari, região metropolitana de Salvador. Como é possível ver no vídeo, os animais acompanharam a embarcação por um período. Segundo os pescadores, as baleias chegaram a quebrar e derrubar um isopor que estava dentro do barco.

“A gente mergulhou e, logo depois, íamos pescar de linha. Já tinha percebido há alguns dias o ‘silêncio’ no mar. Mergulho há 42 anos. Vejo de tudo que você pode imaginar: tubarão, baleia jubarte, etc. Mas aquelas ali chega fiquei frouxo”, contou Geovane ao jornal ‘Correio’, da Bahia.

“Quando a gente terminou de mergulhar, do barco eu olhei e disse: ‘Olha uma baleiazinha ali’. Aí quando meu filho olhou, falou: ‘Meu pai, não é uma baleia jubarte, não. É uma orca’. Elas começaram a se aproximar lentamente, a se acostumar com a embarcação”, completou.



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