conecte-se conosco

Nacional

Datafolha: católicos representam 50% dos brasileiros; 10% diz não ter religião

Publicado

source
Igreja arrow-options
Ana Branco / Agência O Globo

Missa na igreja de Nossa Senhora da Aparecida, na Ilha do Governador

Pesquisa Datafolha publicada nesta segunda-feira (13) mostra que 50% dos brasileiros são católicos, 31%, evangélicos, e 10% não têm religião. Segundo o levantamento, os espíritas representam 3% da população, seguidores da umbanda, candomblé e outras religiões afro-brasileiras somam 2%, enquanto ateus são 1% e judeus apenas 0,3%.

Leia também: Corpo de menina desaparecida em São Paulo é encontrado; vizinho é preso

A pesquisa do Datafolha foi feita nos dias 5 e 6 de dezembro, com 2.948 entrevistados em 176 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

A maioria dos católicos e evangélicos se declaram pardos: 41% e 43% respectivamente. Os grupos de pardos e pretos somam 59% dos evangélicos e 55% dos católicos. Já os brancos somam 36% dos católicos e 30% dos evangélicos.

Na divisão por idade, a maioria dos católicos está na faixa acima de 45 anos, com mais de 50% dos entrevistados que apontaram esta religião. Já os evangélicos estão mais distribuídos, com mais de 20% em três divisões: de 25 a 34 anos, de 35 a 44 e de 45 a 59 anos.

Leia mais:  Mulher anda 10 km em ônibus diferentes tentando fugir de assédio e não consegue

Leia também: Justiça nega novo pedido de liberdade de viúva da Mega-Sena

Já quando as divisão são por escolaridade e renda mensal, a pesquisa do Datafolha apontou que tanto católicos quando evangélicos têm maioria nas mesmas faixas: ensino fundamental e médio, com renda de até dois salários mínimos.

Comentários Facebook
publicidade

Nacional

Decisão de Gilmar Mendes proíbe investigação sobre Glenn no caso da “Vaza Jato”

Publicado

source
Jornalista Glenn Greenwald é alvo de denúncia do Ministério Público Federal arrow-options
Aloisio Mauricio/Fotoarena/Agência O Globo – 27.8.19

Jornalista Glenn Greenwald é alvo de denúncia do Ministério Público Federal


O ministro Gilmar Mendes , do Supremo Tribunal Federal ( STF ), proibiu que o jornalista Glenn Greenwald fosse investigado pelas mensagens publicadas em reportagens do site “The Intercept Brasil”. Na decisão, dada em agosto do ano passado, o magistrado diz que Greenwald não poderia ser alvo de qualquer ato que visasse sua responsabilização. O Ministério Público Federal apresentou uma denúncia nesta terça-feira contra sete pessoas, incluindo o jornalista, pela invasão do Telegram de autoridades públicas.

O caso é investigado na Operação Spoofing. De acordo com Gilmar, Greenwald não poderia ser investigado devido ao sigilo constitucional da fonte.

“Com base nesses fundamentos, concedo, em parte, a medida cautelar pleiteada, apenas para determinar que as autoridades públicas e seus órgãos de apuração administrativa ou criminal abstenham-se de praticar atos que visem à responsabilização do jornalista Glenn Greenwald pela recepção, obtenção ou transmissão de informações publicadas em veículos de mídia, ante a proteção do sigilo constitucional da fonte jornalística”, escreveu Mendes.

Leia mais:  Marquise desaba no centro de São Paulo e mata uma pessoa

Leia também: MPF denuncia Glenn Greenwald por invasão de celulares e associação criminosa

Para o procurador Wellington Divino Marques de Oliveira, da Procuradoria da República no Distrito Federal, Glenn Greenwald foi “partícipe” nos crimes de invasão de dispositivos informáticos e monitoramento ilegal de comunicações de dados, além de ter cometido o crime de associação criminosa. O procurador apresentou a denúncia contra o jornalista argumentando que a decisão de Gilmar não foi descumprida porque Glenn não foi investigado. Segundo ele, durante o inquérito foram encontrados os diálogos, que acabaram fundamentando a acusação.

Suspensão

A decisão do ministro foi tomada a pedido do Rede Sustentabilidad e. O partido pediu a suspensão de qualquer investigação contra o jornalista sobre a divulgação da conversa, por respeito à liberdade de imprensa. Na ocasião, o ministro ressaltou que é necessário proteger o sigilo da fonte jornalística, assegurado pela Constituição . O site publicou diálogos atribuídos a procuradores da Operação Lava-Jato e ao então juiz federal Sergio Moro, atual ministro da Justiça.

Agora, a defesa pode, em tese, entrar com uma reclamação no STF alegando que a decisão de Mendes foi descumprida. Eventual pedido seria analisado pelo ministro Luiz Fux , vice-presidente da Corte. Durante a parte final do recesso, ele está responsável pelo julgamento de causas urgentes.

Leia mais:  Covardia! Homem sobe em palco e chuta rosto de mulher durante show; assista

Comentários Facebook
Continue lendo

CIDADES

ESTADO

POLÍTICA NACIONAL

ENTRETENIMENTO

Mais Lidas da Semana