conecte-se conosco


Destaque

Deputada Norma Ayub pede audiência com Moro após irmão ser investigado pela Polícia Federal

Depois que a Polícia Federal passou a investigar o irmão da deputada Federal Norma Ayub (DEM), Odilon Alves – servidor da Receita Federal de Cachoeiro de Itapemirim -, sobre um acesso indevido aos dados do presidente Jair Bolsonaro, a parlamentar pediu uma audiência com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, a fim […]

Publicados

em

Depois que a Polícia Federal passou a investigar o irmão da deputada Federal Norma Ayub (DEM), Odilon Alves – servidor da Receita Federal de Cachoeiro de Itapemirim -, sobre um acesso indevido aos dados do presidente Jair Bolsonaro, a parlamentar pediu uma audiência com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, a fim de esclarecer que tudo não passou de um mal entendido, na opinião dos familiares. Segundo a deputada, o acesso se deu apenas por “curiosidade”.

Servidor que acessou dados de Bolsonaro diz que tudo não passou de uma brincadeira

Odilon Alves, um dos funcionários da Receita Federal que acessaram ilegalmente os dados fiscais de Jair Bolsonaro, prestou depoimento à Polícia Federal e afirmou que tudo não passou de uma brincadeira, relata O Globo.

Ele também negou que tenha cometido vazamento de informação e disse que não houve quebra de sigilo fiscal. Uma de suas alegações é que ele fez campanha para Bolsonaro nas eleições.

“Ele relatou que foi um acesso involuntário, sem maldade, sem quebra de sigilo, sem nada de transferir informações. Foi uma besteira, sem maldade, sem medir as consequências da atitude”, disse o advogado de Odilon ao jornal carioca.

Yamato Alves, irmão da Deputada Federal Norma Ayub (DEM), que é advogado, entrou em contato com a coluna Bastidores assinada pelo jornalista Alex Pandini  neste sábado (6) para alguns esclarecimentos. Primeiro, ele diz que o Odilon não tem Ayub no nome, como foi divulgado. “A imprensa que botou isso”, falou.

Depois, ele diz que Odilon não quebrou o sigilo fiscal de Bolsonaro. Yamato explica que a Receita Federal tem dois tipos de acesso aos dados do contribuinte, o “Via” e o “Saga”, sendo que o primeiro permite acessar apenas os dados pessoais (nome, telefone, endereço, CPF, etc.), e o segundo é que revela as declarações de renda e patrimônio, dívidas, etc. Ele afirma que o irmão acessou apenas o “Via”.

Fonte: Alex Padini/ Folha Vitória

Comentários Facebook
Propaganda

Destaque

Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

Publicados

em

Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Comentários Facebook

Continue lendo

CIDADES

ESTADO

POLÍTICA

ENTRETENIMENTO

Mais Lidas da Semana