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Deputado Capixaba Torino Marques é feito refém durante assalto no sitio da família em Fundão-ES

O deputado estadual Torino Marques foi feito refém com a família no sítio em Fundão, na noite de sábado (6). De acordo com a ocorrência da Polícia Militar, o deputado estava com familiares quando assaltantes renderam as vítimas. Eles teriam levado celulares e também dois veículos. Ninguém ficou ferido. Procurado, o parlamentar não quis falar […]

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O deputado estadual Torino Marques foi feito refém com a família no sítio em Fundão, na noite de sábado (6). De acordo com a ocorrência da Polícia Militar, o deputado estava com familiares quando assaltantes renderam as vítimas. Eles teriam levado celulares e também dois veículos. Ninguém ficou ferido.

Procurado, o parlamentar não quis falar sobre o assunto.

Por meio de nota, a Polícia Militar informou que “três indivíduos armados invadiram uma residência localizada no município de Fundão. Cinco pessoas estavam em casa no momento do crime. Os assaltantes levaram dois veículos, celulares, documentos e cartões de crédito. Buscas foram realizadas, mas ninguém foi detido”.

Fonte: Tribuna On line

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Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

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Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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