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Deputados articulam projeto que livra partidos de multas

Líderes de partidos na Câmara articulam 1 “pacote de bondades” aos partidos políticos. A ideia é votar, em caráter de urgência que prevê anistia das multas da Receita Federal a siglas que não aplicaram seus recursos de forma adequada. De acordo com o texto, a Receita não poderá mais cobrar taxas ou multas para a […]

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Líderes de partidos na Câmara articulam 1 “pacote de bondades” aos partidos políticos. A ideia é votar, em caráter de urgência que prevê anistia das multas da Receita Federal a siglas que não aplicaram seus recursos de forma adequada.

De acordo com o texto, a Receita não poderá mais cobrar taxas ou multas para a reativação da inscrição das legendas que forem inativadas. O projeto também determina que os partidos que não prestarem contas ao órgão não sofrerão sanções que impossibilitem a participação nas eleições.

Todos os anos os partidos deveriam prestar contas para a Receita Federal, assim como fazem com a Justiça Eleitoral. No entanto, de acordo com levantamento divulgado nesta 3ª feira (26.mar.2019) pelo jornal Valor Econômico, 70% dos diretórios municipais de 8 dos principais partidos políticos estão no vermelho com pendências na Receita.

A apuração do Valor considerou os dados do MDB, do PDT, do PC do B, do PSL, do PT, do DEM, do PP e do PSDB.

A cifra chegaria a R$70 milhões e poderia comprometer candidaturas nas eleições de 2020. Segundo o jornal, a base para os cálculos das multas por atraso foi uma média de R$500 a R$1.000.

A não entrega de documentos como as Declarações de Débitos Tributários Federais e de débitos previdenciários levam a inaptidão dos CNPJs (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica) de diretórios municipais de grande parte dos partidos do país.

O projeto também autoriza que as legendas usem parte dos repasses destinados a promover a participação feminina na política para que os diretórios contratem funcionárias.

Fonte: Poder 360

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Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

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Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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