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Dia dos Avós relembra importância de cuidar do bem-estar desses entes queridos

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“Precisamos fazer com que os avós se sintam amados e necessários na vida dos filhos e netos”, afirma psicóloga

O Dia dos Avós, celebrado nesta terça-feira, 26 de julho, foi criado como forma de cultivar as histórias de inspiração e amor incondicional desses entes queridos que transmitem afeto e cuidado de geração em geração. A data reforça a importância da relação entre avós e netos, e da rica troca de experiências que esse contato pode transmitir.

A psicóloga da Unimed Vitória Náira Delboni orienta sobre alguns cuidados que podemos ter com os avós. “Às vezes, devido à rotina muito corrida, os parentes deixam de estar presentes não só fisicamente, mas também na atenção com eles. Nessa fase da vida é extremamente importante devolver-lhes todo o amor que já deram, com respeito e dignidade, fazendo com que se sintam amados e necessários na vida dos filhos e netos”.

É possível contribuir para a saúde desses entes motivando a prática de atividade física e uma boa alimentação, pois são cuidados fundamentais principalmente na terceira idade. No entanto, não se deve esquecer da saúde mental, um ponto que necessita de atenção especial. As limitações e os sentimentos trazidos pelas transformações do processo natural de envelhecimento podem provocar sensações desafiadoras.

Os problemas emocionais podem refletir diretamente no corpo, despertando cansaço, falta de energia e desencadeando algumas doenças. A falta de um corpo saudável pode gerar sentimentos de tristeza, ansiedade e sensação de incapacidade. Incentivar os hobbies, com momentos de lazer para os idosos, traz inúmeros benefícios e garante a interação social.

Cuidados com a mente

Ocupar seu tempo faz com que os idosos exercitem a mente e isso faz bem para a parte cognitiva. Outra prática que pode oferecer mais qualidade de vida é proporcionar uma noite de sono agradável, o que proporciona benefícios para o corpo e a mente. “Para que se sintam úteis é possível pedir a ajuda deles em atividades variadas. Vale ressaltar a importância de incluir ações simples capazes de garantir uma independência maior aos idosos para restabelecer a autoconfiança e prevenir sentimentos negativos de incapacidade, ansiedade e tristeza”, afirma Naira.

Os problemas que afetam a mente muitas vezes são silenciosos e não demonstram sintomas facilmente identificáveis ou sinais físicos. Por isso, é importante estar atento ao comportamento dos idosos para perceber alterações de irritabilidade constante, afastamento, choros e desânimo frequente, falta de energia para realizar atividades diárias, mau humor e atitudes grosseiras ou agressivas sem motivo, esquecimento e falta de apetite. Procure conversar com eles e entender o que está acontecendo.

Náira faz um alerta sobre os principais transtornos mentais enfrentados pela terceira idade: ansiedade, depressão e síndrome do pânico. “Pode-se dizer que o bem-estar psicológico dos idosos é influenciado também pelo modo de pensar e de agir. A diminuição da capacidade cognitiva-emocional pode vir ao longo da vida, associada a frustrações pela incapacidade de realizar atividades que antes eram feitas facilmente, junto do luto pela perda de entes queridos e acúmulo de experiências traumáticas, o que pode acarretar transtorno mental. A maioria desses quadros em idosos pode ser evitada, diagnosticada e até revertida, mas para isso é necessário identificar e buscar ajuda profissional”.

Dicas de cuidados com os avós:

– Dar atenção e tirar um tempo para conversar com eles, sempre tendo paciência e respeito

– Ensinar algo novo ou deixar que ensinem algo

– Sempre que possível, levá-los para um passeio

– Elogiar: às vezes, com o passar dos anos, a autoestima diminui bastante. Por isso, fazer elogios aos avós mostrará a eles o quanto são percebidos e amados

– Fazer adequações em casa para cuidar dos avós. Por exemplo, certificar que não há perigo para uma pessoa idosa na sua casa. Se necessário, instalar rampas para uma cadeira de rodas ou corrimão acessível nas escadas

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Volta às aulas: 3 dicas para dar um gás nos estudos

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Especialista em educação auxilia estudantes na retomada das aulas do segundo semestre

Um dos setores mais afetados pela pandemia foi o da educação. Um estudo do Centro de Aprendizagem em Avaliação e Resultados para Brasil e a África Lusófona (Clear) aponta que a educação pode retroceder até quatro anos por conta da pandemia. Para diminuir os impactos, as escolas buscam formas de acolher os alunos. Na rede estadual de ensino de São Paulo, por exemplo, os estudantes passarão por uma readaptação, que conta com ações focadas nas competências socioemocionais. Em seguida, farão atividades de Recomposição das Aprendizagens.

“A pandemia afetou de forma significativa o rendimento e o aprendizado, seja por falta de estrutura ou mesmo pela desatenção e desinteresse, especialmente no modelo de ensino virtual”, comenta Bruno Piva, fundador e CEO da Piva Educacional, startup que ajuda crianças e adolescentes a criarem autonomia para estudar.

Para ajudar os estudantes, o especialista traz algumas dicas que podem ajudar nessa retomada a terem um melhor rendimento após tantas mudanças:

1- Crie uma rotina de estudos

A rotina aumenta o foco, a produtividade, o desempenho e o estudante fica cada vez mais concentrado e confiante. O principal objetivo da rotina é auxiliar na organização dos estudos, para assim melhorar o aprendizado a cada dia. “Rotina é algo maravilhoso para a criança e o adolescente. Ela é importante para o corpo, diminui o stress e melhora o ambiente”, acrescenta o especialista.

2- Evite distrações

Na hora de estudar, um dos maiores problemas é a distração. Com isso a qualidade do estudo fica comprometida e perdemos foco e tempo. Para evitar distrações, estabeleça horários e locais de estudo.

“O primeiro passo para aprender mais em menos tempo é ter foco. Quando o cérebro tira a concentração dos estudos para qualquer outra coisa, é preciso fazer um esforço muito grande para voltar para o que realmente interessa”, alerta Bruno. “Comunique a familiares e amigos que você precisa estudar em um determinado dia e horário. Coloque o celular no modo avião ou desligue, não deixe abas desnecessárias abertas no computador e, principalmente, controle a ansiedade”, orienta o especialista.

3- Respeite seus limites

Cada pessoa possui um ritmo diferente de estudo e cada estudante precisa entender o tempo necessário para aprender uma determinada matéria. Além disso, o corpo e a mente necessitam de descanso, alimentação correta, momentos de lazer e boas noites de sono. “Se não estabelecer limites, seus níveis de estresse e ansiedade aumentam e prejudicam a saúde e o aprendizado. Portanto, reserve momentos para fazer o que gosta. Com o corpo e mente sãos, o conhecimento é melhor absorvido”, garante Piva.

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