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Saúde

“Diziam que eram trigêmeos” diz mulher que retirou tumor de meio metro do ovário

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A norte-americana Sharon Philipson, de 47 anos, viveu momentos de terror após ser diagnosticada com um tumor maligno em um dos seus ovários. Para além do temor que a doença traz, o caso de Sharon era ainda mais complicado: o tumor media quase meio metro de diâmetro. 

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Reprodução/Arquivo pessoal

Sharon após retirada do tumor

Sharon, que é mãe de um menino, disse que precisou de meses para que seus sintomas fossem levados a sério pelos médicos, que só descobriram o tumor tardiamente. “Um deles chegou a dizer que eu simplesmente estava gorda demais e deveria perder peso”, disse ela ao portal The Sun. 

Outro profissional de saúde chegou a fazer exames para ter certeza de que ela não estava grávida e, diante do negativo, diagnosticou uma inflamação nos ovários

Após insistência da própria Sharon, alguns exames foram feitos até a identificação de um cisto com cerca de 15 centímetros no ovário direito. Ela diz que, naquele momento, foi preparada para o risco de câncer

Apenas quando os sintomas chegaram em dor extrema e muita dificuldade para respirar, Sharon precisou ser encaminhada para uma cirurgia de emergência. Os médicos, então, retiraram o tumor que já estava com 44 centímetros. 

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“Meu maior desejo é que outras mulheres fiquem atentas aos sintomas. É uma bênção saber ouvir o próprio corpo e eu tenho sorte de ser uma dessas pessoas”, disse ela ao site, referindo-se ao fato de nunca ter desistido de entender o problema. 

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer do Brasil. o câncer de ovário – problema enfrentado por Sharon – não causa sintomas específicos na fase inicial e por isso possui um diagnóstico difícil. À medida que o tumor cresce, porém, pode causar pressão, dor no abdômen, pelve, costas ou pernas, além de indigestão, gases, prisão de ventre ou diarreia e cansaço constante. 

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Carnaval pode aumentar risco de contágio por sarampo, alertam especialistas

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RIO — A segunda quinzena de fevereiro mal começou e o Rio pode, em breve, ultrapassar o número de registros de sarampo visto no ano passado inteiro. Em 2019, a cidade confirmou 98 ocorrências da enfermidade. Nas primeiras sete semanas de 2020, foram 64. Um novo desafio está adiante — o carnaval. Especialistas temem que o contato entre foliões contribua para a disseminação do vírus.

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shutterstock

Risco de contágio do sarampo pode aumentar devido o contato entre foliões

Segundo Roberto Medronho, professor titular de Epidemiologia da UFRJ, o vírus do sarampo pode ser transmitido por gotículas “no meio do bloco, na escola de samba”.

— O período de maior transmissão do vírus é um pouco antes e um pouco depois da apresentação dos sintomas. Um indivíduo que se sente muito bem e está no período de incubação vai infectar várias pessoas, mesmo antes de adoecer — alerta.

O sarampo é conhecido pelo seu alto grau de contágio , cinco vezes maior do que o do coronavírus, já diagnosticado em mais de 60 mil pessoas, mas nenhuma no Brasil.

Fonte: IG SAÚDE

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