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Economia

Dólar cai para R$ 5,15 com alívio no mercado externo

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Num dia de alívio no mercado externo, o dólar teve a primeira queda após duas altas. Afetada por riscos na economia local, a bolsa de valores não teve a mesma sorte e fechou em queda, mesmo tendo começado o dia em alta.

O dólar comercial encerrou esta terça-feira (21) vendido a R$ 5,154, com recuo de R$ 0,032 (-0,63%). A cotação chegou a operar próxima da estabilidade durante a manhã, mas passou a cair durante a tarde, influenciada por investidores que aproveitaram o valor alto dos últimos dias para venderem dólares e por causa da entrada de fluxos externos.

Com o desempenho de hoje, a moeda norte-americana acumula alta de 8,44% em junho. Em 2022, a divisa caiu 7,57%.

O mercado de ações teve um dia mais turbulento. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 99.684 pontos, com recuo de 0,17%. O indicador descolou-se das bolsas norte-americanas, que subiram hoje, por causa da instabilidade dos papéis da Petrobras, os mais negociados na bolsa brasileira.

As ações ordinárias (com direito a voto em assembleia de acionistas) da Petrobras caíram 1,06%. Os papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) recuaram 1,99%. Desde sexta-feira (17), as ações da estatal estão caindo em meio à troca do presidente da companhia.

* Com informações da Reuters

Edição: Claudia Felczak

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Economia

Confiança do empresário da indústria sobe 1,5 ponto em junho

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O Índice de Confiança da Indústria (ICI), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 1,5 ponto na passagem de maio para junho. Essa é a terceira alta consecutivo do indicador, que atingiu 101,2 pontos em uma escala de 0 a 200 pontos, o maior nível desde novembro de 2021 (102,1 pontos).

Treze dos 19 segmentos da indústria brasileira analisados pela pesquisa apresentaram aumento da confiança em junho, na comparação com maio.

Melhor desempenho

O Índice da Situação Atual, que mede a confiança do empresário da indústria no presente, cresceu 1,9 ponto e chegou a 102,3 pontos. O melhor desempenho ocorreu na satisfação com o nível de demanda por produtos industriais.

O Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, subiu 1,2 ponto e atingiu 100,2 pontos, principalmente devido ao desempenho do componente de otimismo com a evolução da produção física nos três meses seguintes.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Economia

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