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Política

Dólar está alto e tem que baixar a R$ 5,00 com reformas, diz Bolsonaro

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou, em transmissão ao vivo pelas redes sociais nesta quinta-feira, 18, que o dólar está com cotação alta e que, na sua visão, a moeda americana teria de baixar para o nível de R$ 5. Segundo o presidente, isso aconteceria com reformas estruturantes que possam “despertar, mais do que atenção, a segurança do investidor”.

“Ninguém vai comprar nada aqui no Brasil se tiver insegurança. Eu vou investir e não sei se vou ter o retorno no tocante a isso daí. Então nós vamos fazendo o possível, a gente espera, se Deus quiser, brevemente a gente acalme aqui as questões do mercado”, comentou Bolsonaro.

Ainda assim, o mandatário fez, como já havia feito em outras lives, um apelo para agentes do mercado financeiro que apostam na desvalorização do real em relação do dólar. “É melhor esse pessoal todo ganhar um pouco menos por mais tempo do que ganhar muito por pouco tempo, que o prejuízo vai ser enorme”, disse.

Bolsonaro também apontou que a inflação do preço de produtos da cesta básica bateu, segundo ele, 20% no ano passado, o que ele considerou “um número enorme”. Na sequência, o presidente se dirigiu a pessoas que o criticam nas redes sociais pela alta nos preços e disse que quem reclama deveria “ir primeiro na página do seu governador”.

“Não destila todo seu ódio em mim, vá primeiro na página do seu governador, que fechou tudo, fechou o comércio, te obrigou a ficar em casa e destruiu milhões de empregos. Vá primeiro para cima deles e depois você vem para cima de mim”, apelou.

Fonte: Infomoney

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Lira: acordo com governadores destina R$ 14,5 bi para saúde

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O presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL), anunciou nesta terça-feira (2) um acordo com governadores para destinar R$ 14,5 bilhões do Orçamento da União de 2021 para a área da saúde. Deste total, R$ 12 bilhões serão oriundos de emendas parlamentares e R$ 2,5 bilhões do fundo emergencial de combate à pandemia de covid-19.

Segundo Lira, será criado um grupo com um governador de cada região do país, representantes do Congresso Nacional e do Ministério da Saúde para acompanhar a importação de insumos e a fabricação das vacinas no país.

O coordenador do fórum dos governadores, Wellington Dias (governador do Piauí/PT), ressaltou que há uma promessa do governo federal de vacinar 50 milhões de pessoas até maio.

“Temos essa perspectiva de sair dessa situação de superlotação dos hospitais e desse número elevado de óbitos. E a boa notícia que foi superado o problema que impedia contrato com Pfizer e Janssen. Foi colocado um aceno de baixar a temperatura, e isso é uma tarefa que depende de todos nós, e temos que estar focados no nosso inimigo comum que é o coronavírus”, afirmou Dias.

Já o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, destacou que é necessário consolidar um cronograma nacional para vacinas e um orçamento direcionado para assegurar abertura e manutenção de leitos hospitalares.

“[Há] necessidade de um cronograma mais avançado para as vacinas, orçamento para leitos. O presidente [da Câmara, Arthur Lira] se comprometeu a votar rapidamente os temas relacionados à covid, em relação às medidas provisórias dando prioridade para as votações do Congresso Nacional”, argumentou Casagrande.

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