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Economia

Dólar sobe pela terceira sessão seguida e fecha a R$ 5,34

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Num dia em que o Brasil se descolou do mercado internacional, o dólar subiu e a bolsa caiu. A moeda norte-americana fechou em alta pela terceira sessão seguida. A bolsa caiu, mas o clima no exterior amenizou as perdas.

O dólar comercial encerrou esta terça-feira (19) vendido a R$ 5,345, com alta de R$ 0,041 (+0,77%). A divisa começou o dia em queda. Na mínima do dia, por volta das 9h20, a cotação chegou a R$ 5,24, mas inverteu o movimento e passou a operar em alta por volta as 11h30.

No mercado de ações, o índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 120.636 pontos, com queda de 0,9%. O índice operou em alta durante a manhã, chegando a superar os 122 mil pontos, mas passou a cair no fim da manhã. No início da tarde, o indicador chegou aos 119 mil pontos, mas uma leve entrada de fluxos externos, decorrente do otimismo no mercado internacional, conteve o recuo.

Declarações dos candidatos à presidência da Câmara de que o auxílio emergencial pode ser reativado provocaram instabilidade no mercado. Para os investidores, a despesa extra precisa vir acompanhada de um corte de gastos em outra área para não gerar preocupações com as contas públicas. O mercado também está em compasso de espera com a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que amanhã (21) anunciará a taxa Selic – juros básicos da economia.

O clima do mercado doméstico contrastou com o cenário internacional. O dólar caiu perante as principais moedas do mundo por causa das expectativas em torno do governo do presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden. A promessa de aprovação de um pacote de estímulos de US$ 1,9 trilhão para a maior economia do planeta reduz a pressão sobre a maior parte dos mercados emergentes.

* Com informações da Reuters

Edição: Aline Leal

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Economia

Confiança do empresário do comércio cai em fevereiro, diz CNC

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O Índice de Confiança do Empresário do Comércio, medido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), recuou 1,5% na passagem de janeiro para fevereiro deste ano, configurando a segunda queda consecutiva do indicador. Na comparação com fevereiro de 2020, a queda chegou a 18,5%.

Na comparação com janeiro, a avaliação das condições atuais teve queda de 3,1%, principalmente devido à opinião dos empresários sobre o momento atual da economia (-4,8%).

As expectativas do empresário em relação ao próximo mês caíram 1,6%, devido principalmente à confiança no setor do comércio como um todo (-1,9%). As intenções de investimento também recuaram (-0,2%), queda puxada pela menor intenção de contratação de funcionários (-3,2%).

Na comparação com fevereiro de 2020, as avaliações sobre o presente recuaram 29,2%, sobre o futuro, 13,8% e as intenções de investimentos caíram 14,4%.

Edição: Valéria Aguiar

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