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Saúde

Dor de cabeça pode ser um problema sério? Saiba quando é necessário ir ao médico

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Considerado um sintoma cotidiano, a  dor de cabeça muitas vezes não gera preocupação em quem sente e é muito relacionada ao estresse ou fatores externos como luminosidade e poluição sonora. Existem dores, porém, que podem mascarar outras doenças e exigem cuidados mais sérios e uma visita ao médico. 

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Dor de cabeça pode ter diferentes raízes e, em algumas delas, é importante buscar um médico

De acordo com a neurocirurgiã Diana Santana, da Beneficência Portuguesa de São Paulo, “a dor de cabeça é preocupante quando não melhora com o uso de analgésicos e principalmente quando chega diferente do padrão habitual”. Ou seja, quando a intensidade ou local do dor são estranhos ao paciente

A profissional de saúde também lista, entre os pontos que merecem cuidado, momentos em que a dor “surge intensa e de repente ou vem acompanhada de sintomas como alterações visuais, de força e de sensibilidade, convulsões, febre alta, perda de peso, vômito e rigidez de nuca, desmaio e confusão mental”. 

Leia mais: Chá, respiração e mais: 8 dicas caseiras para aliviar dor de cabeça

O que pode estar relacionado à dor de cabeça? 

Em geral, a cefaleia – comumente chamada de dor de cabeça – pode ser primária ou secundária. No primeiro caso, ela é causada por fatores como períodos de jejum, alterações na face (extração de um dente, por exemplo) ou consumo excessivo de álcool.

Já a cefaleia secundária tem causas mais complicadas e pede atenção dobrada. “Frequentemente ela pode acontecer em casos de infecções, doenças sistêmicas, alterações das estruturas faciais e cervicais, transtornos psiquiátricos , dentre outros muitos fatores” explica.

Apesar dos riscos, Diana reforça que “antes de entrar em pânico, é importante investigar a raiz da dor”, o que só pode ser feito com o auxílio de um profissional e exames apropriados. 

Para o diagnóstico, deve-se buscar um médico que “além de avaliar as características relatadas pelo paciente, fará um exame neurológico e, se necessário, também solicitará outros exames para orientar sobre o tratamento ideal”. 

Dicas para aliviar a dor de cabeça

Quando a dor já é “conhecida” e não oferece preocupação, porém, ela não deixa de ser um incômodo. Nesses casos, existem algumas orientações simples que podem ajudar a aliviar o desconforto. 

1. Evite fatores desencadeantes de dor 

Longos períodos de privação de sono, excesso ou falta de alimentação (jejuns), estresse, abuso de cafeína e abuso de álcool são exemplos de fatores que podem desencadear a dor. Esteja atento a eles e observe se são a razão do seu problema. 

2. Reduza o consumo de doces 

O chocolate é um alimento que pode desencadear dores de cabeça, assim como alimentos que contém muito açúcar e gordura. Observe e reduza o consumo quando a dor aparecer.

3. Diminua a luz e o som ao redor 

Se estiver tratando uma dor de cabeça, escolha deitar-se em um local sem muita iluminação, que seja fresco e livre de barulho. 

4. Faça alguma atividade física 

Ao contrário do que podemos pensar, a  atividade física é um fator de alívio importante para a dor de cabeça . A neurocirurgiã recomenda alongamento, meditação e acupuntura, que aliviam muito os fatores desencadeantes da dor de cabeça e a própria dor em si.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Carnaval pode aumentar risco de contágio por sarampo, alertam especialistas

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RIO — A segunda quinzena de fevereiro mal começou e o Rio pode, em breve, ultrapassar o número de registros de sarampo visto no ano passado inteiro. Em 2019, a cidade confirmou 98 ocorrências da enfermidade. Nas primeiras sete semanas de 2020, foram 64. Um novo desafio está adiante — o carnaval. Especialistas temem que o contato entre foliões contribua para a disseminação do vírus.

Leia mais: Sarampo em adultos também traz riscos à saúde

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Risco de contágio do sarampo pode aumentar devido o contato entre foliões

Segundo Roberto Medronho, professor titular de Epidemiologia da UFRJ, o vírus do sarampo pode ser transmitido por gotículas “no meio do bloco, na escola de samba”.

— O período de maior transmissão do vírus é um pouco antes e um pouco depois da apresentação dos sintomas. Um indivíduo que se sente muito bem e está no período de incubação vai infectar várias pessoas, mesmo antes de adoecer — alerta.

O sarampo é conhecido pelo seu alto grau de contágio , cinco vezes maior do que o do coronavírus, já diagnosticado em mais de 60 mil pessoas, mas nenhuma no Brasil.

Fonte: IG SAÚDE

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