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Polícia

DP de Montanha prende suspeito de furtar gado e invadir área de empresa de celulose

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A equipe da Delegacia de Polícia (DP) de Montanha, com apoio da Polícia Militar, prendeu um homem de 46 anos considerado extremamente perigoso e alvo de diversos inquéritos que investigam furtos de gado, de madeira e estelionato na região noroeste do Estado. A prisão ocorreu nesta sexta-feira (26), no município de Montanha.

O detido, que se autointitula ‘pastor’, é investigado por envolvimento em furtos de cabeças de gado pertencentes a fazendeiros do município. Em uma das ações, ocorrida no dia 17 de janeiro, 109 animais foram furtados de uma propriedade, com o uso de três carretas para transportar o gado. O prejuízo estimado é de R$ 800 mil.

Este inquérito gerou a expedição de um mandado de prisão, que foi cumprido na operação realizada, nesta sexta-feira (26), em conjunto com a Polícia Militar. Ele foi encontrado na localidade de Córrego 18, em Montanha, e conduzido, em seguida para a DP do município. Após prestar depoimento, foi encaminhado ao sistema prisional, onde se encontra à disposição da Justiça.

“Este homem é considerado de alta periculosidade, pela quantidade de inquéritos que apontam para ele como suspeito. Nos nossos levantamentos, temos informações de que ele andava armado, ameaçava pessoas e trazia diversos prejuízos para a ordem pública e o bemestar dos cidadãos de Montanha. Esta é uma prisão muito importante para o município”, afirmou o titular da DP de Montanha, delegado Leonardo Ávila.

O delegado explicou que o detido também figura em outros inquéritos que tramitam na Delegacia. Ele é considerado um dos líderes de uma ocupação irregular instalada na área de uma empresa de celulose. Segundo as investigações, ele pode estar envolvido em ações como queimadas e furto de madeira.

“As plantações de Eucalipto pertencem à empresa de celulose. Em Montanha, registramos ações de grupos criminosos que colocam fogo em parte dessas plantações, furtam a madeira e vendem para carvoarias e outros tipos de negócios locais. Nossos levantamentos apontam que este indivíduo pode estar envolvido nesses crimes também”, informou Ávila.

Há indícios de que o investigado também utiliza as áreas invadidas para pastoreio, levando para o local, gado furtado. Em um dos inquéritos que tramitam na DP de Montanha, este mesmo indivíduo é investigado por alugar uma área invadida para terceiros, se apresentando como proprietário do terreno, o que configura crime de estelionato.

Os inquéritos continuam em andamento, para identificar outros envolvidos nas diversas ações criminosas investigadas pela DP de Montanha.  

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Polícia

Cabo da PM é preso em flagrante após matar a mulher em Vitória

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A professora Kátia Matos, de 49 anos, foi assassinada com um tiro na noite deste domingo (11) dentro de um apartamento no bairro Jardim da Penha, em Vitória. O principal suspeito de cometer o crime é o marido da vítima, que é cabo da Polícia Militar e foi preso em flagrante no local do crime.

O cabo Borges foi autuado em flagrante por homicídio qualificado por motivo fútil, que impossibilitou a defesa da vítima. De acordo com a PM, ele ficará preso no presídio da instituição, em Maruípe.

O crime aconteceu no segundo andar do prédio onde o casal morava junto com a filha de 10 anos. A criança presenciou o assassinato e foi ela quem pediu socorro para a mãe.

De acordo com uma amiga da vítima, o casal estava junto há cerca de 20 anos.

“Eles brigavam muito, ele batia nela. Ele era um camarada muito violento. Há 10 anos eles se separaram e depois de mais de um ano foi que eles voltaram”, contou a aposentada Janete Alves Mesquita, que era amiga da família.

Ainda segundo ela, por meio de postagens nas redes sociais, Kátia já demonstrava que algo na relação com o companheiro não estava bem.

Moradores do prédio contaram que ouviram gritos de socorro por volta das 19h. Logo em seguida, ouviram também barulho do tiro. Na sequência, a filha do casal desceu do apartamento pedindo ajuda.

Um vizinho da família, que preferiu não se identificar, afirmou que já existiu um inquérito contra o policial, que poderia ter resultado em sua expulsão da Polícia Militar. No entanto, como Kátia retirou a queixa, o marido conseguiu ser promovido a cabo recentemente.

De acordo com o boletim da Polícia Militar, quando os policiais chegaram ao prédio onde o crime aconteceu, o cabo estava no local e teria levado os colegas de profissão até o local do crime.

Depois, ele foi levado do local por uma viatura da PM. Antes de ser levado para o presídio da PM, o policial precisou receber atendimento médico por se queixar de mal-estar e dores de cabeça.

Fonte: G1

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