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Economia

Economia: iluminação de LED diminui os custos de energia elétrica em até 32% do valor total da fatura

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Empresa brasileira de luminárias de LED aponta crescimento de 25% na busca por esse tipo de iluminação - Foto: Ilustração
O Brasil vem sofrendo com preços altos da energia elétrica há muito tempo. Somente em 2021, até o mês de agosto, houve três aumentos. Em outubro, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou o aumento de mais 16% para quase 8 milhões de consumidores do Distrito Federal, Goiás e São Paulo. E não acaba por aí, durante o mês de novembro, a Aneel já estimou outro crescimento de 21,04% em 2022.
Diante de situações como essa, muitas famílias e até mesmo empresas e comércios vêm buscando por opções mais econômicas para diminuir os custos, entre suas escolhas está o uso de luminárias de LED.

Segundo Castellane Ferreira, da ONNO LED, divisão de negócio de soluções de iluminação da Varixx, somente neste ano a procura por esse tipo de iluminação cresceu 25%, e a expectativa é que esse aumento seja de 35% em 2022.

“As pessoas estão cada vez mais buscando alternativas que consigam suportar suas necessidades com custos mais baixos. Apesar de o investimento ser maior, além da economia, a durabilidade também é superior, fazendo com que o LED se torne a opção mais viável tanto para pessoas físicas quanto para pessoas jurídicas”, afirma Castellane Ferreira, Engenheiro e Diretor da ONNO LED.

A economia com iluminação usando o LED é acima de 78%, em comparação com outras categorias de iluminação, segundo a Onno. Na indústria, os custos com iluminação variam de 20% a 40% do total de energia elétrica consumida, dependendo do segmento de atuação. Assim, ao escolher a iluminação LED a redução de custo com energia elétrica pode chegar na casa de 32% em relação ao valor total da fatura. A luz não esquenta o ambiente ao qual está instalado, em comparação aos outros tipos de lâmpadas menos eficientes, e por ter maior eficiência luminosa, gera mais brilho com menos energia.

Ferreira ainda afirma que esse modelo é sustentável, sendo livre de metais pesados poluentes, como mercúrio e chumbo, e 98% dos materiais são recicláveis.

“Nos últimos anos conseguimos analisar que o LED de fato vem ganhando ainda mais força. Acredito que, além do que já foi citado, outro ponto que faz toda a diferença é a segurança que ele traz, já que são produtos que não esquentam e nem emitem radiação infravermelho e ultravioleta”, conta.

Por fim, ele ainda finaliza dizendo que existem diversas cores disponíveis em temperaturas de cor fria, neutra ou quente que podem ser combinadas para criar diferentes ambientes. Segundo o executivo, a marca já conta com mais de 2 mil clientes, de arquitetos renomados a grandes empresas, e vem investindo pesado em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos, incluindo a construção de uma nova fábrica para projetos avançados de iluminação sustentável e agricultura do futuro usando LED.

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Economia

IBGE oferece 266 mil oportunidades de emprego até 21 de janeiro

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Cerca de 78 milhões de residências brasileiras devem receber, a partir do dia 1º de agosto, a visita de um agente recenseador do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), informou hoje (17) o presidente do órgão, Eduardo Luiz Gonçalves Rios Neto.

Entrevistado pelo programa A Voz do Brasil, Neto afirmou que o levantamento censitário brasileiro, que é realizado a cada 10 anos, seguirá rígidos protocolos de distanciamento e de segurança sanitária, tanto para os agentes quanto para os entrevistados.

Essencial para a formulação de políticas públicas e para traçar o perfil de todas as camadas sociais, o Censo é a mais completa pesquisa realizada no Brasil sobre a realidade da população em todo o território nacional.

“O Censo é a única investigação familiar que cobre todos os municípios do país. É uma oportunidade única de ver o retrato estrutural que é essencial para o planejamento. É uma pesquisa socioeconômica completa”, afirmou o presidente.

Para tanto, o instituto contratará, até o dia 21 de janeiro, 266 mil profissionais em diversos cargos para realizar o Censo 2022. Destes, 183 mil serão recenseadores. A escolaridade necessária é o ensino fundamental completo, e a remuneração começa em R$ 1.700, podendo alcançar R$ 2.100.

Os contratos serão temporários, com jornada prevista de três meses – podendo haver renovação por um mês adicional. Todos os contratados receberão férias e 13º salário proporcionais.

Assista na íntegra:

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*Matéria em atualização.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

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