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Eleição de Cicilliotti ao TCE tem a marca da força do governo na Assembleia

A histórica influência e poder de mando do Executivo sobre o Legislativo foi mantida, mais uma vez, na sessão da Assembleia Legislativa desta terça-feira (18) que elegeu Luiz Carlos Cicilliotti para a vaga de conselheiro no Tribunal de Contas Estado (TCE).  Ele recebeu 27 dos 30 votos dos deputados estaduais, confirmando o acordo celebrado na […]

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A histórica influência e poder de mando do Executivo sobre o Legislativo foi mantida, mais uma vez, na sessão da Assembleia Legislativa desta terça-feira (18) que elegeu Luiz Carlos Cicilliotti para a vaga de conselheiro no Tribunal de Contas Estado (TCE).  Ele recebeu 27 dos 30 votos dos deputados estaduais, confirmando o acordo celebrado na última quinta-feira (15), no Palácio Anchieta. 

Deixaram de votar no candidato do governador Renato Casagrande (PSB) os deputados Lorenzo Pazolini (PRP), Carlos Von (Avante) e Sergio Majeski (PSB). A maioria cumpriu o que foi acordado na semana passada, que resultou na desistência do deputado Marcelo Santos (PDT) em disputar a vaga.  

A eleição de Cicilliotti, que é presidente estadual do PSB, foi realizada no mesmo dia da publicação do edital de convocação no Diário Oficial do Estado, o que chamou a atenção de Majeski, que defende alteração na forma de escolha dos conselheiros. 

Ele citou a necessidade de uma sabatina dos candidatos, a fim de dar maior transparência sobre a qualificação de cada um e também lembrou projeto do então senador Renato Casagrande defendendo os mesmos critérios apresentados por ele na sessão desta terça-feira. 

Nesse contexto, Majeski inscreveu na vaga de conselheiro os auditores do TCE Alexsander Binda Alves, votado por Majeski e Carlos Von, Odilson Souza Barbosa Júnior, que teve o voto de Lorenzo Pazolini, e Holdar de Barros Figueira Netto, os mesmos que participaram no ano passado, na eleição do ex-deputado Rodrigo Coelho para conselheiro. 

O clima de tranquilidade ocorreu durante toda a votação, como falou o deputado Marcos Mansur (PSB), ao declarar o voto: “Pela harmonia desta Casa e com o governo, voto Cicilliotti”. 

Já o deputado José Esmeraldo (MFDB), depois de enaltecer as qualidades do novo conselheiro, elogiou o deputado Marcelo Santos pelo acordo com o governo que o levou a desistir da candidatura.

Luiz Carlos Cicilliotti vai ocupar a vaga aberta com a aposentadoria do conselheiro Valci Ferreira, em prisão domiciliar por denúncia de corrupção e lavagem de dinheiro. A substituição de Valci movimentou os meios políticos desde 2018, e em janeiro deste ano o nome do deputado Marcelo Santos (PDT), vice-presidente da Assembleia, apareceu com um dos favoritos.

No entanto, durou pouco a alegria pela recomposição do “blocão” liderado pelo deputado estadual Marcelo Santos (PDT), que deixou aparentemente fortalecido o grupo do presidente da Assembleia Legislativa, Erick Musso (PRB), na disputa pela indicação do conselheiro do TCE. Na sexta-feira passada, o que parecia ser um embate se transformou em um grande acordo. 

Fonte: Século Diário

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Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

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Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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