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Comportamento

Em nome das tradições orientais, botaram vestes nas estátuas de sereias

Duas estátuas de sereias expostas em um parque de atrações de Indonésia foram adequadas aos “valores orientais” pelas autoridades que colocaram uma faixa dourada para cobrir seus bustos. Estas estátuas de sereia estiveram durante anos expostas no parque de atrações Yakarta Ancol Dreamland. Uma regulamentação recente dispôs adequá-las, porém, aos “valores orientais”, motivo pelo qual as autoridades […]

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Duas estátuas de sereias expostas em um parque de atrações de Indonésia foram adequadas aos “valores orientais” pelas autoridades que colocaram uma faixa dourada para cobrir seus bustos. Estas estátuas de sereia estiveram durante anos expostas no parque de atrações Yakarta Ancol Dreamland. Uma regulamentação recente dispôs adequá-las, porém, aos “valores orientais”, motivo pelo qual as autoridades passaram a cobrir seus seios.

No início, cobriu-se apenas o busto das estátuas, mas, como os visitantes do parque as descobriam constantemente, as autoridades locais decidiram deslocar as duas obras para um setor mais afastado, disseram à AFP.

A porta-voz do parque, Rika Lestari, insistiu em que não foi por pressões externas que cobriram as estátuas.

“Não houve pressões de grupo algum”, afirmou.

“Ancol quer se tornar um parque de atrações e área de férias para as famílias”, acrescentou.

Isso não impediu que o parque continue sendo alvo de sarcasmo nas redes sociais.

“Obrigado, Ancol. Agora, ninguém cometerá adultério ocular por olhar os peitos das sereias”, tuitou o ator Soleh Solihun.

Lestari havia declarado ao jornal indonésio Kompas que eram “gente do Oriente, temos uma cultura oriental, por isso, o que era inadequado tornamos adequado”.

“É apenas uma questão de percepção, porque o que fizemos foi o melhor para nós. É algo bom”, completou.

A Indonésia tem a maior comunidade muçulmana do mundo e predominam no país os valores conservadores.

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Comportamento

Deputados capixabas aprovam uso do nome afetivo de crianças em processo de adoção

Os deputados aprovaram, nesta quarta-feira (9), o Projeto de Lei (PL) 63/2019, que determina que os registros de instituições escolares, de saúde, cultura e lazer deverão conter um espaço para o uso do nome afetivo. O nome afetivo é aquele pelo qual a criança ou adolescente se reconhece, mas que ainda não foi oficializado, pois […]

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Os deputados aprovaram, nesta quarta-feira (9), o Projeto de Lei (PL) 63/2019, que determina que os registros de instituições escolares, de saúde, cultura e lazer deverão conter um espaço para o uso do nome afetivo. O nome afetivo é aquele pelo qual a criança ou adolescente se reconhece, mas que ainda não foi oficializado, pois o processo de adoção não foi concluído.

A matéria de iniciativa do deputado Gandini (Cidadania) tramitava como urgência e recebeu parecer favorável em reunião conjunta das comissões de Justiça, Cidadania, Assistência Social, Proteção à Criança e ao Adolescente e Finanças. 

De acordo com a proposta, esses cadastros deverão disponibilizar o campo de preenchimento “nome afetivo” em destaque, acompanhado do nome civil, que será usado apenas para fins administrativos internos. Na justificativa da matéria, o autor destacou que o projeto de lei foi pensado a partir de relatos de membros do Grupo de Apoio a Adoção Gerando com o Coração, que reúne famílias que adotaram seus filhos.

“A dificuldade é ainda maior nos espaços sociais externos que mais influenciam na construção identitária do menor, como por exemplo, ao efetuar matrícula em escolas e creches, bem como no atendimento em unidades de saúde e consultórios médicos, visto que são obrigatoriamente registradas a partir do nome que consta em seu registro civil. Portanto, a utilização do nome afetivo nessas instituições é uma medida inclusiva”, defendeu o parlamentar na justificativa do projeto. 

Tramitação

No início de sua tramitação, a matéria recebeu despacho denegatório da Presidência da Casa sob argumento de que a iniciativa de lei, nesse caso, é privativa do governador. O parlamentar recorreu da decisão ao Plenário e conseguiu reverter a situação. Na sessão desta quarta-feira, Gandini relatou que cinco estados já contam com leis semelhantes – Mato Grosso, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo – e que todas partiram da iniciativa parlamentar. 

Gandini defendeu, ainda, a importância do projeto para as crianças em processo de adoção: “Principalmente na adoção tardia, o adolescente não quer conviver com aquele nome que pode trazer lembranças negativas”, justificou. A matéria segue para o posicionamento do Poder Executivo. 

Datas comemorativas

Ainda foram aprovados, nesta quarta-feira, os PLs 267 e 788/2019. O primeiro, de iniciativa de Marcelo Santos (PDT), define a data de 1º de agosto como o Dia Estadual do Kitesurf e do Kitesurfista. A segunda matéria, do Pr. Marcos Mansur (PSDB), institui o terceiro domingo do mês de agosto como o Dia Estadual do Obreiro Universal. 

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