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Entre os mais afetados da América Latina, Peru anuncia fim da quarentena

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Nesta terça-feira (30), chega ao fim o período de confinamento obrigatório no Peru. A quarentena durou 107 dias no país. Em comunicado, o governo assegurou que os casos do novo coronavírus (Sars-coV-2) estão em queda.

Bandeira do Peru hasteada
Divulgação

Bandeira do Peru hasteada

“Agora não estamos mais em um platô, estamos em franco declínio. Estamos baixando lentamente. Hoje em dia, cada pessoa contagia, em média, 0,7 pessoa em todo o país”, disse o ministro da Saúde , Víctor Zamora, em entrevista publicada no último domingo (28) no jornal La República .

De acordo com Zamora, a quarentena peruana salvou 145 mil vidas e evitou mais de um milhão de internações nos hospitais. Agora, a partir de 1º de julho, apenas 25 regiões do país continuarão em quarentena, o que representa cerca de sete milhões de pesssoas.

Até esta segunda-feira (29), o Peru registrou mais de 279 mil casos e 9.317 mortes devido ao novo coronavírus . Na América Latina, é o segundo país com o maior número de casos, atrás do Brasil.

Fonte: IG Mundo

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Fernandéz faz carta para Bolsonaro desejando uma rápida recuperação

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Alberto Fernandez e Bolsonaro (twitter)
Reprodução Twitter @sebastianarcher

Alberto e Bolsonaro


Diante da confirmação de que o presidente brasileiro Jair Bolsonaro testo positivo para o coronavírus, seu colega argentino, Alberto Fernández, enviou uma carta para expressar seu desejo de uma rápida recuperação e solicitar que extremo cuidado fosse tomado no país vizinho.

“Com muito pesar, soube que ele foi afetado pelo COVID-19. Quero expressar meus desejos de que ele se recupere muito em breve”, começou o presidente.

A carta possui quatro parágrafos, e Fernández analisou que “o perigo dessa pandemia se manifesta nos níveis de contágio. Esse vírus não faz distinção entre governantes e governados. Estamos todos ameaçados e é por isso que os cuidados devem ser extremos”.

Usando de objetividade, destacou a necessidade de se cuidar, disse o presidente argentino, foi entendida pelos “povos que enfrentam essa tragédia com integridade e responsabilidade”. Por esse motivo, sustentou que “nesta hora difícil” receba  saudação e solidariedade como todos os cidadãos do Brasil.

A assinatura da carta não é menos notável: “Sinceramente “, como o livro de sua vice-presidente Cristina Kirchner, “Alberto Fernández”, escrito com uma caneta azul.


Fonte: IG Mundo

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