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Política

Erick Musso desiste da disputa ao Governo do ES e vai tentar o Senado; assim a candidatura de Meneguelli é rifada e ele deve disputar vaga na Assembleia

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Sérgio Meneguelli e Erick Musso

O atual presidente da Assembleia Legislativa do Espírito Santo, Erick Musso (Republicanos), então pré-candidato ao governo do Estado, vai disputar uma vaga no Senado. Sérgio Meneguelli, ex-prefeito de Colatina, era o nome do partido para este posto, mas foi rifado politicamente. Meneguelli já esperava por este movimento, após um telefonema do presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, para o presidente estadual, Roberto Carneiro.

Nesta quarta-feira (27), outro postulante ao Palácio Anchieta, o deputado federal Felipe Rigoni, anunciou que abandonaria a disputa após ficar isolado em seu partido, o União Brasil, com a debandada da família Ferraço do partido. Rigoni comanda o União Brasil no Espírito Santo e há tempos está próximo de Erick Musso. A assessoria de Rigoni convocou uma entrevista coletiva para esta quinta-feira (28) à noite, onde o presidente da Assembleia e o deputado federal falarão “sobre o posicionamento de ambos no processo eleitoral”.

Erick Musso tem 35 anos, a idade mínima para alguém concorrer à vaga ao Senador. Rigoni tem 31.

A disputa ao Senado será difícil. No páreo estão o ex-senador Magno Malta (PL) e a atual senadora Rose de Freitas (MDB). Meneguelli seria um risco para Magno, podendo tirar votos do ex-senador.

O pedido para eliminar o ex-prefeito de Colatina do pleito partiu do presidente Jair Bolsonaro (PL), segundo fontes do Republicanos. Assim o caminho fica mais fácil para Magno, aliado do presidente da República.

Meneguelli já foi informado do movimento e a ele deve ser oferecida a oportunidade de concorrer à Assembleia Legislativa.

O ex-prefeito de Colatina já afirmou que “forças estranhas” tentavam puxar seu tapete e deu nome aos bois: Magno Malta.

 

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Projeto cria programa de acompanhamento de pacientes de câncer de mama

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O Senado aprovou hoje (10) o projeto que cria um programa de acompanhamento de pacientes com câncer de mama, para prestar orientação e tornar mais ágeis o diagnóstico e o tratamento. O projeto de criação do Programa Nacional de Navegação de Pacientes para Pessoas com Neoplasia Maligna de Mama volta à Câmara dos Deputados para nova análise, uma vez que foi modificado pelos senadores.

O texto estabelece a criação do programa no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) e integrado à Política Nacional de Atenção Oncológica, com medidas de agilidade no atendimento, diagnóstico e tratamento da doença. Segundo o projeto, o diagnóstico deve ser viabilizado em menos de 30 dias. Depois de diagnosticado, o paciente deve ter o tratamento iniciado em até 60 dias.

A navegação é o acompanhamento dos casos de suspeita ou de confirmação da doença com abordagem individual e orientações a cada paciente. De acordo com o relatório, os navegadores atuam como uma ponte entre o paciente, o estabelecimento de saúde e os recursos da comunidade.

“Somos favoráveis à iniciativa legislativa e esperamos que seja transformada em lei para beneficiar as pessoas com câncer de mama que dependem do SUS. Essas pessoas precisam enfrentar as inúmeras barreiras que costumam impedi-las de exercer seu direito à saúde, garantido pela própria Constituição Federal, especialmente no caso dos doentes pertencentes às camadas mais vulneráveis da população brasileira”, diz o relatório.

O projeto, oriundo da Câmara sofreu alterações e voltará àquela Casa para nova análise. Uma das emendas incluiu no texto a determinação de que a equipe de saúde mantenha contato com o paciente por telefone e por e-mail além de garantir a ele o direito de entrar em contato sempre que tiver necessidade de esclarecer suas dúvidas ao longo do tratamento. A outra emenda determina que o programa deve estar integrado à Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas.

A aprovação do projeto ocorreu no dia reservado à votação de propostas voltadas aos interesses e direitos da mulher. O dia de hoje foi escolhido em comemoração aos 16 anos da Lei Maria da Penha, completados no dia 7 de agosto.

* Com informações da Agência Senado

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Política Nacional

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