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Saúde

ES tem caso de coronavírus confirmado

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Nestsa quintsa-feira (5) o Espírito Santo teve o primeiro caso de novo coronavírus confirmado. A informação é do Ministério da Saúde. Já são oito casos da doença confirmados e 635 suspeitos no Brasil.

Em nenhum dos casos há relatos de transmissão local. Todos os pacientes têm histórico de viagem ao exterior.

Até agora, são seis casos em São Paulo, um no Espírito Santo e um no Rio de Janeiro.

Segundo o Ministério da Saúde, o caso confirmado no Espírito Santo é o de uma mulher de 37 anos que viajou para a Itália recentemente.

Outros quatro casos estão sendo investigados no estado e oito já foram descartados.

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Saúde

Especialista defende que crianças a partir de 3 anos também sejam imunizadas o quanto antes

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Projeto Curumim começou a testar o uso da vacina Coronavac no público de 3 a 17 anos no Espírito Santo

Teve início nesta segunda-feira (17) o projeto Curumim, realizado pelo grupo de pesquisa em vacinas do Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes (Hucam), que testa o uso da vacina Coronavac no público de 3 a 17 anos no Espírito Santo. O estudo, que terá a participação de 1.280 crianças e adolescentes, possibilitará o conhecimento sobre eficácia, produção de anticorpos e células de defesa nessa faixa etária.

“À medida que temos um aumento do número de casos de Covid na população, é extremamente importante a imunização do maior número de pessoas, e isso inclui as crianças. Até o momento já temos estudos de segurança e eficácia de crianças até os 3 anos de idade, portanto, assim que seja possível elas devem ser imunizadas”, alerta o infecto pediatra da Unimed Vitória Pedro Peçanha.

O especialista reforça que toda iniciativa estabelecida de forma séria, estruturada e segura, como avalia ser o caso do projeto em questão, deve ser valorizada. “A Coronavac já é utilizada em crianças acima dos 3 anos em outros países e demonstrou potencial para criação de anticorpos, sem efeitos adversos graves. Sua tecnologia é conhecida, o que a torna uma opção para a imunização das nossas crianças”.

Vale ressaltar que a Coronavac está em avaliação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a análise do uso em crianças de 3 a 11 anos. Peçanha ressalta ainda que a não vacinação em massa desse público pode comprometer o retorno às aulas. “Pode chegar a ocorrer atrasos e interrupções no ano letivo caso as crianças não estejam devidamente vacinadas”.

No último sábado (15) crianças a partir de 5 anos com comorbidades começaram a ser vacinadas com o imunizante da Pfizer. De acordo com declaração do secretário de Estado da Saúde, Nésio Fernandes, a expectativa do Estado é vacinar todas as crianças de 5 a 11 anos com a primeira dose até março.

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