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Saúde

ES tem segundo caso de coronavírus confirmado

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A Secretaria de Estado de Saúde (Sesa) confirmou, no final da tarde de quinta-feira (12), o segundo caso de coronavírus no Estado.

De acordo com o último boletim da Sesa, o paciente é um homem, brasileiro que mora no exterior, e estava visitando parentes no Espírito Santo. Ele está em isolamento domiciliar e não apresenta sintomas graves.

Segundo a secretaria, o Estado agora possui dois casos confirmados, 48 descartados e 21 em investigação.

O número de casos confirmados do novo coronavírus no Brasil agora é de 77, de acordo com a última atualização do Ministério da Saúde, divulgada na tarde desta terça-feira (12). De manhã, o número de infectados era de 60.

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Saúde

Especialista defende que crianças a partir de 3 anos também sejam imunizadas o quanto antes

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Projeto Curumim começou a testar o uso da vacina Coronavac no público de 3 a 17 anos no Espírito Santo

Teve início nesta segunda-feira (17) o projeto Curumim, realizado pelo grupo de pesquisa em vacinas do Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes (Hucam), que testa o uso da vacina Coronavac no público de 3 a 17 anos no Espírito Santo. O estudo, que terá a participação de 1.280 crianças e adolescentes, possibilitará o conhecimento sobre eficácia, produção de anticorpos e células de defesa nessa faixa etária.

“À medida que temos um aumento do número de casos de Covid na população, é extremamente importante a imunização do maior número de pessoas, e isso inclui as crianças. Até o momento já temos estudos de segurança e eficácia de crianças até os 3 anos de idade, portanto, assim que seja possível elas devem ser imunizadas”, alerta o infecto pediatra da Unimed Vitória Pedro Peçanha.

O especialista reforça que toda iniciativa estabelecida de forma séria, estruturada e segura, como avalia ser o caso do projeto em questão, deve ser valorizada. “A Coronavac já é utilizada em crianças acima dos 3 anos em outros países e demonstrou potencial para criação de anticorpos, sem efeitos adversos graves. Sua tecnologia é conhecida, o que a torna uma opção para a imunização das nossas crianças”.

Vale ressaltar que a Coronavac está em avaliação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a análise do uso em crianças de 3 a 11 anos. Peçanha ressalta ainda que a não vacinação em massa desse público pode comprometer o retorno às aulas. “Pode chegar a ocorrer atrasos e interrupções no ano letivo caso as crianças não estejam devidamente vacinadas”.

No último sábado (15) crianças a partir de 5 anos com comorbidades começaram a ser vacinadas com o imunizante da Pfizer. De acordo com declaração do secretário de Estado da Saúde, Nésio Fernandes, a expectativa do Estado é vacinar todas as crianças de 5 a 11 anos com a primeira dose até março.

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