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Espírito Santo tem o menor número de homicídios no período do Carnaval desde 2001

O Espírito Santo registrou o menor número de homicídios no período de Carnaval desde o ano de 2001. Também não foi registrado nenhum homicídio em local de folia. Os dados são da Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social (Sesp). No período entre sexta-feira (1) às 18 horas até 06 horas desta quarta-feira […]

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O Espírito Santo registrou o menor número de homicídios no período de Carnaval desde o ano de 2001. Também não foi registrado nenhum homicídio em local de folia. Os dados são da Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social (Sesp). No período entre sexta-feira (1) às 18 horas até 06 horas desta quarta-feira (6), foram contabilizados 15 homicídios em todo o Estado, uma redução de 31% em relação ao ano passado (quando foram registrados 22 homicídios no período de Carnaval).

Em 2019, não foram registrados homicídios dolosos na sexta-feira (entre 18h e 23h59) e na segunda-feira (4). No sábado (2), foram contabilizadas três ocorrências (uma em Vitória, Conceição da Barra e Serra); no domingo (3), cinco (duas na Serra, uma em Colatina, Jaguaré e Vitória); na terça (5), cinco (duas em Vitória e Linhares, além de uma na Serra); e de 0h até 6h desta quarta, duas (uma em Linhares e outra em São Mateus). Os números estão abaixo da média histórica do período de Carnaval, quando são registrados cinco homicídios por dia.

Nos demais tipos de incidentes durante no período de folia, a Sesp registrou 278 ocorrências de furto/roubo de celular e 148 de furto/roubo a pessoa em via pública. Foram 124 ocorrências de furto/roubo a veículos e dez de furto/roubo de bicicletas em todo o Estado. A Secretaria registrou ainda 142 incidentes de utilização de som automotivo. Nove pessoas morreram em acidentes de trânsito no período.

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Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

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Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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