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EUA: Justiça autoriza escola a utilizar choque elétrico como método de ensino

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 Centro Educacional Judge Rotenberg venceu uma ação para utilizar o choque como

Centro Educacional Judge Rotenberg venceu uma ação para utilizar o choque como “tratamento de último recurso” para correção comportamental – Reprodução/Youtube

O Centro Educacional Judge Rotenberg, localizado em Massachusetts, nos Estados Unidos, e focada para alunos especiais, apelou e obteve uma vitória judicial para continuar a realizar métodos ‘questionáveis’ de ensino: a utilização do choque elétrico. As informações são do jornal Independent.

O tribunal norte-americano decidiu que o Food and Drug Administration (FDA) – órgão que se assemelha à Anvisa, no Brasil – não tem poder para impedir a escola Judge Rotenberg um dispositivo chamado de Desacelerador Eletrônico Graduado (DEG) como “tratamento de último recurso”.

Dos 300 alunos presentes na escola, 55 deles possuem aprovação para que passem pelo ‘tratamento de choque’

O colégio Rotenberg informou que os choques são realizados sob a autorização da família do aluno e de um juíz local. A principal alegação dos familiares é a de preferir choques elétricos ao uso de medicamentos.

Em um comunicado, o centro educacional alegou que, “com o tratamento, esses residentes podem continuar a participar de experiências enriquecedoras, desfrutar de visitas com suas famílias e, o mais importante, viver em segurança e livres de comportamentos autoagressivos e agressivos”.

A associação de pais dos alunos que estudam em Rotenberg elogiou o posicionamento do tribunal. Em nota, o grupo ressaltou que continuarão a lutar “para manter nossos entes queridos vivos e seguros e para manter o acesso a este tratamento de último recurso que salva vidas”.

O FDA articulou para banir os dispositivos em 2016 e chegou a publicar uma portaria proibindo a sua utilização. Sua proibição, porém, não chegou a entrar em vigor.

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Ponto de não retorno para aquecimento global teria sido superado

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Durante os 389 dias no mar, as equipes a bordo do quebra-gelo "Polarstern" coletaram muitas informações sobre a mudança climática - Foto: © Captura de tela

A temperatura global já teria superado um ponto não retorno. A advertência de um possível aquecimento irreversível do planeta foi feita nesta terça-feira (15) pelo cientista alemão que comandou a maior expedição enviada ao Ártico.

“Somente as observações que faremos nos próximos anos poderão nos indicar se ainda é possível salvar as geleiras do Ártico, presentes o ano todo graças a uma proteção do clima, ou se já superamos o ponto de não retorno”, disse Markus Rex. O cientista fez o balanço oito meses após o retorno da missão internacional de um ano no Polo Norte.

“O desaparecimento das geleiras durante o verão no Ártico é uma das primeiras bombas de um campo minado, um dos primeiros pontos de não retorno que atingimos com um aquecimento exagerado” (global), detalhou o alemão em uma entrevista coletiva em Berlim, ao lado da ministra da Educação e Pesquisa Anja Karliczek. “Podemos nos perguntar se já não estamos andando sobre esta mina e se já não ativamos o início da explosão”, completou o climatologista.

Ultrapassar o ponto irreversível acarretaria um “efeito dominó” com consequências catastróficas para o planeta, advertiu o cientista. Isso pode “agravar ainda mais o aquecimento com o desaparecimento da calota polar da Groenlândia ou o degelo de zonas amplas do permafrost [tipo de solo encontrado na região, constituído por terra, gelo e rochas permanentemente congelados] do Ártico”.

“O epicentro do aquecimento global”

A maior expedição enviada ao Polo Norte, chamada MOSAIC, retornou à Alemanha em outubro de 2020. Na época, o chefe da missão alertou sobre a ameaça atual contra as camadas de gelo, que desaparecem a uma “velocidade dramática”.

As equipes ficaram 389 dias no mar, a bordo do quebra-gelo “Polarstern”. Elas coletaram muitas informações sobre as mudanças climáticas, principalmente nos meses em que o navio ficou à deriva no gelo do Polo Norte. O retrocesso das geleiras é considerado pelos cientistas o “epicentro do aquecimento global”, segundo Rex.

Fonte: RFI Brasil

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