conecte-se conosco


Ciência e Tecnologia

Facebook expôs senhas de 600 milhões usuários internamente; entenda

Milhões de senhas do Facebooke do Instagram eram armazenadas sem criptografia no banco de dados da empresa desde 2012, de maneira que ficassem visíveis para mais de 2 mil funcionários da rede social. A descoberta foi divulgada pelo site especializado Krebs on Security, na última quinta-feira (21), a partir do contato com uma fonte anônima que trabalha no […]

Publicados

em

Milhões de senhas do Facebooke do Instagram eram armazenadas sem criptografia no banco de dados da empresa desde 2012, de maneira que ficassem visíveis para mais de 2 mil funcionários da rede social. A descoberta foi divulgada pelo site especializado Krebs on Security, na última quinta-feira (21), a partir do contato com uma fonte anônima que trabalha no Facebook.

Em resposta, a rede social informou que notificará os usuários atingidos e os aconselhará a trocar de senha. Embora reconheça o problema, o Facebook se defende alegando que esses dados nunca vazaram e que não há evidência de que os funcionários tenham abusado do poder de acessar milhões de senhas.

Entre 200 a 600 milhões de contas foram afetadas pela falha de segurança do Facebook, que foi descoberta pela empresa em janeiro durante uma análise rotineira de segurança. Senhas devem ser armazenadas com uso de criptografia, para que elas se tornem ilegíveis e tenham aparência completamente diferente do código original.

Sem a criptografia, a senha fica extremamente vulnerável a quem tem poderes de acesso a essas estruturas de dados. Registros internos do Facebook indicam que pelo menos 2 mil engenheiros fizeram cerca de 9 milhões de consultas às estruturas de armazenamento da rede social desde 2012. Qualquer um deles poderia ter copiado as senhas, caso assim desejasse.

Em comunicado oficial sobre o problema, o Facebook admite a ocorrência do episódio, mas garante que nenhum desses dados vazou dos seus servidores e que não encontrou evidências de que seus funcionários possam ter abusado do poder de ler a senha de milhões de contas. A rede social salienta ainda que mudanças de infraestrutura estão sendo colocadas em prática para impedir que algo assim ocorra no futuro — veja o comunicado na íntegra.

Como evitar que suas senhas fiquem vulneráveis

O Facebook também aproveitou para dar dicas a seus usuários a respeito das senhas. A rede recomenda que você troque sua senha e evite usar a mesma sequência para o Instagram. Outras dicas reforçam a importância do uso de gerenciadores de senha e da ativação da ferramenta de autenticação em dois fatores nos produtos e serviços da rede.

Por Filipe Garrett TechTudo

Comentários Facebook
Propaganda

Ciência e Tecnologia

Vacinação em SP começa a partir de 25 de janeiro, diz governo

Publicados

em

Por

O governo paulista anunciou nesta segunda-feira (7) que a vacinação contra Covid-19 começará no dia 25 de janeiro, dia do aniversário de São Paulo.

Serão 10 milhões de doses nessa primeira fase, que será voltada para idosos, profissionais de saúde, indígenas e quilombolas.

A vacinação será gratuita através do Sistema Único de Saúde do estado.

Cada município deverá elaborar um “plano de recebimento e armazenamento” da vacina. Mais detalhes serão anunciados na entrevista coletiva do governo a partir das 12h45.

Na semana que vem, o governo pedirá o registro do imunizante à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Na última quinta-feira (3), foi anunciado que os resultados da fase 3 dos testes da Coronavac serão apresentados nas próximas semanas.

“No meu entendimento, todas as colocações anunciadas pelo Ministério da Saúde para que uma vacina preencha os requisitos para uso emergencial estarão cumpridas pela vacina do Butantan”, disse João Gabbardo, coordenador do Centro de Contingência da doença no estado.

Avanço das vacinas

Veja qual é o status das potenciais vacinas contra Covid-19 no mundo:

Pfizer/BioNTech

A vacina da Pfizer e sua parceira alemã BioNTech mostrou ser 90% eficaz na prevenção da doença com base em dados iniciais de um estudo amplo. O Reino Unido se tornou o primeiro país do mundo a aprovar o uso do imunizante contra a Covid-19, que começará a ser aplicado nesta terça (8).

Moderna

Já o imunizante da farmacêutica Moderna tem 94,5% de eficácia contra o novo coronavírus, de acordo com dados divulgados em novembro pela empresa, tornando-a a segunda vacina nos Estados Unidos a ter uma taxa de sucesso alta. A companhia espera ter entre 100 milhões e 125 milhões de doses de sua vacina contra o novo coronavírus disponíveis até o primeiro trimestre de 2021, com a maioria delas destinadas ao mercado dos Estados Unidos.

AstraZeneca/Oxford

Também em novembro, a AstraZeneca anunciou que sua potencial vacina contra a Covid-19, desenvolvida em parceria com a Universidade de Oxford, apresentou eficácia média de 70% na proteção contra o vírus, considerando testes de voluntários em estudos de fase 2 e 3 no Reino Unido e no Brasil.

A farmacêutica destacou, porém, que as taxas variam dependendo a quantidade de doses que certos grupos receberam: entre os que foram vacinados com duas doses completas, a eficácia observada foi de 62%; enquanto, em outro grupo que recebeu uma dose inteira e outra fracionada, a eficácia sobe para 90%.

Coronavac

Favorita do governo de São Paulo, a Coronavac, vacina experimental contra Covid-19 da chinesa Sinovac, induziu uma rápida resposta imune, mas o nível de anticorpos produzidos foi menor do que o visto em pessoas que se recuperaram da doença, mostraram dados preliminares dos testes clínicos com a vacina. O governador João Doria espera ter o produto disponível para vacinação já em janeiro de 2021.

Sputnik V

O fundo soberano russo, que financia o desenvolvimento da vacina Sputnik V contra a Covid-19, afirmou em novembro que o imunizante apresentou uma eficácia de 92%, de acordo com resultados provisórios de testes.

Moscou começou neste sábado (5) a vacinação com a Sputnik V, priorizando médicos e outros profissionais da área de saúde, professores e assistentes sociais. Cientistas levantaram preocupações sobre a velocidade com que o medicamento foi desenvolvido e com que o governo russo autorizou o registro, além de iniciar a vacinação em massa.

Comentários Facebook

Continue lendo

CIDADES

ESTADO

POLÍTICA

ENTRETENIMENTO

Mais Lidas da Semana