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Facebook remove propaganda nazista postada por promotora do DF

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Promotora do Distrito Federal publicou propaganda nazista no Facebook
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Promotora do Distrito Federal publicou propaganda nazista no Facebook


O Facebook informou na noite desta quarta-feira que removeu o conteúdo nazista publicado pela promotora Marya Olímpia Ribeiro Pacheco. As publicações foram feitas na página pessoal da servidora pública do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).

“Não permitimos conteúdo que elogia, apoia ou representa o nazismo e removemos conteúdos violadores mencionados pela reportagem”, informou o Facebook, por meio de nota.

Todas as postagens de Marya foram feitas em 17 de setembro de 2016. Elas ainda constavam na página de Facebook da promotora na manhã desta terça-feira. No entanto, a servidora restringiu o acesso a seu perfil. As publicações foram reveladas pelo Congresso em Foco.

Entre as postagens de cunho nazista, havia exaltações ao Führer (líder, em português) e imagens da suástica. Em uma das publicações há a mensagem “Kämpft für führer und volk” (“lute pelo líder e pelas pessoas”, em tradução livre). Outra conclama os trabalhadores a serem soldados de Hitler.

Marya é autodeclarada integrante da “milícia das mídias sociais” do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Ela postou em seu facebook um “crachá” de bolsonarista. A promotora também exibe nas redes sociais fotos ao lado do escritor Olavo de Carvalho.


Procurado pelo GLOBO, o Ministério Público não se manifestou. A instituição justificou “que se trata de rede social pessoal da promotora”.

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Supermercado do RJ vende cabeça de peixe em bandeja

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Carcaça de peixe à venda em mercado do RJ

Carcaça de peixe à venda em mercado do RJ – Reprodução

Uma parte do peixe que costuma ser descartada chamou atenção de cariocas ao aparecer à venda em bandejas no supermercado. Na cidade de Valença, no sul do Rio de Janeiro, está sendo comercializado avulso, sem o corpo do pescado.

A imagem foi compartilhada pela página “Barra Mansa Forte” nas redes sociais. “É a primeira vez que se vê na bandeja uma parte que nem todos consumiam, sendo descartada”, diz o post.

A comercialização da cabeça de peixe é apenas um entre os recentes episódios onde partes que geralmente não eram comercializadas passaram a ocupar as vitrines dos mercados no Brasil, em razão da crise econômica que levou grande parte da população à fome no país.

No Pará, restos de peixe como vísceras, espinhas e cabeça também estão sendo vendidos. O quilo custa R$ 3,90.

Em Santa Catarina, após a repercussão de uma placa cobrando R$ 4 por kg de osso em um mercado, o Procon-SC emitiu uma nota técnica recomendando que os estabelecimentos evitassem a cobrança de ossos destinadas ao consumo humano.

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