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Fotos e vídeos mostram estragos causados pelo “ciclone bomba” em Santa Catarina; oito pessoas morreram

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ventos fortes

Ventos atingiram mais de 20 cidades de Santa Catarina. Foto: Paulo Marques / Twitter / Reprodução

 

Pelo menos oito pessoas morreram no estado de Santa Catarina, no Sul do Brasil, após a formação de um “ciclone bomba” causar ventos de até 120 km/h em cidades do interior e na capital, Florianópolis na noite desta terça-feira (30).

Segundo a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros do estado, pelo menos 25 municípios foram diretamente atingidos. Mais de 1,5 milhão de casa ficaram sem energia e dezenas de árvores caíram.

Uma das mortes ocorreu após uma estrutura cair em um homem na cidade de Tijucas. Na cidade de Chapecó, uma idosa foi morta após ser atingida por uma árvore, e na cidade de Santo Amaro da Imperatriz, na Grande Florianópolis, um homem morreu eletrocutado.

Na cidade de Brusque, uma mulher está desaparecida após cair de uma ponte. A previsão é de que os ventos fortes continuem nesta quarta, podendo chegar até 80 km/h. Nas redes sociais, vídeos registraram os fortes ventos.

Confira registros dos estragos em várias cidades:

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Cachorros são esfaqueados e envenenados em Belo Horizonte

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Cão envenenado
Divulgação/ Amor nas Quatro Patas

ONG atendeu quatro chamados envolvendo cães.

Moradores do Aglomerado da Serra, em Belo Horizonte, estão preocupados com a violência contra cachorros e gatos. Durante o final de semana, a ONG Amor nas Quatro Patas, que trabalha na proteção de animais, recebeu de núncias de que quatro cachorros foram esfaqueados e envenenados.

Um dos cães, a cadela Princesa, morreu pelas facadas e o cão Pequeno está internado em uma clínica veterinária depois de ter levado três facadas. Outros dois cães que foram vítimas de envenenamento foram resgatados e estão em um abrigo mantido pela ONG.

Os crimes aconteceram durante a madrugada. Segundo o jornal O Tempo, os moradores da região estão improvisando bebedouros e comedouros para evitar que os animais fiquem nas ruas, o que diminui o risco de violência.

De acordo com a presidente da ONG, Aline Fernandez, o grupo recebe chamados todos os dias e que não consegue atender todas as solicitações.

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