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Política Estadual

Frente discute educação física nas escolas

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Mais que momento desportivo e lúdico, a atividade física nas escolas pode ter reflexos no desenvolvimento da saúde física e mental de alunos ao longo da vida. Esse e outros aspectos da prática no ambiente escolar serão abordados na reunião da Frente Parlamentar da Educação Física que acontece nesta quarta-feira (13), às 15 horas, no Plenário Rui Barbosa. 

Foram convidados para falar sobre o tema “Projetos e Práticas para a Saúde na Educação Física Escolar” a mestre em Educação, Saúde e Meio Ambiente e coordenadora do Curso de Educação Física do Centro Universitário São Camilo, Cíntia Schiavini Beiriz, e o doutor em neurofisiologia cardiovascular e professor associado da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) Fabian Tadeu do Amaral. 

A Organização das Nações Unidas recomenda que crianças entre cinco e 17 anos pratiquem diariamente pelo menos 60 minutos de atividade física moderada a intensa. Mas na primeira reunião do colegiado, em 16 de outubro, palestrantes explicaram que não existe parâmetro de carga horária mínima no país para a disciplina e, normalmente, as aulas não contemplam o preconizado pelas autoridades de saúde. 

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Profissionais que participaram da primeira reunião também ressaltaram a importância da atividade física para escolares na prevenção do sedentarismo, da obesidade e problemas de saúde associados a esses fatores como hipertensão, diabetes, além de doenças cardiovasculares e problemas de ordem emocional.

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Política Estadual

Empreendedorismo nas escolas é tema de PL

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Iniciativas ou experiências educacionais dentro e fora da sala de aula e que têm como objetivo inspirar e proporcionar oportunidades para os estudantes se envolverem com o empreendedorismo. Esse é o desejo do deputado Luciano Machado (PV) no Projeto de Lei (PL) 829/2019 que tramita na Assembleia Legislativa (Ales).

A matéria prevê que a Política Estadual de Empreendedorismo seja instituída e desenvolvida nas instituições de ensino do Estado do Espírito Santo. O envolvimento com o empreendedorismo se daria na forma de disciplinas, técnicas de ensino, materiais didáticos, pesquisas, projetos interdisciplinares, eventos culturais, feiras, programas de tutoria e mentoria.

O texto do próprio projeto explica que se entende por empreendedorismo o aprendizado pessoal que, impulsionado pela motivação, criatividade e iniciativa, capacita para a descoberta vocacional, a percepção de oportunidade e a construção de um projeto de vida.

Entre as diretrizes da política sugerida estaria estimular a realização de pesquisas, experimentos e atividades que visem ao aprimoramento de ideias, à concretização e ao efetivo funcionamento dos negócios implementados. Entre os objetivos estão fomentar a atividade econômica e apoiar a criação e a gestão de pequenas empresas; além de desenvolver as competências empreendedoras nos alunos.

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Para o deputado Luciano Machado, os meios de ensino são estratégicos para difundir a cultura empreendedora, assim como o potencial criativo dos estudantes, para que estes possam dar vazão às suas competências empreendedoras. “O ensino do empreendedorismo já é uma prática mundial, sendo considerada uma estratégia nacional de ensino. Parcerias entre o Poder Público e instituições, como o Sebrae, concretizarão técnicas e ferramentas de aprendizagem inovadoras”, justifica.

O projeto será analisado pelas Comissões de Justiça, Educação e Finanças.

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