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Governador e bancada federal cumprem agendas com ministros em Brasília

O governador do Estado, Renato Casagrande, ao lado de integrantes da bancada federal, reuniu-se, nesta quarta-feira (20), com os ministros Tereza Cristina (Agricultura) e Tarcísio Freitas (Infraestrutura) em Brasília (DF). Os encontros trataram de assuntos de interesses do Espírito Santo, como a suspensão da medida que impede os portos capixabas de exportarem produtos de origem […]

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O governador do Estado, Renato Casagrande, ao lado de integrantes da bancada federal, reuniu-se, nesta quarta-feira (20), com os ministros Tereza Cristina (Agricultura) e Tarcísio Freitas (Infraestrutura) em Brasília (DF). Os encontros trataram de assuntos de interesses do Espírito Santo, como a suspensão da medida que impede os portos capixabas de exportarem produtos de origem animal e a construção de uma ferrovia na região sul do Estado.

Na primeira das agendas, Casagrande e a bancada conseguiram a suspensão da Portaria nº 183, editada no final do ano passado, que excluiu os terminais alfandegados do serviço de reinspeção para produtos animais. “Isso atrapalha a importação e exportação desses produtos. Conquistamos uma vitória com um prazo até o fim do ano suspendendo qualquer penalidade. Agora queremos excluir essa portaria, pois não deram aos armazéns a chance de serem inspecionados”, ressaltou o governador.

Também participaram dessa reunião, o secretário de Estado da Agricultura, Paulo Foletto, além dos deputados federais Josias Da Vitória, que coordena a bancada capixaba, Evair de Melo, Ted Conti, Norma Ayub, Sérgio Vidigal, Soraya Manato e Felipe Rigoni.

No início da noite, Casagrande e o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, se reuniram com o ministro Tarcisio Freitas, que virá ao Estado no dia 28 para a inauguração do Contorno de Iconha e assinar a ordem de serviço nas obras da BR- 447, que vai ligar a BR-101 ao Porto de Capuaba, em Vila Velha. O assunto foi a construção da ferrovia Litorânea Sul, ligando Cariacica ao Rio.

“Tendo a renovação e a antecipação da outorga [para exploração da Ferrovia Vitória-Minas], a Vale fará o estudo, o projeto e as licenças ambientais. Estamos trabalhando ao lado do Rio de Janeiro nesta pauta, pois eles têm interesse de uma ligação até o Porto do Açu. Também mostramos a importância do Contorno de Campos para aproximar o Rio do nosso Estado. Falamos ainda sobre a importância da BR-262 e a necessidade de ter celeridade na busca por uma saída para o retorno das obras, além do Contorno do Mestre Álvaro, que é uma obra importante para o Brasil, para o Espírito Santo e para as cidades da Serra e de Vitória”, arrematou.

A reunião no Ministério da Infraestrutura teve a participação do coordenador da bancada e dos deputados Evair de Melo, Sérgio Vidigal e Felipe Rigoni. O governador retorna ao Estado na manhã desta quinta-feira (21).

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Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

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Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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