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Governador participa da assinatura da ordem de serviço das obras de implantação da BR-447

Foi dada ordem de serviço para o início das obras de implantação da BR-447, que vai ligar as BRs 262 e 101 a Rodovia Leste-Oeste, em Vila Velha. A solenidade foi realizada no Salão São Tiago, no Palácio Anchieta, em Vitória, e contou com as presenças do governador Renato Casagrande e do ministro de Infraestrutura, […]

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Foi dada ordem de serviço para o início das obras de implantação da BR-447, que vai ligar as BRs 262 e 101 a Rodovia Leste-Oeste, em Vila Velha. A solenidade foi realizada no Salão São Tiago, no Palácio Anchieta, em Vitória, e contou com as presenças do governador Renato Casagrande e do ministro de Infraestrutura, Tarcísio Freitas, além de outras autoridades. A construção promove um novo salto no desenvolvimento da infraestrutura do Espírito Santo.

Foi a segunda agenda do dia em que os dois participaram. Pela manhã, eles estiveram na inauguração do Contorno de Iconha, no sul do Estado. Em seu discurso à tarde, o governador ressaltou a importância desta e de outras obras que visam diminuir o gargalo de infraestrutura em que se encontra o Estado, como a duplicação da BR-262 e de implantação do Contorno do Mestre Álvaro. “Como é bom ter um ministro que conheça nosso Estado. Ainda hoje aprofundamos um pouco mais. Fomos de carro para o ministro conhecer a obra da BR-101 e voltamos voando para que ele pudesse conhecer as obras da BR-262 e perceber a importância de ambas”, afirmou.

Casagrande também fez um apelo público ao Tribunal de Contas da União (TCU) para a continuidade das obras na BR-262. Em relação às obras da BR-447, o governador destacou a complexidade do empreendimento e a sua importância na mobilidade de toda a região. “Passamos também por onde serão os quatro quilômetros da rodovia. É uma obra pequena, mas em área urbana, onde foram necessárias mais de 300 desapropriações. Com a obra da BR-447 indo à frente, vamos nos programar para fazer as melhorias na Rodovia Darly Santos”, antecipou.

A BR-447 será um importante corredor logístico com 4,2 quilômetros, melhorando o escoamento de mercadorias que entram e saem do Porto de Vitória, por via terrestre. O investimento previsto é de R$ 138,7 milhões, que será feito pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). A nova via deve receber o tráfego pesado de caminhões com destino à retro área portuária, que hoje passa pelas vias urbanas de Cariacica, Vila Velha e Viana. Além disso, a rodovia deve reduzir significativamente a duração das rotas, além de trazer melhorias nas condições de trafegabilidade, segurança das vias e na integração metropolitana.

O ministro Tarcísio Freitas comemorou a parceria entre os Governo Federal e Estadual, bem como o potencial de desenvolvimento gerado pela obra: “O grande desafio da economia brasileira é o da produtividade. E só através da infraestrutura vamos conseguir alcançá-la. O Espírito Santo tem o dom da infraestrutura e vamos aproveitar. O Estado é pequeno em tamanho, mas grande em trabalho e nas pessoas que o governam”, afirmou.

O titular da pasta de Infraestrutura no Governo Federal citou ainda outras ações em prol da melhoria da base logística capixaba: “No dia 15 de março vamos fazer o leilão do aeroporto de Vitória, atraindo mais investidores, novas rotas e turistas. Estamos estudando o melhor modelo de exploração portuária, que é um ponto forte do Espírito Santo. Ferrovia para nós é uma obsessão e vamos trabalhar incessantemente para iniciar a EF-118. Estamos fechando o projeto do Contorno do Mestre Álvaro que vai diminuir o tempo de viagem, os acidentes e melhorar a qualidade de vida dos capixabas”, assegurou.

Para Casagrande, essas iniciativas serão fundamentais para que o Estado dê um salto no seu desenvolvimento. “A BR-101, a BR-262, o Porto e o Aeroporto – até o ano passado –, todos são da década de 1960. Meio que paramos no tempo. É hora de dar um salto à frente. Temos uma gestão fiscal responsável desde meu primeiro governo. Estamos nos preparando para dar esse salto de qualidade e competitividade no Estado. Temos certeza que, nos próximos quatro anos daremos passos a diante”, afirmou.

Além do governador e do ministro, também participaram da solenidade: a vice-governadora Jacqueline Moraes; os secretários de Estado, Fábio Damasceno (Transportes e Obras Públicas), Flávia Mignoni (Comunicação), Marcus Vicente (Saneamento, Habitação e Desenvolvimento Urbano), Davi Diniz (Casa Civil), Lenise Loureiro (Gestão e Recursos Humanos), Paulo Foletto (Agricultura, Aquicultura e Pesca), Bruno Lamas (Trabalho e Assistência Social), Nara Borgo (Direitos Humanos) e Edmar Camata (Controle e Transparência); o procurador-geral do Estado, Rodrigo de Paula; o presidente do IPAJM, José Elias Marçal; além de deputados e outros autoridades.

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Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

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Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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