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Governador participa da entrega de veículos para Apaes e Pestalozzis no ES

O governador do Estado, Renato Casagrande, participou, na manhã desta sexta-feira (22), da entrega de 39 veículos para instituições assistencialistas através do Ministério da Cidadania. A solenidade pública aconteceu no Estacionamento da Praça do Papa, em Vitória. O ministro em exercício, Lelo Coimbra, entregou 33 carros de passeio e seis micro-ônibus para entidades em 31 […]

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O governador do Estado, Renato Casagrande, participou, na manhã desta sexta-feira (22), da entrega de 39 veículos para instituições assistencialistas através do Ministério da Cidadania. A solenidade pública aconteceu no Estacionamento da Praça do Papa, em Vitória. O ministro em exercício, Lelo Coimbra, entregou 33 carros de passeio e seis micro-ônibus para entidades em 31 municípios. O investimento total é de R$ 3,6 milhões.

Casagrande falou sobre a importância do apoio às atividades deste tipo de instituição. “Quando se entrega veículos em auxílio as Apaes e Pestalozzis, você acaba ajudando a quem mais necessita. Essas entidades vivem um dia de cada vez e com muita dificuldade. O acolhimento e a proteção social, além do efeito positivo que essas entidades causam em quem mais necessita, são fundamentais”, lembrou.

O governador ressaltou ainda a necessidade de defesa dos mecanismos de proteção social no momento atual do País. “A crise não pode criar uma ausência de política públicas de assistência social. Precisamos proteger as pessoas mais pobres “, apontou.

De acordo com o ministro em exercício, os veículos vão facilitar o trabalho dos profissionais que atuam no atendimento socioassistencial. “É muito importante promover ações que fortaleçam o Sistema Único de Assistência Social (Suas), em especial, as entidades privadas como as Apaes e Pestalozzis. Isso mostra o comprometimento, cuidado e atenção às pessoas com deficiência e à população mais vulnerável”, disse Lelo.

Os municípios contemplados são: Afonso Cláudio, Alegre, Anchieta, Apiacá, Aracruz, Barra de São Francisco, Boa Esperança, Brejetuba, Cachoeiro de Itapemirim, Cariacica, Colatina, Guaçuí, Iconha, Irupi, Iúna, João Neiva, Marataízes, Marilândia, Mimoso do Sul, Montanha, Muqui, Pedro Canário, Pinheiros, Piúma, Rio Novo do Sul, São Mateus, Serra, Vargem Alta, Viana, Vila Velha e Vitória.

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Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

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Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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