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Economia

Governador participa da posse de novo conselheiro do Tribunal de Contas do Estado

O governador Renato Casagrande participou, nesta quarta-feira (27), da sessão especial de posse do novo conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Luiz Carlos Cicilliotti da Silva, realizada no auditório da Corte. Ciciliotti foi eleito pela Assembleia Legislativa por 27 votos. A nomeação foi publicada no Diário Oficial do Estado da última sexta-feira (22). Na […]

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O governador Renato Casagrande participou, nesta quarta-feira (27), da sessão especial de posse do novo conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Luiz Carlos Cicilliotti da Silva, realizada no auditório da Corte. Ciciliotti foi eleito pela Assembleia Legislativa por 27 votos. A nomeação foi publicada no Diário Oficial do Estado da última sexta-feira (22). Na solenidade desta quarta, o governador Casagrande destacou a importância do Tribunal e as virtudes do mais novo integrante.

“Esse Tribunal de Contas tem sido referência nacional. O que nós conquistamos no Espírito Santo nesses últimos anos, conquistando avanços, se deve a algumas razões. O grande segredo é a estabilidade política, a harmonia entre os poderes. Não significa que uma instituição precisa submeter-se a outra de forma indiscriminada, mas sempre havendo diálogo. É bom ter um Tribunal vigilante sobre minhas ações e o que podemos fazer em relação à Lei de Responsabilidade Fiscal”, afirmou.

O governador ressaltou a competência de Luiz Carlos Ciciliotti para assumir o cargo de conselheiro. “Eu o conheço um pouco mais, porque convivi bem com ele nos últimos anos. Ciciliotti atende perfeitamente os requisitos com uma vida inteira como servidor público. É uma pessoa equilibrada e fará o que esse Tribunal tem feito que é fiscalizar e exigir o que as leis exigem de um gestor”, enfatizou.

Estiveram presente na solenidade, além das autoridades de outros Poderes, a vice-governadora Jacqueline Moraes; os secretários de Estado Tyago Hoffmann (Governo), Davi Diniz (Casa Civil), Flávia Mignoni (Comunicação), Rogelio Pegoretti (Fazenda), Bruno Lamas (Trabalho e Assistência Social), Marcus Vicente (Desenvolvimento Urbano) e Nara Borgo (Direitos Humanos); o procurador-geral do Estado, Rodrigo de Paula; o diretor-presidente do Incaper, Antonio Carlos Machado; e o presidente do IPAJM, José Elias Marçal.

Perfil

Luiz Carlos Cicilliotti da Silva é farmacêutico bioquímico, formado pela Faculdade de Farmácia e Bioquímica do Espírito Santo. Pós-graduado em Auditoria em Saúde, pela Faesa, foi diretor Administrativo e Financeiro do Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes), no período de dezembro de 2013 a março de 2015. De janeiro de 2011 a outubro de 2013, atuou como secretário-chefe da Casa Civil. No período de março de 2009 a dezembro de 2010, foi diretor de Projetos de Ciência, Tecnologia e Inovação na Companhia de Desenvolvimento de Vitória. 

Também foi subsecretário estadual de Ciência e Tecnologia, entre março e julho de 2008. Entre os meses de abril de 2003 e dezembro de 2007, coordenou a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) no Espírito Santo. Foi Auditor Farmacêutico da Secretaria de Estado da Saúde, no período de setembro de 2000 e março de 2003. Atuou como secretário de Estado da Saúde do Espírito Santo, entre fevereiro e março de 1996. E foi subsecretário estadual da Saúde do Espírito Santo, no período entre janeiro de 1995 e abril de 1998.

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Economia

Dólar sobe 10,03% em junho e tem maior alta mensal desde março de 2020

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Em meio a temores por uma recessão internacional e a tensões internas no Brasil, o mercado financeiro teve o mês mais turbulento desde o início da pandemia de covid-19. O dólar teve a maior alta mensal; e a bolsa, a pior queda para um mês em mais de dois anos.

O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (30) vendido a R$ 5,235, com alta de R$ 0,042 (+0,81%). A moeda norte-americana teve um dia de forte volatilidade, subindo para R$ 5,27 no início das negociações, caindo para R$ 5,18 durante a tarde e voltando a subir perto do fim das negociações.

Com o desempenho de hoje o dólar encerrou junho com alta de 10,03%, a maior alta mensal desde março de 2020, quando a cotação tinha subido 15.92%. Apesar da alta deste mês, a divisa acumula recuo de 6,11% em 2022.

O dia também foi tenso no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 98.542 pontos, com recuo de 1,08%. O indicador caiu 11,5% em junho, com o pior desempenho mensal desde março de 2020. A bolsa perdeu 17,88% no trimestre, a maior queda desde o primeiro trimestre de 2020.

Tanto fatores internos como externos contribuíram para a turbulência no mercado financeiro nesta quinta-feira. No plano internacional, as bolsas norte-americanas tiveram forte queda hoje. Os índices de Wall Street tiveram o pior semestre desde 1970.

O mercado global teve um mês instável, em meio aos temores de que a maior economia do planeta entre em recessão após o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) aumentar os juros básicos em 0,75 ponto percentual no início do mês. Atualmente, a inflação nos Estados Unidos está no maior nível desde 1981.

No mercado interno, os investidores estão receosos com a votação da proposta de emenda à Constituição que amplia o Auxílio Brasil para R$ 600, eleva o valor do Auxílio Gás e cria benefícios para caminhoneiros e outras categorias. Hoje, o ministro da Economia, Paulo Guedes, deu aval para a criação de um auxílio para taxistas, que elevará o impacto da proposta de R$ 38,75 bilhões para R$ 41,25 bilhões no Orçamento deste ano. O texto está sendo votado nesta noite pelo Senado.

* Com informações da Reuters

Edição: Bruna Saniele

Fonte: EBC Economia

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