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Governador participa da posse de novos dirigentes de associação empresarial em Colatina

O governador do Estado, Renato Casagrande, participou, na noite desta quinta-feira (7), da posse da nova diretoria da Associação Empresarial de Colatina e Região (Assedic). O evento foi realizado no auditório do Sesi de Colatina. Casagrande fez uma palestra sobre o tema “Perspectivas para o Desenvolvimento Regional”. Ele abordou um panorama da economia nacional e […]

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O governador do Estado, Renato Casagrande, participou, na noite desta quinta-feira (7), da posse da nova diretoria da Associação Empresarial de Colatina e Região (Assedic). O evento foi realizado no auditório do Sesi de Colatina. Casagrande fez uma palestra sobre o tema “Perspectivas para o Desenvolvimento Regional”. Ele abordou um panorama da economia nacional e local, além da importância da parceria com entidades da sociedade civil.

“Essa região ficou por muito tempo carente de investimento em infraestrutura e carente de serviço público. Na minha gestão anterior melhoramos serviços na área da saúde, educação e infraestrutura e agora temos que dar outros passos adiante. O papel do governante, além de fazer boa gestão dos serviços públicos, é fazer nossa região crescer. Esse é meu compromisso com a cidade de Colatina e toda região”, enfatizou o governador.

Sobre a entidade, Casagrande afirmou que a parceria com o Governo trará frutos para toda a região. “A Assedic se tornou uma tradicional entidades não só em Colatina, mas todo o entorno. Tem um histórico e pessoas de muita representatividade à frente. É bom estar presente e prestigiar a entidade porque nosso desejo é de produzir juntos. Tenho certeza que a Assedic vai ajudar a definir as prioridades da região para que nós colaborarmos com o seu desenvolvimento”, apontou.

O secretário de Estado da Agricultura, Aquicultura e Pesca, Paulo Foletto, também esteve presente no evento, além de políticos e representantes do segmente empresarial. A nova diretoria da Assedic que assume o biênio 2019-2021 tem Dionísio Roque Boschetti Júnior como diretor presidente; além dos vice-presidentes, Liemar José Pretti e Carlito Soares de Souza; e os diretores Emerson Leonardo Lázaro, Adauto Ferreira Lemos Filho, Michel Fernando Barth, Cristiano Rossi Cassaro, Franco André Bereta, Mário Moacyr Cassani Junior e Henrique Coutinho.

Antes de participar do evento, o governador Casagrande fez uma visita de cortesia à Câmara de Vereadores de Colatina.

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Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

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Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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