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Governador visita novos leitos Covid abertos no Hospital Materno Infantil Menino Jesus

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O governador do Estado, Renato Casagrande, esteve, na tarde desta segunda-feira (12), no município de Itapemirim para a entrega dos novos 10 leitos de UTI exclusivos para tratamento de pacientes com o novo Coronavírus (Covid-19) no Hospital Materno Infantil Menino Jesus (HMJ). A ação faz parte do programa “Leitos para Todos”, que visa a melhoria da assistência à saúde em todo o Espírito Santo.

“Estamos abrindo 10 leitos de UTI e vamos abrir mais seis leitos de enfermaria exclusivos para tratamento da Covid-19 aqui em Itapemirim. Continuamos com o trabalho de abrir mais 500 leitos neste mês de abril. Estamos realizando uma abertura robusta de leitos no Espírito Santo. Abrimos recentemente leitos em Cachoeiro de Itapemirim, São José do Calçado, Guaçuí e Castelo. Mesmo assim continuamos com mais de 90% de taxa de ocupação. Gostaria de registrar o meu agradecimento a todos os profissionais de saúde”, afirmou Casagrande.

O Hospital Menino Jesus é credenciado à rede materno infantil, sendo referência para os municípios de Itapemirim, Anchieta, Marataízes, Alfredo Chaves, Iconha, Rio Novo e Piúma. Com a abertura desses novos leitos, a unidade passa a atender demandas por agravos do novo Coronavírus.

De acordo com o secretário de Estado da Saúde, Nésio Fernandes, a parceria firmada em Itapemirim é a quarta linha na estratégia de ampliação de leitos. “Hoje realizamos a parceria de ampliar a oferta de leitos na rede municipal, que tem se mostrado uma experiência muito exitosa na estratégia de ampliar o acesso da população à oferta de leitos para tratamento da Covid-19”, pontuou.

Também participaram da visita aos novos leitos, o prefeito de Itapemirim, Thiago Peçanha Lopes, e os deputados estaduais Dr. Rafael Favatto e Coronel Alexandre Quintino.

Leitos para Todos

O Programa Estadual “Leitos para Todos” foi instituído pelo Governo do Espírito Santo em abril de 2020, por meio da Portaria Nº 071-R, como estratégia de qualificação e reestruturação da rede de atenção à saúde e fortalecimento do papel da regulação do Estado, com o objetivo de garantir o acesso à atenção hospitalar a todos os pacientes que desenvolverem formas graves da Síndrome Respiratória Aguda Grave, entre elas, o novo Coronavírus (Covid-19).

Deste modo, a Secretaria da Saúde (Sesa) estruturou uma ampla reforma nas áreas físicas das unidades hospitalares próprias e também um processo de contratualização de leitos em hospitais filantrópicos, federais e privados.

Diariamente, o Governo do Estado atualiza os dados da ocupação de leitos hospitalares do Sistema Único de Saúde (SUS) capixaba, disponível no link: https://coronavirus.es.gov.br/painel-ocupacao-de-leitos-hospitalares

Fonte: Governo ES

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MPES divulga nota a respeito do retorno das aulas presenciais

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Desde o início da pandemia de Covid-19, o Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES) vem acompanhando todas as medidas adotadas pelo Governo Estadual, pelas prefeituras municipais e demais segmentos da sociedade para auxiliar nas ações de enfrentamento da pandemia e preservar os direitos constitucionais dos cidadãos. No decorrer desse acompanhamento, o MPES realiza reuniões e dialoga com diversos setores da sociedade.

Durante a decretação da quarentena e da situação de risco extremo em todos os municípios capixabas, no final de março, o MPES defendeu o fechamento das escolas e de outros setores, por se mostrar a medida mais eficaz, naquela circunstância, para frear o crescimento aceleradíssimo da contaminação, reduzir a lotação de UTIs por pacientes de Covid-19 e o número de mortos, o que se demonstrou acertado, diante das informações técnicas de que o quantitativo de óbitos seria muito maior.

Em razão dos novos indicadores apurados entre meados e o final de abril que apontavam a queda na transmissão, além da menor ocupação dos leitos de UTIs destinados à Covid-19, o MPES intensificou o diálogo, de forma virtual, com diversos segmentos da sociedade, ouvindo especialistas das áreas da saúde, representantes dos professores e profissionais da educação, dos pais e responsáveis de alunos, do Governo do Estado e dos municípios, para discutir a reabertura das escolas e o retorno das atividades escolares presenciais em municípios não incluídos na classificação de risco extremo.

Em paralelo, o MPES recebeu informações e documentos de diversas fontes em relação ao assunto, como o “Retorno Seguro nas Escolas”, da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP); a “Carta aberta às prefeitas e aos prefeitos eleitos (as) para que priorizem a reabertura segura das escolas”, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), além do posicionamento Sociedade Espiritossantense de Pediatria (Soespe) e da Sociedade de Infectologia do Espírito Santo (SIES) em relação ao retorno presencial das atividades de Educação Infantil e do Ensino Fundamental no Estado, datado de 29 de abril de 2021. Esses documentos, em síntese, alertam para os impactos educacionais significativos do fechamento das escolas e para a acentuada defasagem na aprendizagem causada pela pandemia de Covid-19, o que também sempre foi objeto de atenção pelo próprio Ministério Público, ponderando todos os direitos fundamentais envolvidos.

Assim, o MPES, de forma apartidária e partindo de premissas científicas, tem buscado conciliar os interesses dos diversos setores ouvidos, inclusive do próprio Estado, responsável pelas diretrizes e políticas públicas de saúde e educação referentes à pandemia, buscando equilibrá-los.

Portanto, sopesando todos os riscos envolvidos, o Ministério Público entende que no atual cenário é possível fazer movimentação cautelosa, organizada e equilibrada para o retorno das aulas presenciais, desde que com o devido cumprimento de todos os protocolos sanitários para evitar o contágio da doença. O retorno deve propiciar segurança a todos os envolvidos, liberdade das famílias em escolher entre o modelo híbrido e presencial, em busca de um estágio de maior normalidade das aulas, a fim de promover o efetivo cumprimento do art. 6º da Constituição Federal, que consagrou a saúde e a educação como direitos fundamentais sociais.

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