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Nacional

Governo de SP tem 15 dias para explicar compra de respiradores sem licitação

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O Tribunal de Contas de São Paulo quer que o governo do Estado e a Fundação Butantan prestem explicações sobre a compra, sem licitação, de 1.500 respiradores para ajudar no tratamento de pacientes graves infectados pela Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus (Sars-coV-2). O contrato soma cerca de R$ 176 milhões.

O prazo estipulado pelo conselheiro de Contas, Dimas Ramalho, é de 15 dias úteis para que os dirigentes da Secretaria de Saúde, da Fundação Butantan e da empresa contratada para a venda apresentem justificativas para uma série de questionamentos. Entre eles, o suposto sobrepreço dos equipamentos. De acordo com o Ministério Público de Contas, o prejuízo aos cofres públicos pode chegar a R$ 30 mil por unidade. 

João Doria%2C Dimas Covas e José Henrique Germann durante a coletiva para anúncio da parceria entre Instituto Butantan e a Sinovac Biotech.
Governo de SP

João Doria, Dimas Covas e José Henrique Germann durante a coletiva para anúncio da parceria entre Instituto Butantan e a Sinovac Biotech.

Além disso, a Corte de Contas quer saber o motivo para que a pesquisa de preços que antecedeu a contratação tenha levantado apenas orçamentos de fornecedores estrangeiros em momento “desfavorável à compra de produtos importados devido à desvalorização do real frente ao dólar no período, fato que elevou os valores estimados para compra”.

Ramalho também questiona a razão para que a aquisição tenha sido feita pela Fundação Butantan, entidade privada, a pedido do Instituto Butantan.

Em resposta à reportagem, a Fundação Butantan informou: “Adquirimos 1,5 mil respiradores cumprindo todas as exigências legais, com o objetivo de salvar vidas e contribuir com a Secretaria de Estado da Saúde no enfrentamento da pandemia de Covid-19 “. O governo de São Paulo, chefiado por João Doria (PSDB), ainda não se posicionou sobre o assunto. As informações são do site Terra .

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Nacional

Mesmo com ‘pessoas cansadas’, isolamento continua em SP, diz Gabbardo

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Secretário-executivo do Ministério da Saúde João Gabbardo
José Dias/PR

“População tem ficado receosa de sair”, afirmou Gabbardo


Nesta segunda-feira (27), João Gabbardo Reis, secretário-executivo do Centro de Contingência do Combate ao Coronavírus em São Paulo, voltou a afirmar que o estado continua com as medidas de isolamento social vigentes, mesmo diante do avanço no Plano SP de reabertura . Os  critérios usados para controlar a pandemia no estado foram alterados hoje.


Em entrevista à CNN, Gabbardo afirmou que as pessoas estão “cansadas, fatigadas desse período de quarentena” em todo estado. No entanto, ele reforçou as necessidades restritivas atuais e informou que ” distanciamento social prevalece em todo o estado”.

“O uso da máscara é obrigatório, as orientações para que as pessoas com mais de 60 anos ou doenças crônicas não saiam de suas residências, a não ser em situações excepcionais de muita necessidade. As reivindicações de ações que possam gerar aglomerações todas elas são negadas. Essas medidas continuarão valendo para todo o estado”, informou.

O secretário também deu entrevista à TV Globo na manhã de hoje, onde esclareceu os próximos passos do estado diante do plano de reabertura.

Gabbardo informou que espera que a capital paulista leve mais um mês para atingir a Fase 4 – Verde , a penúltima do Plano SP. Com isso, os estabelecimentos não terão restrição de horário de funcionamento, mas terão de diminuir a capacidade, o que o secretário não vê como desafio “porque a população tem ficado receosa de sair”.

“Passando para essa fase verde, além dessa ocupação, vão ficar com restrições eventos que envolvem aglomerações, isso só será possível mais adiante, na fase azul”, concluiu Gabbardo.

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