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Governo do ES apresenta Painel Crimes Contra o Patrimônio

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O Governo do Espírito Santo apresentou, na manhã dessa quarta-feira (22), o Painel Crimes Contra o Patrimônio, desenvolvido pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SESP), em parceira com o Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN) e o Instituto de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Espirito Santo (Prodest). A ferramenta integra os registros de ocorrências na medida em que são realizados, oferecendo mais transparência e agilidade no acesso às informações.

Para o secretário de Estado de Economia e Planejamento, Álvaro Duboc, a implantação do Painel de Crimes contra o Patrimônio é uma importante entrega no âmbito do Programa Estado Presente em Defesa da Vida, para aperfeiçoar a metodologia de contabilização das ocorrências, integrando registros das polícias Civil e Militar, e dar transparência para que a população tenha acesso de forma imediata às informações sobre ocorrência de crimes contra o patrimônio.

“Sabemos que a violência é um fenômeno multicausal e que a Segurança Pública, feita por pessoas, processos e tecnologia, requer determinação e investimento. Por isso, em 2011, quando o Espírito Santo era o segundo Estado mais violento do Brasil, com baixa capacidade de resposta à violência e criminalidade, sobretudo devido à ausência de ingresso de policias nas polícias Civil e Militar, o governador Renato Casagrande implantou o Estado Presente”, explicou Duboc, que atua como coordenador-executivo do programa.

O Estado Presente em Defesa da Vida foi retomado em 2019. Desde então, ressalta o secretário, o Governo tem investido na recomposição dos quadros de pessoal das agências policiais, em tecnologia e aprimoramento da inteligência.

“Estamos implantando o sistema de dados biométricos para registros civis e criminais, que terá seu projeto-piloto lançado em breve. Vamos ter todos os dados biométricos, de reconhecimento facial e de impressões digitais para qualificar a produção de provas e identificação de autores de crimes. Também investimos na aquisição de microcomparador balístico, que permitirá cruzamento de dados de armas apreendidas com munições encontradas em locais de crimes. Será mais um passo importante para vencermos uma das causas de violência, que é a impunidade”, disse Álvaro Duboc.

Ele informou ainda que, nessa terça-feira (21), foi iniciado o estágio profissional dos novos soldados. Em outubro próximo, mais 418 policiais civis entrarão em operação e que, em breve, policiais serão qualificados na área de análise criminal, para compreensão da dinâmica de criminalidade.

O secretário de Estado da Segurança Pública e Defesa Social, Alexandre Ramalho, destacou o empenho do Governo do Estado na implantação de instrumentos que permitam avanços nas ações de inteligência para o combate à criminalidade, de forma ágil e transparente.

“Nosso Governo é exemplo nacional no quesito transparência, sendo o primeiro colocado nos principais rankings que medem essa questão. O painel de Crimes Contra o Patrimônio vem para agregar ainda mais a esse esclarecimento de estatísticas, deixando público os nossos indicadores, que podem promover políticas públicas para melhoria da nossa área da Segurança. O governador Renato Casagrande sempre nos pede entregas e essa é mais uma, dentro das diretrizes do programa Estado Presente. Temos que parabenizar esse trabalho em conjunto que qualifica a nossa análise criminal cada dia mais”, pontuou o secretário Alexandre Ramalho.

“É uma entrega que traz a marca da política de segurança pública do Governo do Espírito Santo.  Uma política baseada em dois princípios fundamentais: o princípio da transparência, com dados abertos para a gestores, pesquisadores e sociedade; e o princípio da integração, tanto das informações quanto dos esforços e ações multisetoriais na busca de soluções efetivas para a sociedade”, argumentou o diretor-presidente do IJSN, Daniel Cerqueira.

Painel

O Painel Crimes Contra o Patrimônio está organizado para consulta por bairros e municípios, com informações detalhadas sobre os tipos de incidentes e locais de ocorrência, sempre preservando os dados pessoais das vítimas. São disponibilizados também dados referentes aos objetos roubados, além da data e horário do fato ocorrido.

Para o delegado Jordano Bruno, gerente de Operações Técnicas da SESP, com a nova ferramenta, será possível integrar informações que são geradas de todas as fontes, a partir da consolidação das bases de dados.

“Fizemos uma base única, buscando oferecer um dado fidedigno ao cidadão e evitar inconsistência de informações. Esse trabalho, desenvolvido em parceria com o Prodest e Instituto Jones dos Santos Neves, permite a pesquisa a partir de inúmeros parâmetros. Buscamos sempre trazer, não só transparência, mas a precisão e volume de informações. Tudo está público e disponível à sociedade”, informou o delegado.

“Projetos como este permitem demonstrar que a tecnologia e a ciência estão em nosso cotidiano e, por meio delas, podemos transformar o nosso Estado. O Painel é resultado de um trabalho conjunto, uma ferramenta importante, que integra as bases de dados de diversos órgãos, oferecendo à sociedade, de forma transparente, informação de qualidade”, avaliou o diretor-presidente do Prodest, Tasso Lugon.

O diretor de Integração do IJSN, Pablo Lira, ressaltou ainda os estudos e pesquisas desenvolvidos no campo da segurança pública pelo Observatório da Segurança Cidadã (OSC), iniciativa do Governo do Estado do Espírito Santo, que tem por objetivo subsidiar ações estratégicas de controle e prevenção à criminalidade e à violência.

“O OSC é uma inovação dessa nova fase do Programa Estado Presente em Defesa da Vida, que possibilita uma ampla utilização de informações pela sociedade, gestores, pesquisadores e mesmo a imprensa. Um diferencial que o Espírito Santo tem nesse nível de transparência e divulgação de dados em relação à segurança pública que poucos estados conseguem disponibilizar”, explicou Pablo Lira.

O Painel Crimes Contra o Patrimônio está disponível em https://sesp.es.gov.br/ (aba “Estatísticas”) ou em http://ijsn.es.gov.br/observatorio-da-seguranca-cidada/paineis-de-indicadores/crimes-contra-o-patrimonio.

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Instituto Ponte é pela 4ª vez consecutiva uma das 100 Melhores ONGs do Brasil

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O Prêmio Melhores ONGs acaba de anunciar as 100 organizações brasileiras do terceiro setor vencedoras em 2021 e o Instituto Ponte (IP) é uma delas.  Na lista, já disponível no site melhores.org.br, é possível conhecer o nome das organizações reconhecidas por suas boas práticas em quesitos como governança, transparência, comunicação e financiamento.

Fundado e presidido por Bartira Almeida, o IP atua há sete anos, no Espírito Santo, oferecendo oportunidades educacionais e acesso a atividades de desenvolvimento dos aspectos acadêmicos e socioemocionais para jovens talentosos de escolas públicas, do ensino fundamental à universidade. A proposta é ajudar que esses alunos, por meio da sua dedicação e mérito próprio, ascenderem socialmente em poucas gerações e transformarem as suas vidas e de suas famílias.

“Receber esse reconhecimento e pela quarta vez consecutiva, nos enche de orgulho e, ao mesmo tempo, de muita responsabilidade. Afinal, aumenta o nosso compromisso em seguirmos como uma entidade comprometida com valores como ética, transparência, foco nos resultados e gratidão.  Estar entre as 100 melhores do país também nos impulsiona e potencializa nossa vontade de fazer ainda mais por esses jovens, que só precisam de uma oportunidade para fazer a diferença na sua própria história e na da sociedade”, afirmou Bartira.

O Prêmio

Este ano, apesar da continuidade das dificuldades impostas pela pandemia, o Prêmio teve um número recorde de inscrições: 1033 organizações. “Para a gente, 2021 é um ano muito especial, não só porque tivemos o maior número de ONGs inscritas, mas também por uma sequência de anos com melhorias significativas no nível das inscrições. São organizações cada vez mais profissionais”, afirma Fernando Nogueira, pesquisador da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que coordena o processo de avaliação das concorrentes do Prêmio desde a primeira edição. “Ficamos ainda mais alegres se lembramos que este é um ano complicado, que vem depois de outro que já tinha sido difícil. Isso mostra a importância das organizações da sociedade civil, mas também que elas têm tido um reconhecimento dos doadores, das comunidades, das pessoas físicas, das empresas, que a maior parte do Brasil valoriza a atuação dessas organizações”.

A cada edição o Prêmio se torna cada vez mais conhecido no setor. “São duas alegrias: a consolidação do Prêmio e o lançamento dos melhores por estado”, afirma Marcelo Estraviz, diretor do Instituto Doar. Com esse crescimento, a expectativa para as próximas edições é poder ter metodologias cada vez mais apuradas e novas categorias específicas. “Um dia sonhamos que era possível promover o reconhecimento de pessoas e instituições dedicadas a fazer o bem. Hoje já estamos completando cinco anos e cada vez mais animados para os próximos”, completa Cássia Christe, diretora executiva do Instituto O Mundo Que Queremos.

Os destaques nas categorias especiais por tipo de causa e melhor ONG entre todas serão conhecidos durante a cerimônia oficial de premiação, que está marcada para o dia 9 de dezembro, às 18h, com transmissão pelo youtube do Canal Futura. A novidade deste ano é o reconhecimento da melhor de cada estado — além das 100 melhores, já são reconhecidas a melhor de cada causa, as dez melhores de pequeno porte e a melhor entre elas.

Maior Torcida do Brasil

Outra novidade desta edição é que, pela primeira vez, a ONG que levar mais gente para torcer por ela também vai ser reconhecida. É a campanha “Maior Torcida do Brasil”, que convoca as 100 melhores a chamar todos os seus apoiadores para acompanhar a cerimônia de premiação, mostrando também que elas têm muita gente engajada com seus trabalhos.

O Prêmio

O Prêmio Melhores ONGs é realizado pelo O Mundo que Queremos, pelo Instituto Doar e pelo Ambev VOA, com apoio de pesquisadores da Fundação Getúlio Vargas (FGV), do Instituto Humanize e do Canal Futura. Reconhece, desde 2017, o trabalho fundamental prestado pelas instituições não-governamentais no Brasil e também funciona como um farol para orientar doações, alcançando grande visibilidade no setor, na medida em que se consolida como a principal referência em ONGs no país. A intenção, além de reconhecer a relevância dos trabalhos prestados, é incentivar boas práticas, contribuindo também para a melhoria na gestão de todas as participantes, incluindo as que não são premiadas.

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