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Governo Federal suspende instalação de 280 radares no ES

O Governo Federal suspendeu a instalação de 280 radares que fariam a fiscalização nas rodovias federais que cortam Espírito Santo. A decisão do presidente Jair Bolsonaro, anunciada no último domingo (26), gerou debates nas redes sociais e entre especialistas. Em todo o país, foi suspensa a instalação de um total de 8.015 equipamentos, tanto de […]

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O Governo Federal suspendeu a instalação de 280 radares que fariam a fiscalização nas rodovias federais que cortam Espírito Santo.

A decisão do presidente Jair Bolsonaro, anunciada no último domingo (26), gerou debates nas redes sociais e entre especialistas. Em todo o país, foi suspensa a instalação de um total de 8.015 equipamentos, tanto de novos radares quanto a renovação dos já existentes.

Os 280 radares seriam instalados em 112 pontos das rodovias capixabas. A maior parte deles, cerca de 46%, iriam para a BR 262, distribuídos em 42 pontos ao longo do trecho que vai de Cariacica até a divisa com Minas Gerais.

De acordo com edital aberto pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), em 2016, os equipamentos seriam instalados de forma gradual nas rodovias federais do país, em um prazo de até cinco anos. Uma ampliação pautada em estudos técnicos, segundo o órgão federal.

Os contratos com as empresas responsáveis para reativar ou instalar os equipamentos foram divididos em 24 lotes, dos quais 18 já estavam assinados, no valor de R$ 852 milhões. A renovação de toda a rede no país custaria R$ 1,029 bilhão, segundo levantamento.

No Espírito Santo, cujo documento foi assinado em 14 de maio do ano passado, o valor estimado do contrato é de R$ 23,8 milhões, dos quais cerca de R$ 4 milhões já estavam liberados para o pagamento à empresa pela execução dos serviços.

Na BR 482, no Sul do Estado, receberia 42 equipamentos distribuídos em 18 pontos. Na mesma região, a BR 393 ficaria com 14 equipamentos, distribuídos em sete pontos.

A BR 342, no Norte do Estado, ficaria com seis equipamentos, em três pontos. A BR 381, em São Mateus, com 24, em 12 pontos. Para a BR 482, na Região Serrana, seriam 40, distribuídos em 18 pontos. E há ainda a BR 447, com 11 equipamentos, em quatro pontos.

Fonte: Aqui Noticias

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Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

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Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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