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Economia

Governo Federal zera imposto de importação do arroz até o final do ano

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A Câmara de Comércio Exterior (Camex), vinculada ao Ministério da Economia, decidiu nesta quarta-feira (9) zerar a alíquota do imposto de importação para o arroz em casca e beneficiado. A isenção tarifária valerá até 31 de dezembro deste ano. 

De acordo com a pasta, a redução temporária está restrita à cota de 400 mil toneladas, incidente arroz com casca não parboilizado e arroz semibranqueado ou branqueado, não parboilizado, de acordo com a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM). Até então, a Tarifa Externa Comum (TEC) incidente sobre o produto era de 12%, para o arroz beneficiado, e 10% para o arroz em casca.

A decisão foi tomada durante reunião do Comitê-Executivo de Gestão da Camex, a partir de um pedido formulado pelo Ministério da Agricultura. O colegiado é integrado pela Presidência da República e pelos ministérios da Economia, das Relações Exteriores e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Alta nos preços

O objetivo da isenção tarifária temporária é conter o aumento expressivo no preço do arroz ao longo dos últimos meses. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo (Cepea/USP), o preço do arroz variou mais de 107% nos últimos 12 meses, com o valor da saca de 50 quilos próximo de R$ 100. Os motivos para a alta são uma combinação da valorização do dólar frente ao real, o aumento da exportação e a queda na safra. Em alguns supermercados, o produto, que custava cerca de R$ 15, no pacote de 5 quilo, está sendo vendido por até R$ 40.

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Economia

PIB de SP se aproxima de nível registrado antes da pandemia

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O governador de São Paulo, João Doria, disse hoje (9) que a economia paulista voltou ao mesmo patamar que estava antes da pandemia do novo coronavírus (covid-19), em janeiro.

“A economia do estado de São Paulo começa a se recuperar e o PIB [Produto Interno Bruto] do estado volta ao mesmo nível que teve em janeiro deste ano, antes da pandemia. O PIB de São Paulo chega a 103,2 pontos, praticamente o mesmo observado em janeiro”, disse Doria.

Segundo a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), o crescimento do Produto Interno Bruto de São Paulo foi de 2,1% no mês de julho. Nos meses de maio e junho, os índices foram de 4,5% e de 5,5%, respectivamente. 

A queda mais forte do PIB paulista foi notada em abril, quando caiu 10%. Com isso, o PIB em julho chegou a 103,2 pontos, desempenho parecido ao que foi observado em janeiro, quando o PIB somou 103,4 pontos e ainda não havia a pandemia no país.

No acumulado dos últimos 12 meses, de agosto de 2019 a julho de 2020, a atividade econômica paulista avançou 0,4% na comparação com os 12 meses anteriores.

Segundo o secretário estadual da Fazenda e Planejamento, Henrique Meirelles, a retomada econômica no estado é resultado, entre vários fatores, do aumento do nível de confiança.

“Com o Plano São Paulo [plano de abertura econômica enquanto durar a pandemia no estado], com todas as atitudes tomadas pelo governo de São Paulo – primeiro com a proteção de vidas, depois com a retomada gradual baseada em dados científicos, isso propiciou uma retomada econômica forte, principalmente devido ao aumento no nível de confiança na economia”, disse Meirelles.

Os dados do PIB fazem parte do novo indicador PIB+30, criado este ano pela Fundação Seade.

Edição: Fernando Fraga

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