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Homem é demitido, recebe rescisão e é assaltado por amigos que fez em um bar

Um homem foi assaltado na noite desta segunda-feira (18) no bairro Valverde, em Cariacica, logo após ser demitido e receber a rescisão do contrato de trabalho. O crime ocorreu em um bar e, para o infortúnio da vítima, foi praticado por “amigos” que havia acabado de conhecer. O rapaz teria ido ao estabelecimento do qual […]

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Um homem foi assaltado na noite desta segunda-feira (18) no bairro Valverde, em Cariacica, logo após ser demitido e receber a rescisão do contrato de trabalho. O crime ocorreu em um bar e, para o infortúnio da vítima, foi praticado por “amigos” que havia acabado de conhecer.

O rapaz teria ido ao estabelecimento do qual o tio é proprietário para beber antes de ir para a casa onde mora, que fica próxima ao local. Ele estava acompanhado de um amigo que trabalha como motorista de aplicativo. Foi então que outros dois homens chegaram e começaram a fazer amizade.

Após conversarem e beberem juntos, a vítima acabou exibindo a quantia em dinheiro que recebeu de rescisão aos dois indivíduos. Momentos depois, eles combinaram de ir beber em outro estabelecimento. O rapaz da rescisão, porém, resolveu passar em casa antes para tomar banho e levou o amigo motorista e os dois outros rapazes junto. Foi então que ele descobriu que os sujeitos que havia acabado de conhecer eram assaltantes.

O assalto

O rapaz estava enrolado em uma toalha quando foi rendido pelos criminosos. Um dos indivíduos acabou fugindo após o assalto. Nesse momento, o motorista de aplicativo avançou contra o segundo assaltantes, mas ele não esperava que o rapaz estivesse armado. Três disparos foram efetuados, que atingiram o abdômen e a cabeça da outra vítima.

Depois de agredir o motorista, o assaltante o rendeu e obrigou ele a dirigir até Guaranhuns, em Vila Velha. Durante a ida, porém, o assaltante retornou. Ele havia esquecido o celular na casa da vítima e resolveu voltar para buscar. Neste momento, o criminoso ainda procurou pelo rapaz baleado, mas acabou não encontrando.

A vítima foi socorrida por familiares e levada para o hospital em uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Após o ocorrido, a família ainda chegou a receber ameaças de morte dos criminosos. Para a equipe da TV Vitória/Record TV, o tio da vítima e proprietário do bar onde o sobrinho conheceu os criminosos reclamou da insegurança no local e disse que pretende não abrir mais o estabelecimento durante a noite.

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Junho Roxo: planos de saúde não podem aplicar reajustes em mensalidades de idosos

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Estatuto veda aumento nos preços em contratos individuais ou familiares

A busca por planos de saúde foi destaque no início de 2022, segundo dados do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (Iess). Em fevereiro deste ano, foram contabilizados 49 milhões de beneficiários em contratos médico-hospitalares, um crescimento de 3,1% no período de 12 meses. Parte desse público é composto por pessoas com mais de 60 anos, parcela que aumenta gradativamente graças à migração de idade de antigos pacientes. O que poucos sabem, porém, é que não é permitido haver discriminação nos valores de acordo com a faixa etária.

O coordenador do curso de Direito da Faculdade Pitágoras, professor Raniel F. de Ávila, explica que o Estatuto do Idoso (Lei 10.741/03) impede a aplicação de reajustes na mensalidade de acordo com a progressão etária para o grupo da terceira idade.
“Essa elevação é ilegal e as empresas que instituem valores excessivos para pessoas acima de 60 anos, sem autorização da Agência Nacional de Saúde (ANS), podem ser processadas”, comenta o advogado.

O docente explica que o paciente idoso representa mais custos a clínicas e hospitais, o que provoca o encarecimento de produtos oferecidos por empresas que vendem planos de saúde. “Com o aumento da expectativa de vida, consequentemente existe uma maior frequência de consultas e pedidos de exames, e a Lei visa coibir os reajustes abusivos em razão da idade do beneficiário”, afirma.

O Estatuto considera como idoso todos os que têm mais de 60 anos e proíbe práticas discriminatórias na cobrança de valores por esse grupo, além de dispor de diretrizes para assegurar o acesso a serviços do âmbito hospitalar. Os contratos devem prever   cobertura de procedimentos, exames laboratoriais e consultas médicas.

Exceções

Por autorização do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), há situações em que o reajuste de preços para planos de saúde coletivos pode ser realizado de acordo com a faixa etária, desde que respeitados três critérios: a alteração deve estar prevista em contrato, seguir as determinações de órgãos governamentais reguladores e não deve conter cálculos aleatórios ou percentuais considerados injustos.

Os planos coletivos (coletivo empresarial ou coletivo por adesão) são os contratados por associações, sindicatos, conselhos ou empresas para proporcionar assistência médica e odontológica a grupos vinculados a organizações. “O reajuste de
mensalidade de plano de saúde individual ou familiar baseado na mudança de faixa etária se mantém proibido. Devendo ser observada as normas expedidas pelos órgãos governamentais reguladores”, finaliza o coordenador.

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