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Homem é obrigado a mostrar seu membro em Tribunal para provar que não matou a esposa

Na Indonésia, um homem passou por uma experiência que certamente o marcará para o resto da vida, pois além de ser acusado de ter matado a esposa, ainda foi humilhado no tribunal. Para provar que era inocente e que não tinha assassinado a esposa, ele teve que mostrar as partes íntimas. Barsah levava uma vida […]

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Na Indonésia, um homem passou por uma experiência que certamente o marcará para o resto da vida, pois além de ser acusado de ter matado a esposa, ainda foi humilhado no tribunal.

Para provar que era inocente e que não tinha assassinado a esposa, ele teve que mostrar as partes íntimas. Barsah levava uma vida normal, é um trabalhador e sempre procurou fazer tudo corretamente, mas de uma hora para outra viu sua vida mudar completamente, hoje ele está marcado por esta história e é só sair às ruas que todos já começam a olhar para ele de forma desconfiada.

Quando a mulher de Barsah morreu, o sogro dele disse que ele era culpado por causa do tamanho ‘descomunal’ de seu membro. O homem ficou chocado com a acusação, tentou convencer o sogro que esta história era um absurdo, mas não conseguiu e acabou sendo denunciado para a polícia.

Tudo isso começou quando Jumantri foi encontrada já sem vida na cama do casal. Eles moravam no vilarejo de Maron Kidul, na província de Java Oriental. Como o casal havia acabado de manter relação, então o sogro levantou esta suspeita e começou a acusar o genro.

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Junho Roxo: planos de saúde não podem aplicar reajustes em mensalidades de idosos

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Estatuto veda aumento nos preços em contratos individuais ou familiares

A busca por planos de saúde foi destaque no início de 2022, segundo dados do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (Iess). Em fevereiro deste ano, foram contabilizados 49 milhões de beneficiários em contratos médico-hospitalares, um crescimento de 3,1% no período de 12 meses. Parte desse público é composto por pessoas com mais de 60 anos, parcela que aumenta gradativamente graças à migração de idade de antigos pacientes. O que poucos sabem, porém, é que não é permitido haver discriminação nos valores de acordo com a faixa etária.

O coordenador do curso de Direito da Faculdade Pitágoras, professor Raniel F. de Ávila, explica que o Estatuto do Idoso (Lei 10.741/03) impede a aplicação de reajustes na mensalidade de acordo com a progressão etária para o grupo da terceira idade.
“Essa elevação é ilegal e as empresas que instituem valores excessivos para pessoas acima de 60 anos, sem autorização da Agência Nacional de Saúde (ANS), podem ser processadas”, comenta o advogado.

O docente explica que o paciente idoso representa mais custos a clínicas e hospitais, o que provoca o encarecimento de produtos oferecidos por empresas que vendem planos de saúde. “Com o aumento da expectativa de vida, consequentemente existe uma maior frequência de consultas e pedidos de exames, e a Lei visa coibir os reajustes abusivos em razão da idade do beneficiário”, afirma.

O Estatuto considera como idoso todos os que têm mais de 60 anos e proíbe práticas discriminatórias na cobrança de valores por esse grupo, além de dispor de diretrizes para assegurar o acesso a serviços do âmbito hospitalar. Os contratos devem prever   cobertura de procedimentos, exames laboratoriais e consultas médicas.

Exceções

Por autorização do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), há situações em que o reajuste de preços para planos de saúde coletivos pode ser realizado de acordo com a faixa etária, desde que respeitados três critérios: a alteração deve estar prevista em contrato, seguir as determinações de órgãos governamentais reguladores e não deve conter cálculos aleatórios ou percentuais considerados injustos.

Os planos coletivos (coletivo empresarial ou coletivo por adesão) são os contratados por associações, sindicatos, conselhos ou empresas para proporcionar assistência médica e odontológica a grupos vinculados a organizações. “O reajuste de
mensalidade de plano de saúde individual ou familiar baseado na mudança de faixa etária se mantém proibido. Devendo ser observada as normas expedidas pelos órgãos governamentais reguladores”, finaliza o coordenador.

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