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Hospital Evangélico inova e promove a Páscoa Solidária delivery

Há 14 anos, o Hospital Evangélico de Cachoeiro de Itapemirim (HECI) promove a Páscoa Solidária, um projeto de cunho social que fabrica e comercializa ovos e pirulitos de chocolate com renda revertida para a manutenção dos serviços oferecidos aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) da oncologia e cardiologia, bem como as respectivas Casas […]

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Há 14 anos, o Hospital Evangélico de Cachoeiro de Itapemirim (HECI) promove a Páscoa Solidária, um projeto de cunho social que fabrica e comercializa ovos e pirulitos de chocolate com renda revertida para a manutenção dos serviços oferecidos aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) da oncologia e cardiologia, bem como as respectivas Casas de Apoio.

Durante todo esse tempo, os produtos eram vendidos em dois pontos: a recepção do Hospital e na Casa do Coelho, montada em frente ao Palácio Bernardino Monteiro, no centro da cidade. Mas este ano, buscando trazer uma novidade, disponibiliza uma terceira forma de aquisição dos ovos de 100, 250 e 500 gramas e também os deliciosos pirulitos. É a Páscoa Solidária delivery.

De acordo com uma das organizadoras do projeto, Denise Vieira, pedidos acimas de R$ 100,00, e dentro do perímetro urbano, a pessoa pode receber os produtos sem precisar sair de casa “É uma novidade que estamos implantando para dar mais comodidade aos nossos clientes e parceiros”, disse.  Basta ligar para (28)98803-0087 ou (28)3526-6237 e fazer o seu pedido.

As mãos habilidosas das voluntárias, em sua maioria pacientes que receberam tratamento neste hospital, dão forma aos deliciosos produtos que são ovos de 100, 250 e 500 gramas além dos tradicionais pirulitos.  Os preços praticados continuam especiais, que são, respectivamente R$ 17,00, R$ 30,00, R$50,00 e R$ 2,50 a unidade. Camisas do projeto também estão entre os itens à venda e acompanham as tendências de cores para este ano. Cada está no valor de R$20,00. 

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Junho Roxo: planos de saúde não podem aplicar reajustes em mensalidades de idosos

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Estatuto veda aumento nos preços em contratos individuais ou familiares

A busca por planos de saúde foi destaque no início de 2022, segundo dados do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (Iess). Em fevereiro deste ano, foram contabilizados 49 milhões de beneficiários em contratos médico-hospitalares, um crescimento de 3,1% no período de 12 meses. Parte desse público é composto por pessoas com mais de 60 anos, parcela que aumenta gradativamente graças à migração de idade de antigos pacientes. O que poucos sabem, porém, é que não é permitido haver discriminação nos valores de acordo com a faixa etária.

O coordenador do curso de Direito da Faculdade Pitágoras, professor Raniel F. de Ávila, explica que o Estatuto do Idoso (Lei 10.741/03) impede a aplicação de reajustes na mensalidade de acordo com a progressão etária para o grupo da terceira idade.
“Essa elevação é ilegal e as empresas que instituem valores excessivos para pessoas acima de 60 anos, sem autorização da Agência Nacional de Saúde (ANS), podem ser processadas”, comenta o advogado.

O docente explica que o paciente idoso representa mais custos a clínicas e hospitais, o que provoca o encarecimento de produtos oferecidos por empresas que vendem planos de saúde. “Com o aumento da expectativa de vida, consequentemente existe uma maior frequência de consultas e pedidos de exames, e a Lei visa coibir os reajustes abusivos em razão da idade do beneficiário”, afirma.

O Estatuto considera como idoso todos os que têm mais de 60 anos e proíbe práticas discriminatórias na cobrança de valores por esse grupo, além de dispor de diretrizes para assegurar o acesso a serviços do âmbito hospitalar. Os contratos devem prever   cobertura de procedimentos, exames laboratoriais e consultas médicas.

Exceções

Por autorização do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), há situações em que o reajuste de preços para planos de saúde coletivos pode ser realizado de acordo com a faixa etária, desde que respeitados três critérios: a alteração deve estar prevista em contrato, seguir as determinações de órgãos governamentais reguladores e não deve conter cálculos aleatórios ou percentuais considerados injustos.

Os planos coletivos (coletivo empresarial ou coletivo por adesão) são os contratados por associações, sindicatos, conselhos ou empresas para proporcionar assistência médica e odontológica a grupos vinculados a organizações. “O reajuste de
mensalidade de plano de saúde individual ou familiar baseado na mudança de faixa etária se mantém proibido. Devendo ser observada as normas expedidas pelos órgãos governamentais reguladores”, finaliza o coordenador.

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