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Hospital Evangélico se veste de vermelho para alertar sobre doenças cardíacas nas mulheres

Para chamar atenção de mulheres de todas as partes do Brasil, o Departamento de Cardiologia da Mulher da Sociedade Brasileira (SBC) de Cardiologia está promovendo a campanha “ Alerta Vermelho para o Coração da Mulher”, em que chama a todas elas a neste Dia Internacional da Mulher, se vestirem de vermelho em alerta aos grandes […]

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Para chamar atenção de mulheres de todas as partes do Brasil, o Departamento de Cardiologia da Mulher da Sociedade Brasileira (SBC) de Cardiologia está promovendo a campanha “ Alerta Vermelho para o Coração da Mulher”, em que chama a todas elas a neste Dia Internacional da Mulher, se vestirem de vermelho em alerta aos grandes riscos as doenças cardíacas em mulheres, que mata mais que o câncer de mama. “Um em cada três mulheres morre de problemas do coração”, destaca a Cardiopediatra e presidente do Departamento de Cardiopatias Congênitas e Cardiologia Pediátrica da SBC, Andressa Mussi. O Hospital Evangelico de Cachoeiro de Itapemirim (HECI), referência em cardiologia em todo o sua do Estado do Espirito Santo, abraça essa causa e nesta sexta-feira (08) estará todo vestido de vermelho.

Além de usar o vermelho, a SBC pede a todas que fotografem e postem suas fotos usando a #alertavermelhoparaocoraçãodamulher. “A campanha é um alerta de que a saúde da mulher está diretamente ligada aos hábitos de vida e que na maioria das vezes, só depende dela mesma mudar”, comenta a Dra. Andressa. O Hospital vai disponibilizar, em sua recepção principal, um grande painel em formato de coração vermelho para servir como fundo para as fotos e afirmar ainda mais a causa proposta pela campanha.

Segundo a SBC, a principal causa de morte da mulher brasileira é o Acidente Vascular Cerebral (AVC). Em sua maioria, é uma consequência da hipertensão arterial não tratada regulamente. Em seguida está o infarto do miocárdio e suas complicações e então temos o câncer de mama.

A prevenção das doenças cardíacas é a simples mudança de hábitos. Cortar o excesso de gorduras o açúcar, abandonar o cigarro e praticar alguma atividade física, mesmo que seja uma caminhada leve são alguns exemplos e trazem excelentes resultados que estimulam a buscar cada vez mais uma vida saudável.  

Então vamos colorir as ruas de todo o Brasil de vermelho. E assim cuidar dos nossos corações de todas as nossas filhas, irmãs, primas, tias, sobrinhas, mães e amigas. Participe.

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Junho Roxo: planos de saúde não podem aplicar reajustes em mensalidades de idosos

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Estatuto veda aumento nos preços em contratos individuais ou familiares

A busca por planos de saúde foi destaque no início de 2022, segundo dados do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (Iess). Em fevereiro deste ano, foram contabilizados 49 milhões de beneficiários em contratos médico-hospitalares, um crescimento de 3,1% no período de 12 meses. Parte desse público é composto por pessoas com mais de 60 anos, parcela que aumenta gradativamente graças à migração de idade de antigos pacientes. O que poucos sabem, porém, é que não é permitido haver discriminação nos valores de acordo com a faixa etária.

O coordenador do curso de Direito da Faculdade Pitágoras, professor Raniel F. de Ávila, explica que o Estatuto do Idoso (Lei 10.741/03) impede a aplicação de reajustes na mensalidade de acordo com a progressão etária para o grupo da terceira idade.
“Essa elevação é ilegal e as empresas que instituem valores excessivos para pessoas acima de 60 anos, sem autorização da Agência Nacional de Saúde (ANS), podem ser processadas”, comenta o advogado.

O docente explica que o paciente idoso representa mais custos a clínicas e hospitais, o que provoca o encarecimento de produtos oferecidos por empresas que vendem planos de saúde. “Com o aumento da expectativa de vida, consequentemente existe uma maior frequência de consultas e pedidos de exames, e a Lei visa coibir os reajustes abusivos em razão da idade do beneficiário”, afirma.

O Estatuto considera como idoso todos os que têm mais de 60 anos e proíbe práticas discriminatórias na cobrança de valores por esse grupo, além de dispor de diretrizes para assegurar o acesso a serviços do âmbito hospitalar. Os contratos devem prever   cobertura de procedimentos, exames laboratoriais e consultas médicas.

Exceções

Por autorização do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), há situações em que o reajuste de preços para planos de saúde coletivos pode ser realizado de acordo com a faixa etária, desde que respeitados três critérios: a alteração deve estar prevista em contrato, seguir as determinações de órgãos governamentais reguladores e não deve conter cálculos aleatórios ou percentuais considerados injustos.

Os planos coletivos (coletivo empresarial ou coletivo por adesão) são os contratados por associações, sindicatos, conselhos ou empresas para proporcionar assistência médica e odontológica a grupos vinculados a organizações. “O reajuste de
mensalidade de plano de saúde individual ou familiar baseado na mudança de faixa etária se mantém proibido. Devendo ser observada as normas expedidas pelos órgãos governamentais reguladores”, finaliza o coordenador.

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