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Idaf promove ações de monitoramento e controle de viroses do mamão

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O Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf) iniciou, nesta segunda-feira (27), uma operação para fortalecer o trabalho de fiscalização em lavouras de mamão do Norte do Estado, visando minimizar os prejuízos decorrentes de viroses que atingem essa cultura, como o mosaico e a meleira.

A ação teve início em Linhares, com a vistoria de 32 lavouras, distribuídas em 21 propriedades, e, durante as próximas semanas, contemplará os municípios de Boa Esperança, Conceição da Barra, Jaguaré, Montanha, Nova Venécia, Pedro Canário, Pinheiros, São Mateus e Vila Valério.

De acordo com o diretor-presidente do Idaf, Mário Louzada, o trabalho é fundamental para verificar o atendimento à exigência legal do corte seletivo (roguing) das plantas doentes. “A transmissão do vírus ocorre em progressão geométrica, atingindo, inclusive, as plantações do entorno. Por isso, é essencial que cada produtor faça sua parte, de modo a não impactar, inclusive economicamente, na produção”, alertou Louzada.

Os proprietários das lavouras em que forem identificados casos de mosaico e meleira serão notificados a fazer o corte dentro do prazo legal, em até sete dias. Após esse período, os servidores do Idaf retornam às lavouras para verificar se o roguing foi realizado. Caso não tenha sido, o Instituto solicita o corte compulsório das plantas.

O gerente de Defesa Sanitária Vegetal do Idaf, Daniel Pombo de Abreu, informa que, o trabalho emergencial é necessário nesta época do ano em que a incidência da doença é intensificada. “Mas é preciso destacar que o Idaf desenvolve um monitoramento permanente, com vistoria e coleta de material para análise laboratorial e, quando necessário, implementação do roguing”, explicou.

Cooperação técnica

Ainda no trabalho de fortalecimento das ações de controle das doenças que atingem o mamão, o Idaf irá renovar o Termo de Cooperação Técnica com a Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Papaya (Brapex). O acordo prevê apoio na logística de envio de amostras para análise laboratorial e também na execução do roguing.

Fonte: Governo ES

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Comitês de Bacias Hidrográficas do Estado retomam reuniões por meio de videoconferência

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A última semana foi produtiva no Sistema de Gerenciamento de Recursos Hídricos (Sigerh) do Espírito Santo. Quatro Comitês de Bacias Hidrográficas (CBHs) do Estado realizaram videoconferências para debate de assuntos pertinentes à região em que atuam. Entre os dias 20 e 24 de julho, membros dos CBHs dos rios Jucu, Benevente, Guandu e do CBH Barra Seca e Foz do Rio Doce se reuniram de forma on-line.

Na próxima quarta-feira (29), é a vez do Comitê da Bacia do rio Santa Maria da Vitória se reunir virtualmente. As convocatórias e pautas das assembleias são publicadas na área dos Comitês no site da Agência Estadual de Recursos Hídricos (Agerh).

Uma realidade para boa parte dos CBHs no Espírito Santo, as videoconferências foram aprovadas pelo Conselho Estadual de Recursos Hídricos (Cerh) no início de julho. Após a decisão, vários Comitês de Bacia voltaram a realizar os encontros já previstos no calendário de 2020 ou agendaram reuniões extraordinárias.

Também aprovada pelo Cerh, a prorrogação dos mandatos dos CBHs foi uma das pautas discutidas nas reuniões. A medida foi aprovada na última segunda-feira (20) pelos membros do Comitê do Rio Jucu, cuja diretoria permanecerá por mais um ano, e, na quinta-feira (23) seguinte, pelo CBH Benevente, cuja Plenária foi renovada por mais seis meses. Já no norte do Estado, também no último dia 23, o CBH Barra Seca e Foz do Rio Doce elegeu a nova diretoria e deu posse a três novos membros.

Além das questões administrativas, os Comitês de Bacia também debateram virtualmente demais questões referentes à gestão da água nas regiões em que atuam. De acordo com Elio de Castro, membro das diretorias dos CBHs Jucu e Benevente e vice-presidente do Fórum Capixaba dos Comitês de Bacias Hidrográficas, as videoconferências têm sido um aprendizado.

“Apesar da novidade e da pouca experiência com a tecnologia, as reuniões têm sido realizadas com quórum. É um período de adaptação e de revisão de normas para o cumprimento das Políticas Nacional e Estadual de Recursos Hídricos”, disse Elio de Castro, que representa a sociedade civil organizada nos CBHs.

Todas as atas serão publicadas na área dos comitês no site da Agerh, que tem acompanhado as reuniões por meio dos representantes institucionais da autarquia nos comitês e pelo coordenador de apoio ao Sigerh, Chander Rian. “As videoconferências são uma oportunidade de debater temas importantes, dando continuidade às discussões de todo o Sistema de Gerenciamento. As plataformas estão funcionando bem e os membros dos CBHs estão se adaptando às ferramentas”, disse Chander.

Comitês de Bacias Hidrográficas

Os Comitês de Bacias Hidrográficas (CBHs) funcionam como gestores das bacias. São órgãos colegiados consultivos e deliberativos, compostos por representantes do poder público, sociedade civil organizada e usuários da água (como companhias de abastecimento, irrigantes e indústrias). A Agerh, como agência reguladora de recursos hídricos no Estado, dá apoio aos CBHs, em auxílio à implementação da Política Estadual de Recursos Hídricos, além de receber as demandas dos comitês.

Fonte: Governo ES

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