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Iema apresenta serviços e desafios de gestão para alunos da FGV

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O Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) participou, nesta quarta-feira (07), da Semana de Imersão em Gestão Pública da Fundação Getúlio Vargas (FGV). No evento virtual, o diretor-presidente do Iema, Alaimar Fiuza, apresentou para um grupo de 20 alunos da graduação em Administração Pública da Escola de Administração de Empresas da FGV de São Paulo (FGV-EAESP), a estrutura, os serviços e os desafios do Instituto.

“A parceria entre a FGV e o Governo do Estado tem muito potencial. É muito bom poder compartilhar esses desafios com vocês e ter um olhar de fora, que agrega, para propor planos de trabalho, possíveis caminhos e trazer novas ideias. Estamos trabalhando para implantar cada vez mais uma gestão por indicadores e metas, mas, acima de tudo, para levar um serviço eficiente e de qualidade para os cidadãos”, destacou Alaimar Fiuza.

A apresentação contou também com os membros do Escritório Local de Processos e Inovação (ELPI) do Iema: Maria Aparecida Sodré, Catherine Paixão e Yuri Paz.

Os participantes puderam conhecer os desafios estratégicos do Iema, os programas e projetos prioritários, além dos impactos positivos e negativos da pandemia no Instituto. Foram apresentados ainda quatro desafios aos estudantes: ofertar serviços digitais a um público diverso; reduzir passivos de anuências, licenciamentos e recursos; acelerar a implementação de gestão por resultado; e melhorar a comunicação interna e externa. Os alunos poderão escolher pelo menos dois desses desafios para propor ações e melhorias ao Iema.

A Imersão é uma disciplina curricular da FGV, cujo objetivo é aproximar os estudantes da instituição ao cotidiano das secretarias e órgãos de governos municipais ou estaduais, que coordenam as principais políticas públicas no País. Durante toda a semana, os alunos estão conhecendo os desafios das secretarias e autarquias do Governo do Espírito Santo para, posteriormente, propor aos órgãos públicos ações e melhorias.

 

Informação à Imprensa:
Assessoria de Comunicação do Iema
Karolina Gazoni
(27) 3636-2592/ 99977-1012
[email protected]/ [email protected]

Fonte: Governo ES

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Parque Paulo Cezar Vinha recebe ouriço e tatu reabilitados

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O Parque Estadual Paulo Cesar Vinha (PEPCV), em Guarapari, recebeu dois animais reabilitados que tiveram a chance de voltar à natureza: um ouriço e um tatu. Antes, os bichinhos passaram por um período de cuidados no Instituto de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos (Ipram), instituição que operacionaliza o Centro de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres (Cetras), do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema), em Jardim América, Cariacica.

O ouriço é uma fêmea da espécie Coendou prehensilis. Ela foi resgatada, ainda filhote, depois que a mãe morreu ao ser atacada por um cachorro. “Como ela era muito filhote, chegou com 200 gramas e ainda não tinha espinhos para proteção, então ela foi cuidada pela nossa equipe do Ipram”, explica a médica veterinária Renata Hurtado, Coordenadora de Medicina e Reabilitação do Ipram.

Primeiro, a “ouricinha”, como é carinhosamente chamada pela equipe que cuidou dela, recebeu leite na mamadeira. Conforme foi crescendo, foram adicionadas frutas ao leite e depois ofertados diversos alimentos em pedaços, como frutas, legumes e brotos. “Toda a criação dela foi feita de forma especial para que não ficasse acostumada com as pessoas. Quando ela cresceu e foi aprovada para soltura, fizemos contato com o PEPCV para nos auxiliar no que chamamos de soltura branda ou soft release”, ressalta Renata Hurtado.

Na soltura branda, o animal vai sendo aclimatado ao novo ambiente aos poucos. “Por ser um filhote de uma espécie tradicionalmente não agressiva, este tipo de soltura é importante para auxiliar na adaptação gradativa do animal ao seu ambiente natural”, lembra a médica veterinária.

E é exatamente assim que tem sido a adaptação do ouriço. A gestora do PEPCV, Joseany Trarbach, conta que a princípio o animal ficou num viveiro com água, abrigo e alimentos. Após alguns dias de ambientação, a porta do espaço foi aberta e a “ouricinha” saiu para explorar a área. “Ela tem a oportunidade de voltar caso não encontre abrigo ou não se sinta segura. Às vezes ela volta para o viveiro apenas para se alimentar”, conta.

A médica veterinária Renata Hurtado explica que esse comportamento é normal. “A ideia é manter os alimentos no recinto para que o animal entenda que lá é seu local seguro, e só precisa abandoná-lo quando encontrar um lugar melhor ou mais adequado. Como é ainda muito jovem, é normal que volte”, destaca.

Outro animal resgatado que foi solto no Parque Paulo Cesar Vinha foi um tatu. Ele foi encontrado em uma rua, em Guarapari, aparentemente perdido e sofrendo com o calor excessivo. “Cuidamos dele para aliviar os efeitos das altas temperaturas que enfrentou. Mas, apesar da situação em que foi encontrado, ele estava bem e apto para retornar logo para a natureza”, afirma a médica veterinária.

Fonte: Governo ES

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