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Impeachment de oportunismo político

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Impeachment de oportunismo político

O oportunista e  deputado estadual Capitão Assumção (PSL) protocolou pedido de impeachment do governador Renato Casagrande. Na ação, Assunção alega que o governador cometeu crime de responsabilidade por não comparecer à Ales nos primeiros 30 dias da legislatura para apresentar relatório sobre sua administração e responder a indagações dos deputados, conforme mandam a lei e a Constituição Estadual. Sei não, mas isso parece coisa de quem quer aparecer…Será que vai conseguir?

Impeachment de oportunismo político – 2

O primeiro deve ser encaminhado ao presidente da Ales,, que deve despachar para uma análise preliminar da Procuradoria-geral da casa. Por sua vez, a Procuradoria realiza uma espécie de juízo de admissibilidade do pedido, sem análise do mérito, inicialmente, e devolve  ao presidente com o parecer. São os trâmites burocráticos.

Impeachment de oportunismo político – 3

Do outro lado do front, a Procuradoria-Geral do Estado do Espírito Santo esclarece que “o governador do Estado, Renato Casagrande, informou com antecedência que, por ocasião da prestação de contas, fará seu comparecimento anual à Assembleia Legislativa, como preconiza a legislação. (…) o pedido de impeachment do governador com base em suposto descumprimento à Constituição Estadual se mostra descabido, além de tecnicamente equivocado, porque não houve nenhuma recusa de comparecimento à Assembleia Legislativa, tampouco falta de prestação de contas”. É a defesa.

Impeachment de oportunismo político – 4

Especialistas na área questionam o pedido de impeachment. Para o advogado eleitoral Alexandre Zamprogno, o afastamento de qualquer autoridade tem que ser feito quando o ato  inviabilize a continuidade no cargo. “Esse não é o caso do governador. Ele teve outra agenda, inclusive referente ao exercício do cargo, e comunicou ao chefe do legislativo”. Mais defesa!

Fim do mistério

Confirmado. Neucimar Fraga (PSD) deixou clara a intenção de lançar a candidatura para a Prefeitura de Vila Velha. Fraga fez o anúncio em reunião da Executiva Municipal do partido, na manhã da última segunda-feira. O anúncio para a militância será feito no próximo dia 25 de março na Câmara Municipal de Vila Velha. Na ocasião, o partido deve divulgar uma das legendas que irá apoiar o pré-candidato durante a campanha. Neucimar é um dos nomes fortes candidatos a candidato a prefeito. Olho vivo!

Aleluia, posse no MDB!

A nova Executiva Estadual do MDB vai tomar posse,após muita polêmica e decisões judiciais, nesta terça-feira, às 10 horas, na sede do partido, no Centro de Vitória. Marcelino Fraga toma posse como presidente estadual da sigla e o deputado estadual José Esmeraldo, como vice. Até então, nenhuma novidade.

 

Reajuste x complemento?

Renato Casagrande anunciou um reajuste salarial de 12,84% para os professores da rede pública estadual de ensino, com pagamento retroativo a janeiro.  Este foi o percentual concedido pelo Ministério da Educação ao piso salarial dos professores da educação básica há dois meses.  Segundo o governador, serão beneficiados quase 11 mil profissionais e o investimento será de R$ 53 milhões por ano. O Sindicato dos Professores informou que se trata, na verdade, de uma complementação para aqueles que estavam com vencimentos abaixo do piso salarial e que uma grande parte de professores não terá esse direito. Por que será que nunca nenhuma classe profissional nunca está contente com um determinado percentual de reajuste?

Desistiu do PV e vai para o Podemos

O vereador Allan Ferreira (PRB) não vai mais se filiar ao PV de Cachoeiro de Itapemirim. Ele decidiu ir para o  Podemos. A mudança é por conta da provável filiação de Alexandre Bastos (PSB), que desistiu recentemente de ser pré-candidato a prefeito.Corre a boca pequena, é que o ex-secretário de Serviços Urbanos no governo de Carlos Casteglione, Romário Corrêa, não ficou nada contente com a anunciada ida de Allan para o partido. Os ex-secretário disputou as eleições majoritárias em 2016 e ficou em quarto lugar, com 3.086 votos. O Podemos atualmente tem o vereador Rodrigo Sandi, que está em conversa avançada com o PRB, que poderá ficar com quatro vereadores (Paulinho Careca – PRP , Silvinho Coelho – PRP e Alexon Cipriano – Prós). Pelas articulações estaduais, o Podemos pode ser presidido pela secretária de Governo, Márcia Bezerra, e compor a base do prefeito Victor Coelho (PSB), cuja candidatura só vai engordando nos últimos dias.

Novo grupo para disputar a Prefeitura de Cachoeiro-ES

A grande surpresa no mercado eleitoral é o aparecimento de uma frente política liderada pelo presidente da Câmara de Vereadores de Cachoeiro-ES, Alexon Cipriano (PRB), com vistas às eleições para prefeito. O movimento, em princípio, conta com os vereadores Alexon, Silvinho Coelho e Paulinho Careca (todos estarão na sigla do PRB). Segundo Cipriano, “existem conversas avançadas com o DEM e o PSDB”. A migração de vereadores de um partido para outro é corriqueira nesta época. Alexon foi questionado sobre o propósito do grupo. Respondeu que o objetivo  “é tirar Cachoeiro de Itapemirim da estagnação e construir uma ponte de diálogo com toda sociedade, objetivando o desenvolvimento e o progresso do Município”, enfatizando que o novo grupo quer dialogar com toda a sociedade.

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Será que o Rei da Linguiça quer ser o novo Barão de Itapemirim?

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Por Tiago Turini

O nome Barão de Itapemirim que leva a rua onde hoje funciona a Câmara Municipal de Cachoeiro nunca fez tanto sentido. Um vereador declaradamente monarquista quer aprovar uma lei “nunca vista antes na história do município”. Uma super lei, valendo mais que determinações do Governo Federal e Estadual, criando uma espécie de império dentro da República, onde o que vale da porteira para dentro de Cachoeiro é o que ele aprova no Legislativo Municipal.

Talvez pela pouca idade e por ter crescido praticamente em um império, a empresa do seu pai, a Cofril, Juninho da Cofril, como é conhecido, talvez esteja sendo influenciado pela realidade em que viveu e viu até hoje, onde apenas o patrão manda e os funcionários obedecem. Juninho talvez precise entender que a lógica, agora, é inversa: o funcionário é ele e quem manda é o povo, além, é claro, de toda uma construção histórica de um regramento que acabou virando um mundaréu de leis, na qual, em seu ápice político hoje (23) na Câmara Municipal de Cachoeiro, durante um evento negacionista, transgrediu algumas dessas leis, cometendo crime contra a saúde pública, ao promover aglomeração em meio a uma pandemia. Será que o Ministério Público viu isso?

O que Juninho da Cofril propôs e levou quase todos os vereadores a embarcarem nessa furada, com a exceção do vereador professor Diogo Lube que se posicionou contra, é uma aberração legislativa. Mas como é marinheiro de primeira viagem e refuta ter assessoria de qualquer área, o erro é perdoável.

Juninho da Cofril quer criar uma lei onde, num cenário imaginário, por exemplo, em caso de uma outra pandemia no Brasil, nem mesmo o Governo Federal poderia determinar o que aconteceria em Cachoeiro. Ou seja, se amanhã o Brasil inteiro tiver que fechar o comércio, no Império Cachoeirano onde quem fabrica linguiça é rei, o comércio poderá funcionar normalmente, pois valerá o que diz a lei municipal proposta hoje, onde quem determina o que é essencial ou não no comércio será o Legislativo Municipal. É tão óbvio que não precisa ser nenhum Sérgio Moro para enxergar a inconstitucionalidade de tal Projeto de Lei.

Mais ainda

Juninho convocou empresários e trabalhadores para um protesto na porta da Câmara que, entre outras coisas, descumpriu todas as medidas sanitárias para enfrentamento do Coronavírus. E o povo que lá compareceu não sabia que se aglomerou à toa, porque a lei já nascia morta e nenhuma manifestação coletiva serviria de nada, até porque, falta uma semana, das duas impostas, para a quarentena acabar.

Talvez falte um pouco mais de Bolsonaro em Juninho da Cofril. Jogar para a plateia e fazer discursos vazios, acompanhados de políticas públicas ineficientes pode parecer fácil, mas, a exemplo do presidente, requer muitos anos de experiência.

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