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‘Imperador’, chefe do tráfico do Amapá, é preso no Rio de Janeiro

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Camisa do Imperador, chefe do tráfico no Amapá, preso nesta quita-feira
Divulgação/PMERJ

Camisa do Imperador, chefe do tráfico no Amapá, preso nesta quita-feira

Policiais do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) prenderam no início da manhã desta quarta-feira (14) o traficante Imperador, apontado como chefe do tráfico de drogas no estado do Amapá. Imperador estava escondido na Vila do João, no Complexo da Maré.

A prisão foi realizada em ação conjunta do Bope com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Draco do Amapá. Segundo a PM, Imperador, membro da facção ‘Família Terror do Amapá’, possuía quatro mandados de prisão em aberto, e estava escondido dentro de uma casa na comunidade. Do Rio, ele conseguia comandar ataques criminosos no estado da região norte do país.


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Supermercado do RJ vende cabeça de peixe em bandeja

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Carcaça de peixe à venda em mercado do RJ

Carcaça de peixe à venda em mercado do RJ – Reprodução

Uma parte do peixe que costuma ser descartada chamou atenção de cariocas ao aparecer à venda em bandejas no supermercado. Na cidade de Valença, no sul do Rio de Janeiro, está sendo comercializado avulso, sem o corpo do pescado.

A imagem foi compartilhada pela página “Barra Mansa Forte” nas redes sociais. “É a primeira vez que se vê na bandeja uma parte que nem todos consumiam, sendo descartada”, diz o post.

A comercialização da cabeça de peixe é apenas um entre os recentes episódios onde partes que geralmente não eram comercializadas passaram a ocupar as vitrines dos mercados no Brasil, em razão da crise econômica que levou grande parte da população à fome no país.

No Pará, restos de peixe como vísceras, espinhas e cabeça também estão sendo vendidos. O quilo custa R$ 3,90.

Em Santa Catarina, após a repercussão de uma placa cobrando R$ 4 por kg de osso em um mercado, o Procon-SC emitiu uma nota técnica recomendando que os estabelecimentos evitassem a cobrança de ossos destinadas ao consumo humano.

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