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Saúde

Imunidade de rebanho pode ocorrer antes do esperado, diz estudo

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Testes rápidos para a Covid-19
Foto: Bruno Concha/Fotos Públicas

Núcleos sociais são mais importantes do que a faixa etária para determinar a imunidade de rebanho

O tema “imunidade de rebanho” ganha cada vez mais os holofotes. Segundo especialistas, se boa parcela de uma comunidade estiver imune ao novo coronavírus (Sars-CoV-2), seu alastramento será contido.

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Alguns modelos matemáticos apontam que a proporção de imunização precisa estar na faixa de 60 a 70%, mas segundo as universidades de Nottingham, no Reino Unido, e Estocolmo, na Suécia, o número pode ser mais baixo: por volta de 43%.

O estudo publicado pela revista Science sugere que atividade social é mais importante para definir este limite do que a idade. Determinados grupos têm mais interações sociais, como universitários, mas outros indivíduos estariam naturalmente isolados. Traçando o modelo matemático a partir da porcentagem da população e sua mobilidade, os pesquisadores chegaram no nível de imunidade de 43%. 

Segundo cientistas, os modelos costumam prever a imunidade de rebanho a partir da vacinação, e não por pessoas se contaminado com um vírus. Ainda é incerto se o organismo humano está imune a uma segunda infecção do novo coronavírus. 

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Alimentação adequada ajuda a melhorar a qualidade do sono

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Uma boa noite de sono contribui para o equilíbrio do sistema imunológico, endócrino, neurológico e até do apetite

A boa alimentação é primordial para o desenvolvimento saudável do corpo humano. Com ela é possível beneficiar o rendimento físico e mental e até mesmo melhorar a qualidade do sono. “Durante o sono, o nosso corpo trabalha para manter o equilíbrio do sistema imunológico, endócrino, neurológico e o apetite, por isso é tão importante para a saúde a ligação entre alimentação e sono”, alerta a nutricionista do Viver Bem da Unimed Vitória Aline Sarmento.

A nutricionista explica que existem algumas estratégias para promover o bom sono, e uma delas é incluir alimentos com propriedades para essa finalidade na dieta. Alguns deles são chá de camomila, chá de lavanda, alface, aveia, leite, castanhas, mel, kiwi, peixes, banana e abacate. Os vegetais verde-escuros são ricos em Magnésio, mineral que promove relaxamento mental e físico.

Por outro lado, existem alimentos que devem ser evitados por serem estimulantes do sistema nervoso e grandes responsáveis pelo estresse e a ansiedade, algumas das principais causas de insônia. A dica é evitar bebidas à base de cafeína, chocolate, pimentas e o açúcar refinado adicionado a alguns alimentos industrializados.

Corpo e mente

Além de prejudicar o sono, a má alimentação pode gerar problemas emocionais e orgânicos. Depressão, baixa autoestima, anorexia e a bulimia são alguns exemplos. Outra consequência é o excesso de peso, que provoca alterações no colesterol, queda de cabelo e carência de micronutrientes. Uma alimentação ruim leva o desequilíbrio do da saúde e tem reflexo na longevidade.

De acordo com a nutricionista, é aconselhável fazer exames de rotina para identificar deficiências nutricionais que possam estar prejudicando a saúde. “É necessário um check-up anual com seu médico, fazer exames de sangue, verificar possíveis deficiências nutricionais e corrigi-las. Busque também um nutricionista para adequar sua rotina alimentar saudável dentro da sua individualidade”.

“Comer frutas, verduras e legumes regularmente, evitar alimentos industrializados, fazer exercícios físicos diariamente, não fumar, ter uma boa noite de sono, e ter contato com a natureza, fazem parte de um conjunto de medidas para prevenir diversas doenças”, reforça.

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