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‘Inadmissível’: Bolsonaro critica aborto feito em menina de 11 anos que foi estuprada em SC

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Presidente Jair Bolsonaro (PL)

Presidente Jair Bolsonaro (PL) – Foto: Isac Nóbrega/PR

O presidente Jair Bolsonaro chamou de “inadmissível” o aborto realizado por uma menina de 11 anos na noite de quarta-feira depois de ter sido vítima de um estupro. O presidente afirmou que “não se discute” a “forma” que o bebê foi “gerado”, nem se está “amparada ou não pela lei”. As declarações foram feitas em uma rede social.

“Um bebê de SETE MESES de gestação, não de discute a forma que ele foi gerado, se está amparada ou não pela lei. É inadmissível falar em tirar a vida desse ser indefeso!”, escreveu Bolsonaro na rede social.

 

 

Nesta quarta-feira, a menina de 11 anos, que desde o mês passado vinha encontrando dificuldades na Justiça para conseguir ter garantido seu direito a um aborto legal, finalmente conseguiu realizar o procedimento. A unidade acatou uma recomendação feita pelo Ministério Público Federal (MPF) após a repercussão do caso.

Uma gravação publicada esta semana pelo portal The Intercept mostrou que a juíza Joana Ribeiro Zimmer, então na Comarca de Tijucas (SC), e a promotora Mirela Dutra Alberton, tentaram impedir que a garota retirasse o feto, mesmo considerada vítima de estupro por conta de sua idade.

Bolsonaro também afirmou que “a única certeza” é que tanto a menina quanto o bebê foram “vítimas” e que deveriam “ser “protegidas do meio que vivem”. O presidente afirmou que o caso é “sensível”, mas que “tirar uma vida inocente, além de atentar contra o direito fundamental de todo ser humano, não cura feridas nem faz justiça contra ninguém”.

Por fim, ele publicou uma foto de uma criança de 25 semanas e reforçou que a menina de 11 anos estava grávida de 29 semanas.

 

 

“A única certeza sobre a tragédia da menina grávida de 7 meses é que tanto ela quanto o bebê foram vítimas, almas inocentes, vidas que não deveriam pagar pelo que não são culpadas, mas ser protegidas do meio que vivem, da dor do trauma e do assédio maligno de grupos pró-aborto”

“Sabemos tratar-se de um caso sensível, mas tirar uma vida inocente, além de atentar contra o direito fundamental de todo ser humano, não cura feridas nem faz justiça contra ninguém, pelo contrário, o aborto só agrava ainda mais esta tragédia! Sempre existirão outros caminhos!”

A criança descobriu a gestação quando tinha 22 semanas, foi impedida de realizar o procedimento e levada a um abrigo. Nesta terça-feira, o MPF havia informado que investigará a unidade por negar o atendimento à menina de 11 anos vítima de estupro que chegou grávida ao local, junto com a mãe. Na época com 10 anos e com 22 semanas de gestação, a criança teve o seu direito de acesso ao aborto legal negado porque a unidade só realizava aborto em gestações de até 20 semanas.

Ainda segundo o MPF, o aborto legal não requer qualquer autorização judicial ou comunicação policial, assim como não existem, na legislação, limites relacionados à idade gestacional e ao peso fetal para realização do procedimento. Ginecologistas disseram ao GLOBO que a demora para o aborto legal aumentava o risco da menina morrer por conta da gestação.

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‘Sheik’ paranaense investigado pela PF já teve sociedade com Malafaia

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Francis da Silva é conhecido como sheik, no Paraná
Reprodução – 28.06.2022

Francis da Silva é conhecido como sheik, no Paraná

A parceria entre o empresário Francisley Valdevino da Silva, o Francis da Silva, e Silas Malafaia foi desfeita, garantiu o pastor, tão logo começaram a circular os primeiros boatos de que o sócio dera calote em investidores do seu negócio com criptomoedas . “Pulei fora”, afirmou Malafaia, ao desafiar qualquer pessoa a apresentar provas de que, em seus cultos religiosos, pedia aos fiéis para investirem na operação de Francis, o sheik dos bitcoins.

Malafaia reconheceu que já teve sociedade com Francis, mas disse que o ex-sócio era dono de outras 136 empresas. Ambos montaram a AlvoX Negócios, que ofertava softwares e recursos tecnológicos para um público cristão. Uma das oportunidades era a revenda de produtos gospel, como livros e bíblias, com ganhos de 10% do valor da mercadoria.

O objetivo da parceria era captar mais recursos para pagar os credores da Central Gospel, empresa criada por Silas para arrecadar recursos para a sua igreja, a Assembleia de Deus Vitória em Cristo. Em 2019, em crise, a Central, sociedade de Silas com a mulher, a pastora Elizete, entrou com pedido de recuperação judicial no valor de quase R$ 16 milhões. Para não naufragar, Silas firmou no ano passado a sociedade com Francis. Acreditava que a AlvoX e o seu marketing digital o salvariam em plena pandemia do coronavírus.

Em vídeo institucional sobre o novo negócio, “O início de tudo”, disponível no Youtube, Malafaia disse que “essa nova estação vai nos levar para patamares mais altos e abençoar muita gente, como nunca foi antes”. Em outubro, cinco meses após a abertura da AlvoX, começaram os problemas de Francis com a Rental Coins:

“Quando começamos, ele não estava devendo a ninguém. Quando começou o rumor, pulei fora. Não misturo igreja com negócios. Nunca indiquei os bitcoins para ninguém da minha família ou da igreja.”

Malafaia afirmou que, desde a Operação Kriptos, que prendeu Glaidson Acácio dos Santos, o Faraó dos Bitcoins, em agosto do ano passado, tem alertou ao público de sua igreja sobre os perigos que envolvem ganhar dinheiro fácil.

“Não sou responsável nem pelos atos dos meus filhos mais velhos. Então, como serei pelos dos outros? Não tenho como adivinhar se um sócio é traficante ou estuprador. Não sou Deus, não tenho onisciência”, disse.

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Fonte: IG Nacional

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