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Incaper faz transmissão ao vivo sobre avicultura caipira

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Nessa quarta-feira (20), o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) realizou uma transmissão ao vivo no Instagram oficial @incaper_es. O tema “Avicultura caipira: produção e curiosidades” foi abordado pela zootecnista Maíra Formentini

Na ocasião, a extensionista do Incaper esclareceu dúvidas dos seguidores sobre diversas questões, como alimentação, saúde das aves, mercado, manejo e estrutura dos galinheiros. Curiosidades como a diferença entre frango orgânico e frango caipira e o porquê das diferentes colorações nas cascas dos ovos também foram abordadas.

“O que determina a cor da casca é a genética, não importa a alimentação que se dá à ave. O que pode mudar se diferenciar com a alimentação é a cor da gema. Os ovos caipiras têm a gema mais amarela e firme”, esclareceu Maíra Formentini.

A criação de galinhas caipiras é uma atividade que interessa a muitos produtores rurais, não apenas para a produção de ovos e carne, mas também para a adoção de práticas agroecológicas na propriedade. Além de produtores, técnicos, estudantes e outros profissionais interessados no tema assistiram à transmissão.

“A galinha caipira deve ter boa linhagem. A ave precisa de espaço para pastar, espojar, que é o ato da galinha se deitar e sacudir as penas na areia ou na terra, ciscar, empoleirar. O ambiente precisa ser adequado tanto para as aves quanto para o produtor, para que ele possa fazer o manejo”, explicou Maíra Formentini.

Com quatro anos de Incaper e três anos trabalhando especificamente com avicultura caipira agroecológica, Maíra Formentini coordena atualmente a Unidade Experimental de Produção Animal Agroecológica (UEPA), localizada na Fazenda Experimental do Incaper em Linhares. Lá, são desenvolvidos trabalhos diversos com abelhas com e sem ferrão, aves e bovinos, entre outros.

Segundo a zootecnista do Incaper, outro fator importante para o melhor desempenho das aves caipiras é a alimentação. Um dos seguidores que estavam acompanhando a transmissão enviou uma pergunta sobre a substituição da soja na ração para a avicultura caipira agroecológica.

“A soja da ração é transgênica, e o produtor que busca a certificação orgânica não a utiliza. Neste caso, a opção é usar feijão torrado, que substitui quase 100% da soja na ração. É essa prática que a gente utilizada na UEPA. Outra opção é a folha de mandioca, cortada e triturada, que também vai fornecer proteína para a ave”, disse a extensionista do Incaper.

A transmissão completa sobre avicultura caipira foi salva no Instagram do Incaper. A primeira parte com pouco mais de meia hora de duração, e a segunda parte com cerca de 25 minutos. Quem não assistiu à transmissão ou quem quiser ver novamente pode acessar o perfil oficial do Incaper no Instagram: @incaper_es

Transmissões ao vivo

A transmissão ao vivo sobre avicultura caipira no Instagram faz parte do projeto desenvolvido pela Coordenação de Comunicação e Marketing do Incaper (CCOM), que tem como objetivo levar informações aos diferentes públicos atendidos pelo Instituto especialmente neste período de pandemia. Toda quarta-feira, às 17h, um tema diferente é apresentado à sociedade. Os internautas participam encaminhando perguntas através da própria rede social usando a ferramenta de direct ou durante a transmissão ao vivo, na caixa de perguntas. Para ter acesso, basta seguir @incaper_es.


Texto: Thiago Borges (estagiário)

Informações à imprensa:
Coordenação de Comunicação e Marketing do Incaper
Juliana Esteves
(27) 3636-9868 / (27) 3636-9865
[email protected]
Facebook: Incaper
Instagram: @incaper_es

Fonte: Governo ES

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BOLETIM SALA DE SITUAÇÃO – 05/06/2020

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O governador do Estado, Renato Casagrande, liderou, nesta sexta-feira (05), mais uma reunião da Sala de Situação de Emergência em Saúde Pública, por meio de videoconferência. Foi apresentado o novo Mapa de Risco, que terá vigência entre a próxima segunda-feira (08) até o domingo (14). Com o aumento na taxa de ocupação de leitos de UTI destinados ao tratamento de casos do novo Coronavírus (Covid-19), 36 municípios fazem parte do grupo de Risco Alto e outros 42 em Risco Moderado. Não há municípios capixabas classificados como Risco Baixo. A portaria será publicada neste final de semana.

Fazem parte do grupo de municípios em Risco Alto: Afonso Claudio, Água Doce do Norte, Águia Branca, Alfredo Chaves, Alto Rio Novo, Anchieta, Apiacá, Baixo Guandu, Barra de São Francisco, Boa Esperança, Bom Jesus do Norte, Cariacica, Colatina, Ecoporanga, Fundão, Guarapari, Ibiraçu, Ibitirama, Itapemirim, Itarana, João Neiva, Mantenópolis, Marataízes, Marechal Floriano, Mucurici, Muniz Freire, Muqui, Piúma, Presidente Kennedy, Santa Teresa, São Domingos do Norte, São Roque do Canaã, Serra, Viana, Vila Velha e Vitoria.

Estão no grupo de Risco Moderado os municípios de Alegre, Aracruz, Atílio Vivacqua, Brejetuba, Cachoeiro de Itapemirim, Castelo, Conceição da Barra, Conceição do Castelo, Divino de São Lourenço, Domingos Martins, Dores do Rio Preto, Guaçuí, Ibatiba, Iconha, Irupi, Itaguaçu, Iúna, Jaguaré, Jerônimo Monteiro, Laranja da Terra, Linhares, Marilândia, Mimoso do Sul, Montanha, Nova Venécia, Pancas, Pedro Canário, Pinheiros, Ponto Belo, Rio Bananal, Rio Novo do Sul, Santa Leopoldina, Santa Maria de Jetibá, São Gabriel da Palha, São José do Calçado, São Mateus, Sooretama, Vargem Alta, Venda Nova do Imigrante, Vila Pavão e Vila Valério.

A Matriz de Risco, que está em sua terceira fase, leva em consideração como critérios de classificação o Coeficiente de Incidência de casos confirmados nos municípios, a taxa de ocupação dos leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), os índices de isolamento social e de letalidade da doença, além do percentual da população acima dos 60 anos – considerado como grupo de risco.

 

Fonte: Governo ES

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